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Traições

O IMPORTANTE É GOZAR E SER FELIZ (Ninguém é de ninguém)

By aventura.ctba Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1.70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. Não sou do tipo super dotado como a maioria dos personagens de contos eróticos, mas me orgulho muito do meu companheiro, por nunca ter me deixado na mão. De uns tempos pra cá, venho tendo uma leve desconfiança, que minha esposa está me traindo com meu concunhado, o Silas. Até agora não dei muita relevância ao fato, por não ter notado nada que merecese uma investigação mais apurada, e talvez essa minha cisma, seja porque há tempo venho traçando minha cunhadinha, a Sandrinha, irmã mais nova da minha esposa e atual mulher do Silas. Minha esposa se chama Clara, hoje com 30 anos, loira, 1.65m, olhos azuis da cor do céu, cintura fina, quadris largos, apesar da idade e de duas gestações, mantém um corpo perfeito que sempre chama a atenção dos homens por onde passa. Perdi as contas de quantas vezes esperava minha esposa sair pro trabalho, pra levar Sandrinha na nossa cama, e meter meu pau na sua bucetinha novinha, lisinha, Cheirosinha e apertadinha. Minha cunhadinha viciou no meu pau, transávamos no mínimo duas vezes por semana enquanto trabalhou em casa. Quando minha esposa começou a trabalhar, Sandrinha veio morar em casa para cuidar do nosso filho que era novo e não queríamos deixá-lo na creche, por isso resolvemos pagar um salário pra ela cuidar durante a semana, e nos sábados e domingos voltava pra casa dos meus sogros. Sempre tive um tesão danado pela minha cunhadinha. 18 aninhos, moreninha, 1.62m, peitudinha, com os biquinhos dos seios tão durinhos que pareciam furar as camisetinhas que usava. Uma cinturinha fininha, com uma bundinha durinha, empinada, e um sorrisinho sapeca cada vez que falava uma sacanagem pra ela. Sempre tive vontade de chegar junto, mas me continha por receio dela contar pra minha esposa e um escândalo na família seria inevitável, por isso fiquei na minha, só estudando e preparando o terreno até que surgisse uma oportunidade. Quando minha cunhadinha vestia umas camisetinhas bem ousadas mostrando boa parte dos seus peitinhos, uns shortinhos apertadinho deixando aparecer à polpa da sua bundinha e resaltando o relevo da sua bucetinha, não tinha como esconder o tesão que sentia por ela, e nem tentava disfarçava o volume que formava na minha bermuda. Cansei de pegar minha cunhadinha disfarçadamente de canto de olho observando meu pau duro sob a bermuda. Quantas vezes esperava minha cunhadinha sair do banho, para logo em seguida entrar no banheiro e tocar uma punheta cheirando suas calcinhas ainda quentinha, e depois gozava enchendo de porra a parte que cobria sua bucetinha, depois ela me contou que sabia das minhas punhetas deixando toda esporrada suas calcinhas, pois era ela que lavava nossas roupas. A oportunidade tão desejada chegou num dia que fomos ao casamento de um parente distante, e minha cunhada ficou o final de semana pra cuidar da casa. Quando voltamos, minha esposa descobriu nos lençóis que Sandrinha se esqueceu de lavar, vestígios de uma trepada em nossa cama, e devido as evidências, ela não teve como negar que seu namoradinho da época veio dormir com ela. Fiquei com pena de ver minha cunhadinha chorando, pedindo desculpas, pedindo pelo amor de Deus para não contar pro meus sogros, pois eram muitos rígidos e não saberia o que podia acontecer quando soubessem. Clara ficou uma fera, pensando seriamente em contar para seus pais, daí resolvi tomar as dores da cunhadinha e convenci minha esposa de esquecer tudo, dando mais um voto de confiança a sua irmã, apazigüei a situação botando um basta em tudo. Depois Sandrinha confidenciou a minha esposa, que naquela noite tinha sido sua primeira vez, fiquei louco de inveja do pirralho que tirou o cabacinho dela, mas logo depois terminaram o namoro. Claro que fiquei com o maior moral com minha cunhadinha, com o tempo fui ganhando sua confiança e nossas brincadeiras quando estávamos a sós em casa foram ficando cada vez mais ousadas, até chegar ao ponto de passar a mão na sua bundinha cada vez que passava por mim, dizendo que ela estava um tezãozinho, quando ela estava lavando louça na pia, ia tomar um copo d’água só pra dar uma encochada na sua bundinha e esfregava meu pau duro no seu reguinho. No início ela era meio arisca, mas devido à insistência, ela foi cedendo e dava umas reboladinhas no meu pau, mas não passava disso. Certo dia ela estava lavando roupa usando uma minissaia curtinha, eu vendo aquela bundinha rebolando na minha frente, meu pau já deu sinal de vida. Cheguei nela por trás e encochei com gosto aquela delícia de bundinha, ela me disse: - Pare seu tarado! - Iimagina se minha irmã descobre suas safadezas? – Ela acaba com você e comigo! - Ela vai ficar sabendo se você contar, disse. - Pensa que não sei o que você faz no banheiro com minhas calcinhas logo depois que saio do banho? - Minha irmã não esta dando conta dele? Falou pegando no meu pênis por cima da bermuda. A partir desse momento não teve mais volta, foi à deixa que faltava para comer aquela gostosinha. Continuei com meu pau encaixado na sua bundinha ainda por cima da roupa, meti minhas mãos por dentro da camiseta, e pela primeira vez senti seus peitinhos em minhas mãos enquanto chupava seu pescocinho e esfregava meu pau na sua bundinha. Ela gemia de tesão enquanto sarrava seu corpinho. Virei-a de frente pra mim, retirei sua camisetinha e me deliciei chupando aqueles peitinhos que era uma verdadeira loucura. Minhas mãos foram percorrendo sua barriguinha até chegar à sua bucetinha que de tão molhadinha tinha encharcado sua calcinha. Ela com os olhinhos fechados gemia baixinho curtindo todo o prazer que estava lhe proporcionando. Meu tesão aumentava, cada vez que seu corpinho tremia anunciando que tinha gozado. Delirei quando ela encostou-me na máquina de lavar, se ajoelhou na minha frente, libertou meu cacete de dentro da bermuda. Percebi sua carinha de espanto quando meu pau saltou na sua frente majestoso e imponente mostrando toda sua virilidade, louco para entrar na sua bucetinha semivirgem, rescém descabaçada, que iria acolhê-lo centímetro a centímetro fazendo sentir totalmente preenchido dos lábios da sua bucetinha até seu útero. Fui às nuvens quando senti sua boquinha deliciosa sugando minha rola, sem experiência no início, mas logo pegou jeito e mamava como uma desesperada. Parecia uma criança descobrindo seu novo brinquedo. Pra não gozar na sua boquinha, sentei-a na máquina de lavar, abri suas perninhas, puxei de lado sua calcinha e pude pela primeira vez sentir em minha boca o gosto da sua bucetinha. Minha língua explorava toda sua extenção, ela gemia de tesão cada vez que brincava com seu grelinho, abria seus grandes lábios e sugava todo seu néctar levando-a, a verdadeiro devaneios. Não agüentando mais, tirei sua calcinha, entrei no meio das suas pernas, ela tremeu quando sentiu a cabeça do meu pau encostar-se à entrada da sua grutinha. Encachei meu pau e fui forçando devagar até que passou a cabeça, não encontrei muita resistêcia devido o estado de ecxitação que se encontrava naquele momento. Fui penetrando devagar fazendo Sandrinha sentir toda a extenção do meu caralho invadindo seu território de prazer ainda pouco explorado. Quando tinha entrado pouco mais da metade, Sandrinha me pediu pra ir devagar, pois estava sentindo um pouco de dor. Parei um pouco para ela se acostumar com o novo invasor, e quando senti que