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pediu para ser minha escrava - parte 3

parte iii a vida sexual de simone mudou completamente. ela se subjugava as minhas vontades enquanto dominava seu namorada cada dia mais. ela comentava as coisas que fazia com ele. contava que fazia shows eróticos para ele, deixava ele louco de tesão e ia embora. outras vezes fazia ele a chupar até gozar e ia embora. ele estava completamente alucinado com a situação. estava completamente submisso à minha lourinha. com todas essas informações, achei que era hora de testas os limites da minha lobinha: - simone. você lembra onde eu moro? - lembro, claro. - seria capaz de chegar lá sozinha? - claro, amor, sem problemas. porque? - quero que você leve seu namorado lá hoje. - o que? - é. hoje ele vai assistir ao nosso show. - não sei, lobo. ele está cada vez mais louco por mim, como você disse que ele ficaria, mas isso já é demais... ele me idolatra, vai terminar comigo. - faça o que estou lhe mandando, ou fique com esse corno e me esqueça. simone saiu transtornada. ficou furiosa, não pelo meu pedido, mas pela aparente falta de valor que lhe dava. claro que a adorava, mas gostava muito mais dela quando estava submetida aos meus caprichos. simone sumiu o dia inteiro do icq, e imaginei que tinha exagerado e perdido minha escravinha obediente. em casa ouso a campainha tocando, de minha varanda vejo que é simone em meu portão, trazendo seu corinho junto. abri o portão automático e ainda da varanda vi os dois se aproximarem. o corninho estava de cabeça baixa, enquanto simone vinha empinada e sorridente. estava ciente agora do poder que exercia sobre seu namorado. sabia que para não perdê-la ele era capaz de tudo agoda. quando ela chegou a varanda, me surpreendeu, como sempre, me dando um caloroso beijo na boca. seu namorado morria de ciúmes e vergonha. não o olhei nem lhe dirigi a palavra: - vem simone. entra. ela entrou puxando o corninho pela mão, feito dos namoradinhos e lhe disse: - senta amor. fica aí que sua gatinha vai brincar um pouquinho. sentei de frente para ele e coloquei meu pau para fora: - chupa. ordenei. - tudo! chupo tudo, bebo tudo! simone chupou gostoso, e parava apenas para olhar para traz, onde estava seu corninho: - esse cara tem uma pica deliciosa, amor. amo essa pica! - chupa calada, cadela! antes que simone me fizesse gozar, mandei ela ir até o corninho. - feche as pernas dele. agora ajoelhe no sofá com as pernas desse corno entre as suas. isso fazia simone ficar com o rosto próximo ao do seu namorado, mas ambos, eu e ela, agíamos como se ele fosse uma mera almofada no sofá. - corno. segure a budinha dessa cadela e abre para mim. ele completamente submisso e anestesiado por toda a situação apenas obedeceu. - segura essa cadela assim que vou preparar esse cuzinho virgem agora. você vai me ajudar a arrancar esse cabaço. simone estava enlouquecida. eu nunca tinha pedido a ela para fazer sexo anal e agora, ali sobre seu namorado ela perderia seu último cabaço. peguei uma bisnaga de ky gel, e lambuzei seu rego inteiro. acariciei com um dedo demoradamente, vendo ela gemer e humilhar seu namorado: - hum... ta gostoso demais. esse corno nunca pediu pra fuder meu cuzinho... agora ele é todo seu, lobo, goza nele, goza. me arromba. ele vai ser só seu. nunca vou dar meu cuzinho para esse corno. só se você mandar... hummm... nessa hora eu já acariciava seu rabinho com 3 dedos e seus gemidos já viravam súplicas: - fode logo. não vejo a hora de tomar no cu na frente desse corno otário! comecei a empurrar e simone ameaçou fugir. - segura essa cadela, seu corno! se ela fugir eu acabo com nossa brincadeira e vocês voltam para o papai e mamãe que vocês faziam antes de mim! o corno imediatamente segurou firme a bundinha de simone e eu enterrei até o fim meu pau. de vagar decidido, meu pau foi até o fim. lágrimas saíam dos olhos da minha deusa loura e seu corniho, que nessa altura estava com pena de sua namoradinha. em pouco tempo já estava socando furiozamente, cavalgando novamente em sua crina loura, surrando sua bunda para que minha eguinha cavalgasse veloz, para seu namoradinho ver do que aquela mulher era capaz quando tinha um homem de verdade a cavalgá-la, sem frescura nem pudor, apenas desejo animal. batia mais forte que metia. simone já colocava vez ou outra a mão para traz, na tentativa de deter minhas fortes palmadas. sua bundinha já estava inchada de tanto apanhar: - não quer apanhar, minha eguinha? então cavalga mais rápido, cavalga! ela chorava no colo de seu namoradinho, que com pena tinha os olhos cheios d´água, quando se assustou com o violento orgasmo que sua namoradinha começou a ter: - ahhhhh. fode! ohhhh. estou gozaaaaaando! gozaaandoooooo! ahhhhhhhh ! ahhhhhhhh tirei meu pau para que simone pudesse curtir seu orgasmo abraçadinha com seu corninho. ele sorria de felicidade, vendo que todo aquele sofrimento, na verdade estava lhe enchendo de tesão, a ponto de sua namoradinha estourar num orgasmo anal poderoso. simone se virou e me beijou um beijo de agradecimento como nunca tinha me dado. um beijo com sorriso entre os lábios que fez seu corninho ter ciúmes novamente. sentei no sofá e ordenei que simone me fizesse gozar. ela veio e pegou meu pau, para posicionar em sua bucetinha: - não. o corninho coloca na sua bucetinha para mim. pega e enfia na sua namoradinha. o corinho se levantou, pegou meu pau por debaixo de simone e posicionou na entrada de sua bucetinha. sussurrei no ouvido da simone para que ele não escurasse: - faz seu corninho feliz. sobe e desce bem alto, para que meu pau saia de vez em quando... ela sorriu e fez sinal afirmativo com a cabeça, entendendo a brincadeira. simone subia até quase a cabeça do meu pau sair de sua buceta e mergulhava novamente de encontro ao meu quatril, deixando seu corninho de boca aberta, olhando meu pau entrar na buceta de sua namorada. não demorou e meu pau saiu a primeira vez. sem precisar mandar, o corninho pegou e colocou-o novamente em sua namoradinha. novamente meu pau saiu e tornou a recolocá-lo no seu lugar. em uma hora eu anunciava o gozo. simone saiu de cima de mim e ao lado de seu namorado começou a punhetá-lo com a língua para fora. jorrei em sua boca muito porra, e ela a exibia, sem engolir, sobre a língua. virou-se para seu namorado e lhe deu um beijo forte, sem deixar que ele fugisse. ao fim do beijo lhe disse: - lembra quando você me chupou na porta de sua casa? encostada naquele carro? - lembro. - minha buceta estava cheia desse leite que você acabou de beber! ele abaixou a cabeça humilhado, sem nenhuma palavra pronuncial. - já vou embora, meu lobo. meu corninho já está satisfeito. vou pensar se deixo ele gozar hoje. - hoje não. deixe ele exporrar na cama, enquanto sonha com nossa foda. - claro, ótima idéia. vamos, corninho. me leva para casa que estou toda assada!