estava mais relaxada, com uma forte estocada a penetrei completamente arrancando um gemido rouco da sua garganta. Comecei num vai e vem devagar e aos poucos fui aumentando o ritmo, minha cunhadinha chorava de tesão dizendo: - Aaaaiiii você vai me matar!!!! – Que delícia de pau, me fode cunhadinho gostoso... - Eu vou gozaaarrrr....Uuuuiiii, e mais uma vez seu corpinho estremeceu anunciando outro orgasmo. Coloquei minha cunhadinha encostada na máquina de costa pra mim, levantei sua bundinha e atolei tudo de uma vez na sua bucetinha. Ela gemeu quando sentiu minha pica forçando seu útero, fodia como um louco sua bucetinha por trás, não demorou muito e minha cunhadinha gozou novamente na minha rola, e não agüentando mais segurar, gozei inundando sua bucetinha de porra que escorria por suas pernas. Fiquei um pouco com meu pau dentro dela curtindo aquele momento, quando retirei, percebi que junto com minha porra vinha um pouco de sangue daquela bucetinha rescém descabaçada, ela disse que só tinha transado com seu namoradinho duas vezes, e que não sentiu nem uma parte do que tinha proporcionado a ela, disse que sua irmã teve sorte de encontrar um homem tão gostoso como eu, claro que fiquei lisongeado. Depois da nossa primeira vez, sempre rolava uma transa entre nós, fui a loucura quando descabacei seu cuzinho, minha cunhadinha chorou de verdade até seu cuzinho acostumar com o calibre do meu pau, contarei com detalhes em outra ocasião. Minha cunhada cuidou do meu filho por dois anos, depois arranjou um novo emprego, conheceu Silas, namoraram, noivaram e se casaram. Após seu casamento continuamos transando esporadicamente, pois ficavam cada vez mais difícil nossos encontros, e depois que seu filho nasceu, ficou quase impossível nossas aventuras. Silas meu concunhado, era um cara bacana, alto, loiro, bonitão, desinibido e tinha fama de pegador. Ele era dono de restaurante, e nos finais de semana, sempre aparecíamos para almoçar, jantar, ou simplesmente para tomar umas geladas e ouvir músicas ao vivo. Em certa ocasião estávamos eu, minha esposa, minha cunhada e o Silas conversando e bebericando numa mesa, quando minha sobrinha começou a chorar e minha cunhada saiu para brincar com ela no pátio, eu fui ao banheiro, e na volta percebi algo de estranho entre Silas e minha esposa. Em um canto afastado, percebi que disfarçadamente, Silas dedilhava a bucetinha da minha mulher por debaixo da mesa, pois seu rosto a denunciava, e minha esposa disfarçadamente alisava o cacete do Silas por cima das calças. Tive certeza, quando Silas se levantou e saiu assim que me viu voltando pra mesa. Ao passar por mim pude perceber que estava com pau duro tentando disfarçar, e também notei minha esposa disfarçadamente arrumando sua saia. Fiz-me de inocente dando corda pra ver até que ponto ia chegar, disse pra minha esposa que iria até o carro pegar um cigarro. Ela se levantou e disse que ia ao toillete, da porta vi que ela em vez de entrar no banheiro feminino, entrou por uma porta que levava ao depósito de bebidas. Olhei pra minha cunhadinha, ela brincava com minha sobrinha no parquinho. Esperei um minuto, e fui ver o que minha esposa foi fazer no depósito já desconfiado no que ia rolar. Fui com cuidado pra não perceber minha presença, ouvi barulho num canto escuro me aproximei e vi minha esposa agachada na frente do Silas fazendo uma chupeta em seu pau. Percebi que o Silas também tinha um senhor cacete. Ouvi Silas dizer que tinha que ser rápido pra ninguém notar a falta deles. Minha esposa se levantou, Silas ficou por trás dela, levantou sua saia, puxou de lado sua calcinha, Clara se abaixou firmando o corpo em uns engradados de cerveja e Silas atolou de uma vez seu pau na bucetinha dela. Minha esposa gemia baixinho enquanto Silas desfrutava da sua bucetinha ardente. Clara olhou pro Silas e disse pra não gozar dentro dela, pois sua porra ficaria escorrendo por suas pernas e ela estava desprevenida, Silas aumentou o ritmo do vai e vem dizendo que estava quase gozando, percebi que minha esposa já tinha gozado, pois seus gritinhos já tinham denunciado, e eu a conheço muito bem. Silas disse: - Vou gozar!!!!!! Minha esposa ajoelhou na sua frente, abriu a boca e Silas com jatos fortes encheu sua boca de porra que Clara engoliu tudo, deixando limpinho o Pau do Silas. Eu claro, me acabei numa punheta enquanto registrava a trepada deles na câmara do meu celular. Saí de fininho enquando minha esposa e Silas, tentava se livrar de quaisquer vestígios daquela foda. Fui ao pátio do restaurante e minha cunhada sentada num banco, cuidava da minha sobrinha brincando na areia. Peguei meu celular e mostrei pra Sandrinha o que tinha filmado. - Filhos das putas, eu já tinha notado alguma coisa, mas não tinha certeza disse-me. - Minha irmã quer se passar por santa, mas não passa de uma putinha. - Não me arrependo nem um fio de cabelo pelo que aconteceu entre nós, e tem mais, passa em casa segunda feira porque depois de deixar Stefany na creche, vou ficar o dia todo em casa, e como segunda o restaurante não abre, o Silas vai a uma convenção em São Paulo e volta só na terça a tarde. Nem precisa dizer que passamos o dia todo transando de todas as maneiras, matei a saudade da bucetinha e também do cuzinho da cunhadinha que tinha deflorado a tempo. Decidimos manter em segredo nosso caso, e também não fiquei com ciúmes da minha esposa com o Silas, pois nosso casamento estava meio abalado, e essa reviravolta fez solidificar nosso relacionamento. Sandrinha também deixou rolar dizendo que agora não se sentia culpada por trair seu marido e sua irmã. Se gostarem faça um comentário, e se puder de seu voto. Abraços a todos e até mais. Meu e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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COMI MINHA CUNHADINHA GRÁVIDA

By aventura.ctba Olá amigos leitores, meu nome é Carlos, tenho, 43 anos, 1,70m, branco, cabelos e olhos castanho, apesar de uma barriguinha de cerveja, ainda faço sucesso com a mulherada. O que vou narrar aqui aconteceu há pouco mais de 2 meses. Sou casado há 17 anos. Minha esposa tem uma irmã de 22 anos. Uma linda morena de olhos negros, cabelos negros e lisos na altura dos ombros, 1,65m, 58 kg bem distribuído, seios médios e firmes, uma bundinha empinada, cinturinha fina, enfim, um verdadeiro tesão. Quantas vezes transei com minha esposa pensando na cunhadinha, e quantas homenagem prestei aquele monumento de mulher. Vou chamá-la de Regi. Minha cunhada sempre foi muito simpática comigo, sempre receptiva as minhas brincadeiras, mas apesar do tesão que sinto por ela até o momento sempre a tratei com respeito apesar de ter me flagrado diversas vezes olhando para suas pernas, principalmente quando vestia uma mini saia curtinha e uma blusinha de malha branca sem sutiã, que cujos biquinhos dos seios pareciam que ia furá-la. Não perdia a chance de sempre que possível dar uma encoxadinha naquela bundinha. Certa vez ela estava em casa com uma calça de malha bem coladinha no corpo ressaltando ainda mais sua bundinha. Estava de costa para mim encostada na porta da cozinha conversando com minha esposa, eu na sala, já estava de pau duro olhando aquela gostosura. Quando minha esposa foi levar algumas peças de roupas na lavanderia, levantei, fui pra cozinha com a desculpa de pegar um copo dágua, e quando passei por ela encostei meu pau naquela bundinha, ela percebeu minha intenção e não reclamou. Na volta encoxei ela novamente e disse no ouvido dela que não consegui resistir, pois ela estava me deixando louco de tanto tesão. Ela olhou pra mim e deu um sorrisinho sacana, mas não disse nada. Nisso minha esposa voltou pra cozinha e fui para o banheiro me aliviar, pois estava com os grãos ardendo te tanto tesão. O tempo foi passando e ela cada dia mais gostosa, arranjou um namorado o Rob, um cara muito gente boa. Depois de certo tempo de namoro ela ficou grávida e com a aprovação do meu sogro ela foi viver junto com o Rob. A barriguinha dela foi crescendo, a deixando cada vez mais bonita. Sempre ela aparecia lá em casa, pois morávamos perto. Um dia quando ela estava em casa passei por ela abracei-a por trás encostei meu pau na bunda dela e disse em seu ouvido, você grávida esta ainda mais gostosa. Novamente ela olhou pra mim e sorriu. Um final de semana qualquer, minha esposa tinha ido à casa da minha sogra, como não estava a fim de agüentar a velha, resolvi ficar em casa. Sem ter o que fazer peguei meu carro e resolvi tomar umas geladas com o Rob e aproveitar pra ver minha deliciosa cunhada. Cheguei a casa dela, ela me recebeu com um sorriso no rosto e disse que o Rob tinha saído e só voltaria à noite, pois estava na casa do pai dele ajudando na reforma da casa. Ela como sempre estava linda, com um vestidinho de tecido bem fino acima dos joelhos e sua barriguinha de cinco meses a deixava mais atraente. Sempre tive tesão por grávidas. Convidou-me para entrar e quando ela foi pegar uma cerveja na geladeira eu a abracei por trás encostei meu pau na bunda dela que a esta altura estava duro que nem ferro. Encaixei meu pau no reguinho dela, enquanto minhas mãos acariciavam seus seios, beijava seu pescocinho e ela rebolava lentamente aquela delícia de bunda no meu cacete. Depois de certo tempo naquela esfregação virei a de frente e tasquei um beijo na sua boca, ela como sempre aceitava minhas carícias sem dizer nada, sua língua explorava minha boca enquanto minha mão explorava sua bocetinha encharcada de tesão. Ainda abraçada comigo foi me empurrando para seu quarto, tirei seu vestido e pude pela primeira vez admirar minha cunhadinha nua como veio ao mundo. Ela estava sem calcinha, deitei-a na cama de costa, e caí de boca naquela bucetinha molhada de tanto tesão. Como é bom o gosto da minha cunhadinha. Minha língua percorria cada milímetro daquela bucetinha cheirosa, ela gemia e se contorcia a cada carícia. Deixei de explorar sua bocetinha e subi beijando aquela barriguinha linda. Cheguei aos seus seios e explorei cada um deles com muita vontade, eles estavam durinhos que parecia que ia explodir, ela gemia baixinho e dizia palavras que não conseguia entender. Com seus olhos fechados curtia cada segundo todo o prazer que estava lhe proporcionando. Nossas bocas novamente se encontraram enquanto sua mãozinha apertava meu pau. Ela me virou de costa e agora ela e que me retribuía os carinhos, beijava e dava mordidinha nos meus mamilos enquanto suas mãos percorria meu corpo, foi beijando minha barriga até chegar no meu pau, onde abocanhou meu cacete. Sua língua percorria a cabeça do meu pau em movimento circular e de vez em quando engolia tudo e voltava a acariciar a cabeça novamente, como chupava bem minha cunhada. Levantei suas pernas e apoiei nos meus ombros e enfiei meu pau naquela bucetinha quente e úmida bem devagarzinho até entrar tudo. Não encontrei resistência alguma devido ao estado de excitação. Aos poucos fui aumentando os movimentos e já fudia desesperadamente aquela bucetinha enquanto minha cunhadinha gemia de tesão. Coloquei-a de quatro e novamente castiguei aquela xoxotinha, como era linda a minha cunhada naquela posição. Enquanto metia meu cacete naquela xoxota aproveitava os líquidos da sua bucetinha, molhava o dedo e enfiava no seu cuzinho, ela percebendo minha intenção gemia mais alto e rebolava no meu cacete. Já introduzia dois dedos naquele buraquinho, senti seu corpo estremecer atingindo mais um orgasmo. Tirei meu pau da sua buceta, e encostei no seu cuzinho, ela olhou pra trás e disse, vai devagar cunhadinho, não estou acostumado a levar no cu. Cuidado pra não me machucar, só dei duas vezes meu cuzinho, aquilo me reacendeu e desesperado e ao mesmo tempo controlando para não meter de vez meu pau no cuzinho da minha cunhada. Encostei a cabeça no buraquinho e fui forçando a entrada. Quando passou a cabeça ela soltou um gritinho e foi forçando sua bunda em meu encontro, até que minhas bolas encostaram naquele rabo que tanto cobicei. Ela disse, deixe que eu controlo o ritmo, e com movimentos curtos de vaivém ela ia engolindo meu cacete. Devagarinho foi aumentado os movimentos e a certa altura já fodia desesperadamente aquele cuzinho apertadinho. Minha cunhadinha gritava de tesão, segurava em sua cintura e fodia sem dó aquele cuzinho maravilhoso. Minha cunhadinha gritava que ia gozar e eu aumentei os movimentos e num êxtase sem igual inundei aquele cuzinho de porra que chegava a escorrer por suas pernas. Após o gozo me desabei sobre ela, abracei-a e disse: obrigado por tudo, há muito tempo venho sonhando com esse momento. Ela me disse, cunhado eu também sempre te desejei, o que fizemos foi errado, pois minha irmã e o Rob, não merecem isto. Não me arrependo do que fiz, mas vamos parar por aqui, isto é muito arriscado e envolve muita gente que amamos. Levantamos, fomos ao banheiro, tomamos um banho onde ela me fez outra chupeta e desta vez gozei na sua boca. Troquei-me nos despedimos e fui pra casa feliz da vida. Depois do acontecido sempre que nos encontramos ela finge que nada aconteceu. Estou aguardando novas oportunidades para esfregar meu cacete naquela bunda e ver se vai rolar mais algumas trepadas. Se isto acontecer contarei para vocês. Se gostarem deste conto e quiser fazer alguns comentários ficarei muito feliz. Meu e-mail é: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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FLAGREI MINHA ESPOSA COM MEU IRMÃO

By aventura.ctba Olá amigos leitores, meu nome é Carlos 41 anos, 1,70m, 88 kg, moreno claro, não sou de se jogar fora, pois ainda continuo fazendo sucesso com as mulheres. O fato que vou narrar é absolutamente verídico. Sou casado com Ângela á cinco anos. Morena clara, olhos verdes, 1,65m, 24anos, 60 kg muito bem distribuído num corpo perfeito. Uma bunda que é de parar o trânsito, enfim um verdadeiro tesão de mulher. Seu jeito alegre, seu sorriso cativante me fez apaixonar por ela desde o momento que a conheci. Ângela sempre foi muito recatada por ser de uma família muito religiosa, às vezes meio tímida com as pessoas que não conhece muito bem, mas na hora de transar ela se transforma completamente. Ela vira uma leoa quando fazemos amor. Quando estou em casa, transamos quase todos os dias, às vezes duas, ate três vezes quando estamos inspirados. Todos os dias digo a ela que a amo, e ela diz que não conseguiria viver sem mim. Minha vida tem sido um mar de rosas, tenho um bom emprego, uma boa casa, um bom carro e casado com a mulher dos meus sonhos. Nos finais de semanas sempre viajávamos, ora na casa de parentes ou para a praia onde temos casa junto com meu irmão, por isso estávamos sempre juntos, meu irmão, minha cunhada, eu e minha esposa. Minha cunhada se chama Cristina, ela é a segunda mulher do meu irmão, loira mesma idade da Ângela, 24 anos, 1,70m, 61 kg e um corpo tão perfeito como o da Ângela. Confesso que mesmo amando minha mulher, sempre transava com ela pensando na Cristina, mas só ficava no pensamento por respeitar demais eles. Meu irmão é quatro anos mais velho que eu, mas manteve a forma física por sempre praticar esportes. Sempre