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pediu para ser minha escrava - paret 2

parte ii nos encontramos durante a semana no icq e lembramos os últimos momentos. simone me contava quantas vezes pensou em desistir e parar aquela loucura. mas foi em frente e deu o primeiro passo. comentou como tem feito sexo muito mais gostoso com seu namorado: - você apimentou minha vida. não vejo a hora de colocar mais tempero! - amanhã. tenho algo para você. - já? - já? no mesmo lugar, mesma hora que te peguei da última vez. - vou estar lá e dessa vez estarei usando algo especial. nos despedimos e fui para minha casa, imaginar o que faria com minha submissa simone... no dia seguinte fui ao local e hora combinado e lá estava simone em um lindo vestido em tons de vermelho escuro. ela entrou no carro e pude ver como ela estava linda e perfumada: - vamos que estou ansiosa para lhe mostrar sua surpresa. duvido que você não se surpreenda. fiquei imaginando o que mais essa deusa estava guardando. fomos desta vez para um motel que eu já conhecia. na garagem os beijos sempre furiosos já anunciavam a noite que viria. subimos as escadas aos beijos e amassos e, ao chegar ao quarto ela com grande dificuldade se desvencilhou de mim: - posso fazer uma coisa para você? - o que você quer fazer? - quero que você se deite nu para eu retirar a roupa para você, deixa? - deixo. retirei a roupa e deitei-me, já de pau duríssimo só com a expectativa daquele showzinho que prometia. simone começou a dançar de maneira estonteante, levantando os cabelos e rebolando de maneira enlouquecedora. foi retirando peça por peça. estava com um conjunto íntimo também em tons de vermelhos. subiu na cama e continuou a dança. minha visão era magnífica. ver por baixo simone dançando tornava suas coxas ainda mais grossas e gostosas. ela descia rebolando até quase esfregar sua buceta ainda de calcinha no meu rosto. retirou o sutiam e sensualmente passou em meu rosto. quando retirou a calcinha, notei uma tatuagem, mas simone tapava com a mão, me escondendo ela. desceu rebolando e mostrou-me sua tatuagem: um lobo feito em vermelho, na virilha. enlouqueci e chupei agora sua buceta como nunca. afinal, agora aquela buceta era mais minha do que nunca: - gostou da minha surpresinha? - adorei. “minha” bucetinha ficou linda! seu namorado já chupou a bucetinha do lobo? - chupou sim. - então, hoje ele vai chupar de um jeito diferente... - o que você está planejando, seu louco! - você vai saber. fedemos muito mas tomei cuidado para não gozar. simone estranhou um pouco, mas estava adorando tudo. pedi que ela se vestisse pois queria uma coisa especial naquela noite. ela vestiu-se com um misto de curiosidade e medo. saímos do hotel e falei para irmos para a casa do seu namorado: - você está louco! ele mora no meu bairro! - não me interessa. quero fazer uma coisa hoje. simone estava nervosa, me indicava o caminho mas a todo tempo me dizia que era loucura, que não sabia o que eu queria, mas que era loucura. ignorei seus apelos e guiei para seu bairro. - eram umas dez horas da noite e a rua do namorado dela era bem deserta, com algumas árvores. paramos em frente a sua, recuei o banco do meu carro o mais para traz possível e puxei simone pelos cabelos para meu colo. rasguei sua calcinha violentamente, coloquei meu pau para fora e soquei em sua buceta de uma vez. simone urrou de dor. agarrada pelos cabelos e pela cintura, simone era obrigada a me cavalgar ali, na porta da casa de seu namoradinho. em pouco tempo já estava adorando. a excitação pelo perigo e a fantasia de cornear seu namoradinha em frente ao portão da casa dele a estava enlouquecendo. ela gemia e gritava: - sai de casa, cornhinho! sai para ver sua namoradinha! eu fudia com fúria. puxava impiedosamente seus cabelos. abria sua bunda até quase rasgar sua carne. simone adorava. era tudo que ela queria naquele momento. ser tratada sem nenhum respeito, sem nenhum carinho bem na rua do seu corninho. - fode sua puta, fode