foi o mais solicitado da família, talvez por ser o mais velho. Eu me dou muito bem com ele e ele comigo, sempre o admirei por ser um cara muito legal e responsável. Enfim, nossa amizade tanto com ele como com a minha cunhada era muito boa. Trabalho em uma Multinacional que às vezes tenho que viajar a negócio e ficar uns dias fora, mas encarávamos como normal, pois já faz muitos anos que estou nesta empresa. Em uma destas viagens, um cliente desmarcou uns compromissos por motivo de morte na família, e então pude retornar dois dias antes. No caminho de volta, ia pensando em como era bom voltar pra casa tomar um bom banho, cair nos braços da minha mulher e fazer amor a noite toda. Ela adorava quando colocava a língua no seu grelinho e sugava seu néctar, quando mordia levemente o bico dos seus seios, quando ela implorava para ser penetrada, e eu ficava brincando na porta da sua bucetinha, até que enfiava meu pau de uma vez, ela chorava de prazer quando chegava ao orgasmo, e com uma voz rouca sussurrava palavras desconexas no meu ouvido. Meus pensamentos foram se dissipando a maneira que ia me aproximando do bairro onde morava, já se passava da meia noite quando dobrei a esquina de casa. Chegando a minha casa, achei estranho que o carro do meu irmão estivesse estacionado na frente da casa do meu vizinho, pois se ele e minha cunhada foram fazer uma visita, porque não estacionaram na garagem de casa? Parei o carro no estacionamento de um posto de gasolina que fica quase de frente para minha casa. Como não temos cachorros, minha casa e cercado por um muro bem alto e portão totalmente fechado, de modo que não da para ver o que se passa do lado de fora. Abri o portão pequeno sem fazer barulho e pude notar que a luz do nosso quarto estava acesa. Aproximei-me devagarzinho da janela, e pude ouvir uns gemidos inconfundível que eu conhecia muito bem, meu coração começou a bater mais forte, tentei achar um lugar para ver o que se passava no interior de casa e quase tive um enfarto quando pela fresta da janela, vi minha esposa de quatro na cama sendo enrrabada pelo meu irmão. Meu irmão a segurava pela cintura e castigava sem piedade sua buceta. Os dois continuava num vai e vem alucinado, de fora se ouvia a batida dos seus corpos tamanha a violência que meu irmão a possuía. Minha esposa estava transtornada, cada vez que meu irmão atolava todo seu pau na sua buceta, ela virava o rosto e gritava frases sem sentidos, coisas que pensava que ela dizia só para mim. O ritmo das estocadas se aceleravam e num grito de prazer do meu irmão, percebi que tinha gozado. Minha esposa gritava: - Não para! - Não para que eu vou gozaaaarrrrr!!!!! Aaaaiiiiiiiiii!! - Que tesão, como você tem um pau gostoso, e desfaleceu na cama. Meu irmão tirou o pau da buceta da minha esposa e vi muita porra escorrendo por suas pernas, ficaram um pouco abraçados em silêncio sem trocarem palavras. Minha esposa se virou, pegou o pau do meu irmão, pois na boca e limpou toda a porra que tinha ficado no seu pau, e lentamente começou fazer uma chupeta, logo o pau do meu irmão foi dando sinal de vida, e pude ver o quanto era enorme, dava quase o dobro do meu e muito mais grosso, na roda de amigos ele era conhecido como cavalo. Conforme minha esposa ia chupando, aquilo ia crescendo até que mal cabia na sua boca, ela passava a língua naquela cabeçorra e descia até suas bolas. Minha esposa segurava aquela tora com as duas mãos e ainda sobrava pau para ela chupar. Naquele momento até eu estava com tesão. Confesso que já tinha imaginado minha esposa trepando com outro, mas era só uma fantasia, nunca pensei que isto fosse acontecer, até porque nunca desconfiei da fidelidade dela. Meu irmão se levantou, deitou minha esposa de costa, abriu suas pernas e caiu de boca na sua buceta ainda toda melada com a sua porra. Pelo que notei, ele gostava disso porque sugava com tanta vontade que parecia querer entrar com a cabeça e tudo na buceta da Ângela. Ficou chupando minha esposa por uns dez minutos, depois ajoelhou a frente da minha esposa, pegou-a pelos cabelos e botou o pau na boca dela para mais uma chupada, coisa que ela sabia fazer muito bem. Após uns cinco minutos de chupação, meu irmão colocou Ângela de quatro, abriu com as duas mãos aquela bunda maravilhosa deixando o seu cuzinho livre para meter a língua, minha esposa gemia de tesão, eu a esta altura mesmo com raiva da traição deles, me acabava numa punheta tamanho era o tesão que estava sentindo no momento vendo aquela cena. De vez em quando meu irmão molhava o dedo e enfiava no cuzinho da minha esposa, ela dava uns gritinhos e rebolava na sua boca, meu irmão deu uma cuspida no cuzinho dela e outra no seu cacete e pincelou na entrada do cuzinho dela, Ângela percebendo sua intenção disse: - Você sabe que não agüento seu pau no meu cuzinho, mal agüento com o do seu irmão que por sinal e bem menor! Era verdade, pois ela sempre reclamava de dor quando fazíamos sexo anal. Meu irmão continuou esfregando aquela tora no cu da minha esposa até que num momento ele forçou a entrada, ela deu um grito e foi pra frente escapando da investida dele. Ângela olhou pra ele furiosa e disse: – Se você insistir acaba tudo aqui agora mesmo. Meu irmão mesmo chateado por não conseguir comer seu cuzinho olhou para ela e disse: - Ângela me perdoa! Sei que você já disse que não agüenta com meu pau no cuzinho, mais fico com um tesão danado de comer sua bundinha deliciosa! - Te prometo que não vou mais insistir, deu um beijo na boca da minha esposa e disse: - Vamos continuar, não vamos deixar que isso acabe por um momento de bobeira! Minha esposa continuou de quatro na cama, meu irmão pincelou aquela vara na bucetinha dela e foi enfiando devagar até suas bolas baterem na sua bunda. Continuaram num vai e vem bem devagar, quando meu irmão ia tirando o seu pau parecia que nunca ia sair tamanho era o pau dele, minha esposa fazia movimentos leves para receber aquela tora, quando ele cutucava, ela vinha com o corpo para trás bem devagar para receber toda aquela vara na buceta. Aos poucos foram aumentando o ritmo e minha esposa gemia como uma louca cada vez que meu irmão estocava forte sua bucetinha. Ela rebolava alucinada gritando: - Eu vou gozar!! - Mete tudo! - Aaiii estou gozando! - Goza comigo por favor!! - Uiiiii eu não vou agüentar... - Que tesão!! Aaiiiiiiiii!!! Meu irmão ouvindo seus berros aumentou mais o ritmo das estocadas e gritou: - Também vou gozar!!! - Como você é gostosa...Uuuuiiiii, e os dois acabaram gozando junto naquela foda alucinante. Caíram na cama, ficaram um tempinho abraçados e meu irmão disse: - Já são quase três da manhã tenho que ir pra casa, eu disse pra Cristina que tinha um jogo de futebol com os amigos e depois íamos tomar umas cervejas, já era pra estar em casa a essas horas. – Quando o Carlos vai chegar? - Depois de amanhã disse a minha esposa. - Ele desconfia de alguma coisa? - Que eu perceba não! – Amanhã vamos nos encontrar novamente? - Melhor não, deixa para outra oportunidade. - Não é certo o que estamos fazendo com seu irmão e com a Cristina, disse minha esposa. - Nós temos que acabar com isto, ou se não, contar tudo pra eles. – Vamos dar um tempo antes de tomar qualquer decisão precipitada, eu amo a Cristina e você, sei que ama o Carlos, pra que estragar tudo se podemos ir levando? - O que sentimos um pelo outro é uma atração incontrolável que faz a gente cometer estas loucuras, Puro tesão. Meu irmão se levantou e foi se limpar, mais que depressa fui até o portão, sai, tranquei por fora sem fazer barulho e fui para meu carro. Procurei um barzinho que sempre ficava aberto a noite toda. Chegando lá, pedi uma cerveja fiquei bebericando pensando no que ia fazer em relação ao meu irmão e minha esposa. Era uma situação difícil, pois eu amava os dois, pensei comigo, não quero me separar da minha esposa, se é pra ela me trair, que seja com meu irmão. Esperei uma hora e voltei pra casa. Minha esposa estava saindo do banho, ela ficou meio sem jeito tentando disfarçar seu espanto por me ver àquela hora em casa. - Já em casa amor? - Porque não ligou que chegaria antes? Abraçou-me e me deu um beijo bem demorado. – Que bom que você voltou antes amor, estava com saudades, não estava conseguindo dormir, então resolvi ler um livro até que o sono chegasse e como esta fazendo muito calor, fui tomar um banho para refrescar. - Já jantou amor? - Comi algo no caminho respondi. Como era cara de pau pensei. - Vai deitar amor, vou tomar um banho e já vou pra cama também pois estou muito cansado. Peguei uma calcinha que ela tinha deixado no banheiro, estava toda encharcada por seu suco. Levei ao nariz e fiquei sentindo seu cheiro, e que cheiro bom ela tinha, passei a língua onde estava molhado e senti seu gosto em minha boca. Enquanto tomava banho lembrava-se dela sendo enrrabada por meu irmão e meu pau ficou duro que nem ferro. Pensei em qual seria a desculpa que ela ia me dar para não transar-mos, pois pelo tanto que eles foderam devia estar exausta. Terminei meu banho, fui para a cama e ela estava deitada de costa para mim, abracei- a por trás esfreguei meu pau na sua bunda e ela resmungou: - Você não esta cansado amor? - Estou sim respondi, mais louco de vontade de fuder este cuzinho gostoso quem você tem. Comecei bolinando seus seios percorrendo a mão por sua bunda até chegar ao cuzinho, a fiz deitar-se de bruços, arreganhei sua bunda, meti a língua no seu cuzinho, salivei bastante meu pau, coloquei na entrada do seu cu e forcei a entrada. Ela tentou se esquivar, mas não a deixei escapar. Ela gritou: - Aaiii amor, você esta me machucando! Lembrei de como ela estava fodendo com meu irmão, segurei firmei em sua cintura e dei uma estocada forte que entrou mais da metade no seu cuzinho, ela deu outro grito e sem dar chance atolei tudo de uma vez. Ela soluçava baixinho enquanto eu desesperadamente fodia aquele cuzinho apertadinho que meu irmão não conseguiu comer. Agora ela não reclamava mais que estava doendo, pois seu cu já tinha acostumado com o calibre do meu pau. Ela rebolava na medida em que ia arregaçando aquele cuzinho, enquanto metia forte enfiava o dedo na sua bucetinha que estava toda arrombada pelo pau do meu irmão. Quando estava para gozar, aumentei o ritmo das estocadas, metia com toda minha força naquele cuzinho, até que ela me disse: - Amor eu vou gozar!! - Aaaaiiiii que delicia... Meu corpo arrepiou, cravei minhas unhas na sua bundinha e derramei um litro de porra no cu maravilhoso da minha esposa que agora tinha certeza que era só meu. Nunca gozei tanto na minha vida. Tirei meu pau do seu cuzinho e fiquei admirando a beleza da minha esposa naquela posição. Como ela podia fazer isso comigo se eu a amava tanto? Deitamos e ela logo pegou no sono, fiquei pensando se contaria para minha cunhada ou não. Qual seria sua reação? Pensei em falar pro meu irmão que sabia de tudo, e armar o maior barraco, mas daí tanto o meu casamento como o dele ia desabar, e eu não queria isso. Então tomei uma decisão, não fazer nada até contar tudo para a minha cunhada. Gostaria das opiniões dos leitores se devo contar para minha cunhada ou não. Se for bem votado escrevo o que rolar quando minha cunhada ficar sabendo. Se alguém passou por essa experiência e quer comentar a respeito, entre em contato comigo pelo meu e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar Um abraço a todos e até o próximo conto. Se for bem votado. E-mail= Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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JÁ QUE O MARIDO NÃO QUER!

By aventura.ctba Paula acordou suada no meio da noite. Não sabia se era o calor ou se era novamente a desesperada vontade de fazer sexo. Na dúvida, procurou o pênis do marido que dormia ao seu lado. Ele acordou e resmungou algo que a fez compreender que ele não a queria naquele momento. Ele voltou a dormir e ela, amargurada e com o tesão à flor da pele, levantou-se para tomar um pouco de água. O calor era realmente muito grande. Paula era uma mulher de quase trinta anos muito bonita. Morena de olhos claros, mas não verdes, ela tinha um corpo esculpido nas intermináveis sessões da academia. Sua pele era um pouco escura, numa tonalidade sensualmente equilibrada. Suas pernas eram firmes e grossas e a bunda, grande e carnuda, combinava com seus quadris largos. Ela ainda ostentava com orgulho um considerável par de seios que a natureza lhe deu. "São naturais", orgulhava-se em dizer para todos que elogiavam. Mas toda essa beleza não conseguia despertar a libido de seu marido, que a rejeitava continuamente na cama. Se todos os homens na rua a olhavam com desejo, porque seu marido não podia fazer a mesma coisa? Isso a deixava triste e angustiada. Não sabia mais o que fazer: havia gastado uma nota com lingeries caras e com fantasias eróticas do sex shop próximo de onde ela trabalhava, mas parecia que os dez anos de casados não deixavam mais com que seu macho a desejasse. Nesse dia, porém, Paula iria dar vazão a todo o tesão acumulado que não poderia ser liberado apenas com a masturbação que ela praticava com cada vez mais freqüência. Ela morava em uma casa de um condomínio fechado e o lugar era cheio de pessoas jovens e bonitas. Ao chegar à cozinha escura, Paula viu pela janela dois rapazes sentados no banco da pequena praça do outro lado da rua. Estavam conversando amistosamente e, aparentemente estavam apenas tomando um ar fresco antes de voltarem para casa. Inexplicavelmente, Paula sentiu um tesão incontrolável e uma louca vontade de ir até lá falar com eles. Talvez os dois pudessem satisfazê-la. Lutando contra essa vontade, ela voltou para a sua cama e procurou novamente o marido. Arrancou o pijama dele e chupou o pau que ela já conhecia. Ele não enrijeceu e o marido despertou, reclamando por ter sido acordado mais uma vez. Em meio a resmungos, ele falou: - Por que você não vai dar uma volta para ver se o sono chega, hein? Era a frase que ela estava precisando. Paula tirou a camisola, colocou um vestidinho bem curto e decotado nos peitos, arrumou o cabelo da melhor forma possível e foi ao banheiro para eliminar todos os odores e indicadores desagradáveis do sono recente. Ela saiu de casa e foi direto à praça, torcendo para que os rapazes ainda estivessem lá. Por sorte eles estavam. Sem acreditar direito no que viam, Paula se apresentou e se sentou em um banco de frente para eles. Um deles era bem moreno e forte. Chamava-se João e olhava para Paula como se quisesse comê-la ali mesmo. Ela se sentiu feliz por ter despertado o desejo do macho. O outro era um alemão chamado Hans que estava de visita ao Brasil, hospedado na casa de João. Era ariano e também era bem grande. Estava um pouco embaraçado pela presença da mulher, mas não conseguia disfarçar o tesão. Conversaram um pouco sobre coisas gerais, como o tempo e detalhes do condomínio. Ela então, para provocá-los, puxou a conversa para sexo. Paula então, com o desejo queimando por dentro, chegou a sentir seu líquido vaginal escorrendo da sua intimidade quando os dois começaram a olhar indiscretamente para o corpo dela. Ela abriu as pernas e