gostoso que to gozando! - ah... me fode gostoso. fode de um jeito que meu corninho nunca me fudeu! - ahhhhhh...ohhhh. gozei, sua puta! disse, estocando bem fundo minha pica, para encher sua bucetinha de porra. empurrei-a bruscamente para o banco do carona, abri o porta-luvas do meu carro e lhe entreguei uma calcinha com meu nome bordado nela. - vista. simone vestiu, com um sorriso de satisfeita na cara. - agora, quero que toque a campainha da casa desse corno e faça ele chupar sua buceta cheia de porra encostada nesse muro. quero ver esse babaca beber minha porra! - você ta louco! - não discuta, faz o que to mandando! abri a porta do carro e empurrei simone para fora. ela caiu e desnorteada somente me olhou. eu a olhava decidido, e ela caminhou até o portão do seu namorado. tocou a campainha e aguardou. ele veio sorridente e ela sem dizer nenhuma palavra lhe beijou ardentemente. simone estava enlouquecida por tudo que estava acontecendo. estava próximo aos dois, mas meu carro com filmes escuros me deixava ver sem ser visto. simone então me surpreendeu mais uma vez, puxando seu namorado até encostar no meu carro, começando um sarro gostoso ali, colada no vidro do motorista, a centímetros de mim. levantou seu vestido até a cintura, e arriou a cabeça de seu namorado: - me chupa gostoso aqui na rua. - que isso amor? tentou argumentar algo, mas diante daquela mulher linda e de um pedido maravilhoso desse não pode resistir. eu de dentro do carro tentava ver o corno chupando sua bucete, mas apenas via simone rebolando, esfregando a buceta em sua cara: - bebe o leitinho, bebe. bebe o leitinho da tua namoradinha. leitinho de lobo! o corninho sem entender nada chupava maravilhado sua namoradinha, que agora era uma mulher louca. - chupa gostoso que to gozando na sua boca! chupa amorzinho! ahhhh...tô gozandoooooo.... ahhhh... de repente simone empurra ele de bunda no chão e diz: - chega. gozei muito gostoso, mas alguém pode vir. vai para casa que amanhã a gente fode bem gostoso, amor... - você ta louca? to maluco de tesão. vamos para dentro. - não. amanhã. aguarde que você não vai se arrepender... o corno entrou contrariado, mas diante das mudanças deliciosas que simone mostrava ultimamente preferiu não estragar. estava adorando a nova mulher que estava ganhando. simone mal viu a porta se fechar e puxou a maçaneta de meu carro e entrou. me pegando com o pau na mão, numa deliciosa punheta. - gostou do show? era isso que você queria? - foi melhor do que planejei. - viu como ele adorou seu leitinho? riu diabolicamente. - nossa, você foi fantástica hoje. lhe disse sem parar de punhetar-me. simone vendo o tesão que eu estava, quis fazer seu último agrado: - deixa que eu faço isso para você. assim, colocou-se a me chupar de maneira deliciosa, me olhando nos olhos com um olhar sapeca que me fez gozar rapidamente. levei-a até em casa e trocamos um beijo cheio de gozo de seu delicioso boquete.

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o alvo era o meu cú

bem pessoal, depois que meu noivado acabou, conforme explica o meu conto anterior, eu tive muitos outros contatos com minha cunhada e as vezes até com a tal amiga. combinamos de sair um dia para conversarmos, pois ela ficou muito preocupada, se sentindo culpada pelo fim de meu noivado. nesse dia então, conversamos muito, me abri com ela, falei a respeito do que tinha achado daquilo tudo e também das minhas vontades secretas que até então ninguém sabia. ela se desculpou por tudo e no fim da nossa conversa, combinamos de um dia repetir tudo denovo. uns 20 dias após, a cheila (ex-cunhada) entrou em contato comigo e me convidou para ir em um pequeno encontro de amigos, na casa da carla, que é a tal amiga do meu conto anterior. fiquei super feliz pelo convite, pois isso tudo provava que nenhum tipo de mágoa tinha ficado entre nós e antes de desligar o telefone, a cheila falou ´e se você quiser mara, nossa festa pode ir até mais tarde´ ... eu sorri e fiquei sem resposta. no