deixou que os homens percebessem que ela não usava calcinha. Ela movimentava-se cada vez mais languidamente, deixando que o vestido subisse para exibir suas belas coxas. As alças da roupa caíram "sem querer", mas ela não ajeitou, fazendo com que os grandes seios ficassem quase totalmente nus. Hans a elogiava em alemão "Du bist eine schöne Frau", e João traduzia para ela. Ela fingia ficar encabulada, mas estava cada vez mais oferecida: passou a olhar para o volume que se formava nas calças dos homens. A mulher então deixou a vergonha totalmente de lado, olhou para João e fez a proposta: - Eu quero ir para sua casa dar para vocês. Meu marido está dormindo e não vai acordar agora, mas eu não posso demorar. Vocês topam? João não precisou traduzir para Hans responder um "Ja, klar". João concordou também e os três se levantaram. No caminho, as mãos dos homens já começaram a explorar o corpo de Paula. Os seios foram rapidamente expostos e ela sentiu alguns dedos em sua boceta, deslizando facilmente pela lubrificação excessiva. Não deixou por menos: com um homem de cada lado, meteu as mãos pelas calças deles e procurou os pênis duros como pedra, como ela gostaria que o do seu marido estivesse há meia hora atrás. Chegaram rapidamente à casa de João, a porta da rua foi fechada, e ela logo se agarrou com ele, tirando sua blusa. Hans encostou nela por trás e levantou seu vestido, descendo com sua língua pelas costas dela. Paula arrebitou a linda bunda para que o alemão, ajoelhado, começasse a chupar a boceta que fervia de tesão. Ela se esfregou no corpo musculoso de João e desceu com as mãos até a calça. Abriu o zíper e tirou o caralho grosso para fora. Feliz pelo tamanho, inclinou-se e meteu o pau na boca, chupando como não chupava há séculos. João só gemia e dizia que nunca havia visto uma mulher se oferecer daquela forma. Ela não se importava: só pensava em foder com aqueles dois. Hans já estava nu quando ficou de pé para penetrar Paula por trás. Ela empinou o bundão e o loiro não esperou mais: meteu bem fundo na boceta molhada oferecida com uma só estocada. Ela adorou as bombadas na boceta e começou a chupar o pau de João com mais empolgação ainda. Depois de um tempo, trocou de posição: ainda de pé, virou-se para chupar o pau de Hans e ofereceu a boceta para João, que também não demorou para começar a comê-la com vontade. Duas picas grandes e duras era tudo que Paula queria para passar a noite. Ela puxou os dois pelo pau para a sala e sentou João no sofá. Montou sobre ele e cavalgou como uma puta, gemendo alto e mandando que seus peitos fossem chupados, no que foi rapidamente atendida. Hans ficou de lado, mas ela se virou para continuar o boquete sem perder o ritmo da cavalgada. Ela nunca havia dado para dois homens ao mesmo tempo, mas ela passou a acreditar que toda mulher tem essa habilidade por natureza, pois ela fodia com eles como se ela já tivesse dado para dois várias vezes. Dedos entravam em seu cu e ela não parou de pular e de pedir mais. Era xingada de todos os nomes vulgares possíveis em português e em alemão, o que a deixava com mais tesão ainda. Alguns tapas na bunda e no rosto também foram dados para excitar Paula. Levantou-se e sentou Hans no sofá, para cavalgá-lo também, pagando um belo boquete para o moreno. O alemão não acreditou quando Paula montou nele, dizendo que de onde ele vem isso nunca aconteceria com ele. Paula arrebitou o rabo e gritou para que João comesse o cu dela. Ele ficou um pouco preocupado, mas ela não deixou opção: exigiu a dupla penetração. Como a lubrificação já era grande, o moreno achou que seria possível e inclinou o corpo para forçar a glande no cu daquela mulher desesperada por piroca. Algumas tentativas bastaram para que o cu de Paula dilatasse o suficiente para receber a espessura do segundo pênis em seu corpo. Penetrada pelos dois buracos, os homens a bombaram com vontade e Paula teve um orgasmo alucinante, gritando bem alto e demoradamente. Com essa gozada, ela liberou um tesão acumulado de meses, talvez até de anos, pois mesmo quando seu marido a comia, não era com a competência desses dois. Ela saiu dessa posição e deitou no chão, abrindo as pernas. João deitou sobre ela e a fez feliz na posição papai-e-mamãe. O peso do corpo do macho a excitava. As bombadas do moreno a deixaram maluca e ela abriu as pernas o máximo que pôde. O pau dele, grosso e gostoso, a deixou com vontade de gozar de novo. Mas antes disso ela queria provar mais uma vez o piruzão igualmente volumoso do alemão. Por isso, ela pediu para trocar de homem. João levantou e Hans deitou sobre ela. Mais um pouco de papai-e-mamãe com um pau gostoso a deixou bem perto de gozar novamente. Ela deitou Hans no chão e sentou com o cu no pau dele. O moreno veio por cima e Paula foi recheio de sanduíche pela segunda vez. Em poucos minutos ela teve outro orgasmo sensacional, urrando como uma louca. João não agüentou mais e colocou o pau perto da boca de Paula. Vários jatos de porra quente e branca encheram a boca de Paula. O sêmen tinha um sabor diferente do, do marido, e não foi esforço nenhum para ela engolir aquele líquido. Hans, enfiado até o talo no cu da morena, só fez gritar de prazer enquanto recheava aquele buraco apertado com seu esperma. Paula levantou e disse que tinha que voltar para casa, marcando uma nova sessão daquelas para o dia seguinte à tarde, quando o marido estivesse no trabalho. Chegando em casa, o corno ainda dormia pesado. Paula tomou um banho e foi dormir realizada, sem se preocupar mais com a falta de desejo do marido: não precisava mais dele para se sentir tesuda e para sentir o máximo que podia do prazer sexual. A partir de agora ela iria gozar do jeito que queria e nunca mais ficaria com tesão acumulado. Se quiser fazer algum comentário meu e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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A Mulher do Outro (Brasileiro x Portugues)

Tenho lido as histórias postadas aqui na Fantasy Island e estou impressionado com a qualidade dos textos. Não sei se estou a altura, mas vou arriscar. Espero que vocês gostem. A experiência que gostaria de confessar com foi com a mulher de outro. Todos sabem que o Poderoso fez o homem com duas cabeças, mas com sangue suficiente para funcionar somente uma de cada vez. Assim, quando a cabeça de baixo sobe, a de cima passa para “basic mode”, controlando somente as funções mais elementares como, respirar, olhar, babar .... O resto, o bem senso, a avaliação do perigo e outras coisas, são desligadas. Eu não fico buscando mulheres casadas. Existe tanta mulher maravilhosa sozinha, por que ficar mexendo com a mulher dos outros? O problema é quando a mulher dos outros mexe com a gente. Fala ao pau, como se diz. Foi isso o que aconteceu comigo naquele longínquo outono Europeu, na cidade do Porto, em Portugal. (mais uma em Portugal) Eu fazia parte de uma comitiva que faria um giro pela Europa, assistindo e atuando em pequenos encontros em diversas cidades. Começamos pelo Porto. Nosso grupo era ciceroneado por um casal de portugueses, que vou nomear de forma fictícia, para preservar suas identidades, caso, por uma dessas coincidências divinas, algum de vocês os possa conhecer. Vou chamá-los aqui de Antonio e Maria. Antonio era o português típico. Baixinho, mais para o gordinho, com bigodes, óculos de aro de tartaruga, muito “engomado” e falante. Era na verdade muito simpático e estava se esforçando para satisfazer todas as nossas necessidades e caprichos. Um corno típico. Maria era calada. Tinha os cabelos lisos e negros cortados quase a altura dos ombros. A pele mais para o moreno. Era a falsa magra. Com a figura alongada e elegante, carregava um par de peitos fartos, mas firmes e uma bunda criminosa. As coxas eram roliças e os ombros largos. Quando estava de calças exibia um volume entre as pernas que deixava a duvida se seria uma mata densa de pentelhos ou uma buceta com lábios carnudos e suculentos. A boca de Maria ... bem ... os lábios mais pareciam magnetos nucleares, tal a atração que exerciam, pelo menos sobre mim. Eram vermelhos, carnudos e molhados. Volta e meia eu flagrava Maria passando a língua nos lábios para os umedecer. Quando olhava para ela, não conseguia tirar os olhos daquela boca, imaginando o que faria se pudesse tê-la na minha boca. Maria falou ao meu pau, no momento em que a vi. Passamos quatro dias no Porto e eu enfeitiçado por aquela anti-fada morena, coxuda, carnuda e molhada. A cada evento eu procurava me aproximar de Maria, mas não conseguia desenvolver nada pois, assim que começava a conversar com ela, aparecia, como que por encanto, Antonio, talvez sentindo o pelo da nuca eriçar pelo perigo iminente de chifre. Eu tinha a nítida impressão que Maria nutria também uma certa atração por mim. De vez em quando, durante as palestras, eu cruzava meu olhar com o dela e ficávamos alguns segundos a mais do que o normal, nos olhando a distancia e em silêncio. Numa ocasião, ao entrar na sala de conferencias abaixei-me por sobre a mesa onde ela estava e onde eu deveria assinar o livro de presença e propositalmente coloquei a minha mão esquerda sobre a dela, enquanto com a direita assinava o livro. Ao levantar o olhar, ainda com a minha mão sobre a dela, quase gelei ao sentir aquele olhar negro atravessando os meus e indo queimar os meus miolos. Notei que os pelos dos seus braços estavam eriçados e que ela não fez nenhuma menção em soltar a sua mão. Pelo contrário. Ainda abriu levemente os dedos de forma que os meus entrassem entre os dela. Sentei-me no auditório de pau duro e não me lembro de nenhuma palavra, de nenhum assunto que foi discutido. Passei o tempo todo sonhando com Maria, nua, se entregando a mim. Mas Antonio era duro na queda. Não dava moleza e não arredava de perto de Maria. Onde ela fosse, lá estava ele. E assim foram se passando os dias e eu vendo que aquele desejo ia ficar somente na promessa. Na última noite, houve um jantar de confraternização com todos os participantes. Foi num castelo local, com luz de velas e muito, mas muito vinho. Seria a derradeira oportunidade. Talvez Antonio tomasse umas a mais e desse uma relaxada. Passei a noite inteira louco, vidrado com a missão. Não tirava os olhos de Maria e a seguia por onde fosse. Mas Antonio estava atento. Um verdadeiro corno profissional. Sabia o risco que corria e não estava disposto a aumentar, o que eu aquela altura já acreditava ser, sua enorme coleção de chifres. Quase ao final do jantar, sentei no muro do castelo, já desanimado e conformado. Qual não foi minha surpresa quando Maria aparece e senta-se ao meu lado, encostando, propositalmente sua coxa firme na minha. Colocando sua mão sobre a minha e sem tirar seus olhos dos meus, fala que estava muito triste por não ter conseguido me conhecer melhor. Mas que talvez houvessem outras oportunidades e que fazia questão de nos levar ao aeroporto e se despedir. Ao chegar no hotel toquei uma punheta em homenagem a Maria. De outra forma não teria conseguido dormir. Nosso vôo era pela manhã. Íamos para Paris e não tínhamos nenhum outro compromisso naquele dia. Antonio e Maria apareceram no nosso hotel e nos acompanharam ao aeroporto. Eu já estava conformado com a minha sina e sonhando em talvez encontrar uma francesinha mal cheirosa para apimentar as minhas noites parisienses. No aeroporto, depois de todas as formalidades de praxe, fomos nos despedindo, um por um, do casal. Na minha vez, dei um belo abraço em Maria (Antonio que se foda) e sapequei dois beijos nas suas bochechas. Falei que era uma tradição brasileira. Maria então disse-me que eu deveria prestar atenção aos avisos do alto falante e me olhou de uma forma diferente, misteriosa, sapeca, quase alegre. Uma meia hora depois de entrarmos no salão de embarque ouço meu nome pelo sistema de som, indicando que deveria me dirigir ao balcão da companhia aérea. Lá chegando, qual não foi minha surpresa. Fui informado que meu vôo havia sido trocado para o da noite e que o carro estava me esperando para levar-me ao meu “compromisso”. Nem perguntei que compromisso era. Só tive tempo de dizer a meus companheiros que não iria embarcar naquela manhã. Sai correndo e vi um motorista com meu nome num cartaz. Nem trocamos palavras. Pegou minha mala e saiu rápido em direção ao carro, que estava em fila dupla. Depois de uma meia hora parou no centro do Porto, num prédio antigo, mas muito bem cuidado. O motorista virou-se e disse: - “No segundo andar, apartamento 22. Pode deixar suas coisas por aqui. Vou levá-lo de volta ao aeroporto.” Nem esperei o elevador. Subi as escadas com o coração na boca, já sentindo aquela pressão na cueca. Parei em frente ao 22 e estava tentando recuperar o fôlego, quando a porta se abre e .... Maria. De calça jeans apertada, marcando a buceta gorda e as coxas fortes. Vestia uma blusa branca, larga, que mostrava o soutien, também branco, guardando aqueles peitos volumosos e firmes. Por cima da blusa dava pra ver os bicos duros marcando o tecido. O rosto de Maria tinha um sorriso de Monalisa. Seus olhos negros estavam fixos nos meus e sua língua passava lentamente pelos lábios carnudos. Segurei seu rosto com as duas mãos e me perdi em sua boca ardente. Minha língua se enroscou na dela, nossos rostos viravam para um lado e para o outro. Minha mãos foram, quase que automaticamente, para sua cintura, dali para a parte de trás das costas e de lá pra baixo, por dentro da calça até encontrar a calcinha. Meti os dedos por baixo da calcinha, encontrei o rego e fiquei por ali, pois a calça não me deixava ir além. Sentia os peitos de Maria apertados contra o meu. Seus bicos quase furando minha carne. Soltei uma das mãos de dentro da calça e segurei a perna de Maria forçando-a a levantá-la e me envolver. Em seguida soltei a outra mão e fiz o mesmo com a outra perna. Logo Maria estava montada em mim, com as pernas abertas me envolvendo e eu segurando-a pela bunda. Durante todo esse movimento não paramos de nos beijar, não nos falamos e nem saímos da porta, que permanecia escancarada para o hall onde existem outros três apartamentos. Assim que desgrudamos do beijo Maria me diz: - “Há quatro dias estou a sonhar com isso. Que tal entrarmos?” Fechei a porta atrás de mim com o pé. Maria ainda está montada em mim. Levei-a até a uma mesa e sentei-a ali. Com minhas mãos livres começei a abrir aquela blusa, botão por botão, apreciando a paisagem que se descortinava a cada abertura. Depois de todos abertos enfiei meu rosto entre os peitos de Maria. Ela os enche de ar e pensei que o soutien fosse arrebentar. Para não deixar que isso acontecesse (somente por isso) abri o soutien e aquelas maravilhas se apresentaram em todo seu esplendor e magnitude. Seus bicos eram escuros e estavam tão duros que mais pareciam duas ameixas. Dediquei uns quinze minutos lambendo e chupando cada peito, sempre ouvindo Maria gemer de prazer. Enquanto trabalhava um, ia apertando o outro com a mão livre. Nossos quadris grudados um contra o outro, os dois ainda de calça. Num certo momento tive que parar pois meu pau estava tão duro dentro da calça que ameaçava