dia combinado, me arrumei e fui para a casa de carla e quando cheguei lá, encontrei apenas carla e cheila. elas justificaram já na minha chegada que alguns convidados estavam para chegar e ao sentarmos no sofá, já começaram a me oferecer bebida. fomos bebendo e conversando e quando notei, já fazia uma hora que eu estava lá e ainda nenhum convidado tinha chego. os assuntos eram diversos e logo começamos a falar de sexo. falamos sobre tudo, sobre todos os tipos de sexo e no meio dessa conversa toda, acabei falando o quanto tinha gostado daquele dia. elas se olharam e riram e eu, fiquei sem saber o porque. mais 30 minutos se passaram e carla falou: ´mara, vamos ser sinceras com você, não esperamos mais nenhum convidado e a festa é entre nós três´. eu fiquei sem ação e carla perguntou para cheila, ela já bebeu bastante né? e cheila respondeu: ´com certeza, o suficiente´. carla me pegou pela mão e me levou para o seu quarto e ao chegar lá, fui carinhosamente beijada e abraçada. sentamos na cama e carla começou a me falar do nosso último encontro, aquele na casa de cheila e me perguntou: ´você não gostaria de terminar o que começamos?´ ... e eu respondi: ´será que é uma boa idéia?´ ela abriu a gaveta e pegou uma gorda, carinhosamente me pediu para deitar de barriga para baixo na cama. fiz o que ela me pediu e isso, respondeu sem dúvida alguma a pargunta que ela tinha me feito. amarrou minhas mãos e como da outra vez, deixou minha pernas soltas. a partir daí, estava lá eu, sem poder sair e a disposição de carla e cheila, que até então não tinha ainda entrado no quarto. carla tirou minha calça jeans e passou um creme em minhas pernas, depois disso, tirou também minha calcinha e me deixou nua na parte de baixo, apenas com o sapato de salto. levantou da cama e pegou na gaveta um pequeno frasco amarelo, sentou entre minhas pernas e lubrificou meu cú, logo após, tirou a tampa do tal frasco amarelo e com uma espécio de pincel, empurrou para dentro do meu cú um creme que eu desconhecia. levantou novamente da cama e falou pra mim: ´é só esperar alguns minutos e você estará prontinha´. logo após saiu do quarto e eu não sabia direito o que ela queria dizer com suas palavras. ouvia lá do quarto as duas rindo na sala e tudo isso me confundia e me enchia de tesão. passado uns 5 minutinhos, sentia que aquele líquido dentro do meu cú começava a esquentar e a coçar e isso começou e me incomodar. cada vez mais aquilo esquentava e quando notei, rebolava na cama para tentar acalmar tal calor. logo comecei a chamar a cheila, pedindo ajuda e quem apareceu foi carla e me perguntou: ´o que está acontecendo?´ e eu respondi que estava com um calor muito grande no cú e precisa fazer algo para parar. pedi para que ela me soltasse para que eu pudesse ir no banheiro e foi aí que ela falou: ´era isso mesmo que eu estava esperando´. deu um forte tapa na minha cara e chamou cheila. quando cheila entrou no quarto, eu achei que iria ser ajudada, mas quando vejo, ela estava com uma calcinha de couro e um pinto muito grande preso na calcinha. fiquei com medo e pedia por favor para que elas não fizessem nada pra mim. cheila me deu um beijo e perguntou: ´o que está acontecendo mara?´ e eu disse: ´meu cú´ e ela falou: ´seu cú? o que tem ele? ele está quente?´ eu disse pra ela que estava muito quente e que precisava de ajuda. nisso, carla entrou no quarto e colocou uma caixa no chão, quando ela abriu a caixa ví alguns vibradores, de todos os tamanhos e cores, parecia caixa de brinquedos (rsrs). cheila falou pra mim que daria uma ajuda e tentaria acabar com o tal calor no meu cú. nesse momento, já sabia o que iria acontecer comigo, abaixei a cabeça na cama e não tentei impedí-las de nada, deixe fazerem o que queriam, pois de nada adiantaria eu falar algo. carla colocou um plug médio bem devagar dentro do meu cú, era uma delícia e deixou ele por alguns minutos, estava me preparando com o plug para o que viria na sequência. cheila passava creme naquele pinto de borracha e enquanto isso carla me fazia carinho no rosto, me beijava e dava tapas na cara, tudo ao mesmo tempo. quando cheila lubrificou bem o pinto de borracha, carla me perguntou: ´seu cú está te icomodando?