quebrar. Falo isso para Maria, que imediatamente me afasta de si, pula da mesa, fica de joelhos e passa a abrir minha calça. Primeiro o cinto, depois o botão, finalmente o zíper, lentamente para baixo. Caralho, vou explodir de tesão!!! O sapato já saiu sei lá quando e Maria se livra da minha calça com uma rapidez impressionante. Lambendo os beiços, enfia a mão por dentro da minha cueca, tira o meu pau pra fora, a essa altura roxo, e enfia-o diretamente na boca. Trabalha o cacete com a competência e intimidade de uma puta. Lambe, chupa, baba, engole, tira a boca e massageia com a mão. Acaricia meus culhões e me deixa doido. Volta e meia olha para cima, direto nos meus olhos e engole a espada até o talo num movimento único. Depois tira e dá uma risadinha de menina sapeca. Depois de não sei quanto tempo resolvo que está na hora de explorar a xoxotinha portuguesa de Maria. Vou finalmente saber se é pentelho ou carne. Tiro a calça de Maria de forma lenta, novamente apreciando cada paisagem que surge por baixo do tecido. Tenho um prazer enorme em desfolhar a moça devagar, para dar mais água na boca. A calça revela uma calcinha vermelha - que tesão. Maria cobre a xoxota com a mão como se estivesse com vergonha. Fala: - “Essa é uma iguaria para poucos. (então tá, eu finjo que acredito).” Abraço Maria por trás e enfio a mão na calcinha até chegar à buceta. Maria treme de prazer. Descubro que são as duas coisas: lábios carnudos com uma boa dose de pentelhos, que eu adoro. Sinceramente, não entendo porque as mulheres de hoje cismam em transformar as bucetas em bigodes de Hitler. Aquela mata inexpugnável era algo enlouquecedor. Enfim, come-se sem pentelho da mesma forma e Maria era generosa no quesito capilar. Encho minha mão com aqueles pentelhos e sigo pressionando até que meu dedo médio escorrega pela racha molhada atingindo o grelo. Maria retesa todos os músculos do corpo e virando o rosto me diz baixinho: - “Não estou a agüentar, vou gozar.” Arranco a calcinha de Maria e voltando à mesa, deito-a ali e sentando numa das cadeiras, mergulho a boca naquela caverna cabeluda, quente e úmida. Minha língua se perde desde o cú ao grelo, até que num gemido de gata no cio, Maria começa a tremer e de sua buceta jorra o néctar do prazer em abundancia amazônica. Paro por um instante para apreciar aquela cena, quando me dou conta que minha mão está cheia de suco bucetal. Maria já voltando à Terra, pega minha mão e a leva aos peitos, lambuzando-os. Agarra-me pelo rosto e fala: - “Já chupou peitos com gosto de xoxota? Então vem.” Mergulho novamente naquelas colinas de prazer, agora cheirando a xana e não mais a Fleur de Rocaille. Mas tenho que parar. Preciso comer aquela buceta e tem que ser agora. Maria ainda está deitada na mesa. Pego suas pernas e levo-as ao meu ombro. Seus joelhos ficam ao lado das minhas orelhas. A buceta se oferece a mim, babada e ardente. Penetro com uma só estocada. Nem muito rápido, nem muito lento. Até o talo. Maria me olha fixo, com um sorriso, de prazer e realização. Inicio um movimento de vai e vem enquanto aperto seus peitos arfantes. De repente Maria grita: - “Arrasta, arrasta!!” Um pouco assustado, sem entender, pergunto o que ela quer que eu faça. Responde-me: - “Arrasta a mesa pro meio da rua e mostra pra esse povo como é que se fode !!!” Puxo Maria pelos braços e levanto-a, ainda dentro dela. Agora estamos, eu de pé e ela montada em mim. Voltamos ao quarto e ajoelho-me na cama. Deixo Maria deitar e movendo uma das pernas para o lado deixo-a de ladinho, ainda dentro dela. Nessa posição Maria encolhe uma das pernas e me pede: - “Vem, vem, vem.” Acelero os movimentos e ela goza de novo. Sinto a temperatura aumentar no pau, que a essa altura está levando um jorro de liquido ardente. Preciso me recuperar um pouco. Deixo que Maria relaxe enquanto aprecio seu corpo bem torneado. Dentro de pouco tempo estamos novamente irrequietos. Deixo Maria de quatro e (que visão!!!) penso em meter por trás, mas ao invés disso volto a cair de língua. Buceta, cú, coxas, está tudo lambuzado e babado. Maria é um vulcão em erupção. Levanto-me novamente e segurando aquela bunda grega em minhas mãos volto a penetrá-la por trás. Maria chega a babar no lençol de tanto prazer. Levo-a ao terceiro orgasmo e relaxo por cima dela, deitando meu rosto em suas costas. Nesse momento toca o celular e meu coração perde uma batida. Maria leva o dedo à própria boca, no sinal de silêncio e atende: - “Antonio?” - “Sim, amor. Estou a fazer compras. Não te preocupes, vou chegar um pouco mais tarde.“ Desliga o telefone e dá uma risadinha: - “Bobinho, agora tu já foste embora para Paris, ele está a beber c’os amigos. Venha já aqui. Quero que vás ao meu cuzinho.” Portuguesas. Ah, portuguesas. Dão o cú muito antes da buceta. Aquela coisa de virgindade era muito sério por lá. Como tesão não se controla, o jeito era usar o buraco que não dava galho. O cú. De tanto darem o brioco antes do casamento, as portuguesas acabaram por se afeiçoar da coisa e algumas só sentiam tesão por ali, mesmo se estivessem a ser fodidas pela buceta. Não era o caso de Maria, mas a danadinha não saia da cama sem ser devidamente enrabada. E convenhamos, um chifre não é completo se não se comer o cu. Principalmente se o gajo está a beber inocentemente com os amigos. Levantou-se foi ao banheiro de onde trouxe um creme de amêndoas e me entregou. Falei: - “Hoje estou em Portugal mas vou comer Cu Noir aux Almondes Gris. E mandei creme no anel de couro de Maria. Gemia e tremia a cada passada do meu dedo. Cheguei a enfiar dois dedos até o esfíncter para lubrificar direitinho.” Voltei a deitá-la na mesa e a levantar suas pernas. Só que agora coloquei os dois pés de Maria no meu ombro e comi seu cuzinho dessa forma, olhando olhos nos olhos da minha bruxinha. Passava a língua nos lábios incessantemente e com uma das mãos, se masturbava. Eu agarrei sua bunda para maior firmeza e nessa posição Maria gozou pela quarta vez, molhando minha barriga e eu também, enchendo aquele cuzinho de leite. Fomos tomar banho, numa banheira enorme e Maria fez questão de me massagear o pau. Ainda me pagou um boquete dos deuses, que me fez gozar de novo. Lambeu os beiços e disse: - “Fonte rica de proteínas. É daqui que extraio meus nutrientes.” Fiquei imaginando quantos nutrientes diários Maria ingeria e cheguei a ficar com pena de Antonio. Devia ter tantos chifres na cabeça que usava um carro com teto solar, só para não danificar o forro. Antes de ir embora, Maria me disse que aquele apartamento ela dividia com mais quatro amigas, todas casadas, para, nas suas palavras, “apimentar o casamento”. Fiquei pensando se Antonio dividia um outro apartamento com os amigos, para a mesma razão. Será que comiam uns as mulheres dos outros, sem saber? Nunca saberei. Voltei para o aeroporto, fui para Paris no vôo da noite e fiquei uns três dias sentindo o cheiro da buceta de Maria no meu dedo, embaixo da unha. Na época cheguei a ficar com pena de Antonio, sendo chifrado continuamente. Hoje penso que não era tão ruim assim. Aquela mulher devia lhe dar prazeres inimagináveis, mesmo “costurando pra fora” daquele jeito. É como diz o ditado popular: melhor dividir um morango do que comer merda sozinho. Nunca mais a encontrei e nem falei disso com ninguém. Mas não esqueço de Maria e de vez em quando ainda descasco umazinha em sua homenagem. Aliás, acho que é isso que vou fazer agora. Abraços. Bocage

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Encontros Íntimos

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