´ e eu disse: ´muito, não aguento mais´ e então carla olhou para cheila e disse: ´cheila, ela é toda sua´ tirando em seguida o plug do meu cú e colocando mais um pouco de creme. nesse momento, cheila subiu na cama puxou meus cabelos e falou: ´hoje, ninguém vai aparecer para atraplhar´ e encostou a cabeça do pinto bem na entrada do meu cú e disse para carla segurar minha boca, carla rapidamente colocou a mão forte na minha boca e cheila, sem dó, meteu aquele pinto inteiro de uma vez só no meu rabo. eu gritei muito e tudo ficava abafado pela mão de carla e cheila tirava e enviava, tirava e enfiava aquele pinto todo do meu rabo. ela ficou me fodendo por uns 15 minutos. depois saiu de cima da cama e carla lambia meu cú arregaçado. cheila tirou a calcinha e pegou um plug, deu para carla e disse para ela enfiar no meu cú. carla seguia direitinho o que cheila falava e eu alí, amarrada e meu cú sendo o alvo delas. minha buceta nem mesmo era tocada. depois que carla enfiou o plug todo no meu cú, cheila voltou para o quarto e disse que queria foder o cú da carla também e ela, prontamente enpinou a bunda e disse: ´é todo seu´. cheila encheu o rabo dela de creme e fodeu aquela safada na mesma cama que eu estava amarrada. depois que carla estava arregaçada como eu, cheila olhando para nós duas na cama comentou que alí estavam duas cadelas arregaçadas e bem fudidas. carla levantou e enfiou um plug médio no meu cú, o qual estava arregaçado e doia muito. eu estava louca de tesão com tudo aquilo e estava gostando muito. fiquei com o plug enfiado no cú mais uns 15 minutos, enquando as duas conversavam baixinho na sala. quando elas voltaram, cheila sentou do meu lado e disse que era para mim me preparar que a hora mais esperada era essa e que eu teria que ser forte para aguentar. carla pegou de dentro da caixa de brinquedos um plug que era assustador e quando eu ví aquilo, pedi por favor para que não fizessem o que eu estava pensando. sem nem pensar, cheila falou que o que eu estava pensando era exatamente o que elas iriam fazer e deu um tapa forte na minha cara novamente. carla encheu meu cú de creme e colocou mais daquele frasco amarelo, em cinco minutos, meu cú parecia que ia pegar fogo. elas deixaram meu rabo bem lubrificado e encostaram aquele plug nele. foram aos poucos empurrando o plug e até a metado entrou sem problema, mas quando chegou no meio, o formato cônico do plug começou a forçar meu rabo e a dor começou a ficar forte, mas ao mesmo tempo o tesão estava me consumindo e aquele calor no cú fazia em empinar a bunda. forçaram, forçaram e forçaram e nada do plug caber no meu cú. tiraram, lubrificaram e começaram denovo, forçaram, forçaram e até que enfim, o plug entrou todo. eu estava arrombada e nem acreditava que aquilo estava acontecendo comigo. depois que o plug entrou, as duas sentaram na cama e olhando pra mim ficavam falando que eu era demais, que eu superei as espectativas delas e que nem elas acreditavam que aquilo tudo entraria em mim. pedi por favor para tirarem, pois a dor não aliviava e então, me compreendendo, elas tiraram o plug. depois disso, cheila disse para carla que estava pronto, que por aquele dia já estava bom, que poderia me soltar. cheila saiu do quarto e carla deu mais um tapa na minha cara e perguntou se eu gostei e eu disse: ´estou acabada e arregaçada, mas faria tudo denovo´. então me soltou e naquela cama eu dormi até o dia amanhecer. no outro dia, acordamos cedinho, tomamos um café e fui para casa, como se nada tivesse acontecido. meu cú demorou alguns dias para votlar ao normal e a dor me incomodou bastante, mas logo estava pronta para outra. me escrevam, adoro receber e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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