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Eu e o casal - parte I

Após ter publicado meus contos anterioes, fui contactado no msn por algumas pessoas, entre elas um jovem casal daqui de portugal. Tinham interesse em trocar experiências, saber mais detalhes sobre estas as experiencias que tive com as "ninfetas". Após algumas conversas pelo msn, com a confiança já estabelecida, fui um dia encontrar com eles, no sentido de bebermos uma cervejinha. É claro, que eu imaginava que havia algum outro interesse no encontro. Mesmo vendo-os por fotos que mostraram-me no msn, não imaginava que a mulher, que aqui chamo como "Ana", fosse tão gostosa. Uma mulher com cara de "santa safada", gostosíssima, com um ar inocente mas um sorriso deliciosamente malicioso. Nunca pensei em ter qualquer experiência com um casal. Sou heterossexual convicto, sem qualquer atracção por homens. Por isso é que aceitei um "encontro", mais por uma vontade de fazer amigos do que por interesse ou pensamentos "terceiros". Ao ver a Ana, isso mudou, um pouco. Senti-me imediatamente atraído pelo seu sorriso e beleza, mas pensando que esta atracção estaria longe do meu alcance. Quando estávamos no bar, falavamos animadamente sobre todos os assuntos. De início, nos inibimos e houve algum clima "desconfortável". Mas adultos que somos,rapidamente conseguimos estabelecer um clima agradável e amistoso. Até que o assunto foi sexo e as nossas experiências. Disseram-me que eram um casal aberto a novas "sensações" e sem preconceitos. Ato contínuo, Ana pos um pé próximo ao meu. Vestia um vestido branco até os joelhos, nem justo nem folgado, ideal para um dia de verão. As pernas, já bronzeadas, próximas às minhas, estavam a irradiar um calor que, pouco a pouco foi-me despertando um grande tesão. Aquela mulher de cabelos negros, respeitável, bronzeada, linda, com olhos vivos e um sorriso maroto começou a me tentar. Ao mesmo tempo, o saber ser uma mulher proibida, casada, começou a provocar em mim um desejo incontrolável. Mas até então, desconhecia suas intenções. E o "respeito" ao outro camarada (ao menos, enquanto ali presente), era um sentimento dúbio, mas que ressaltava cada vez mais o meu tesão. Nada naquela mulher indicava que teria alguma chance. Excepto pelas pernas, desleixadamente colocadas próximas às minhas, por debaixo da mesa, nada indicaria que ela estaria disponível para algo mais.... Depois de alguma conversa animada e uns copos, resolvemos ir dar uma volta pela praia. Fomos em carros separados, até então eu não entendendo o papel de "vela" que me cabia. Mas segui. Depois de mais um tempo na praia, recebi deles o pedido que fosse á sua casa retirar um vírus do MSN. Sabiam que eu não me negaria e que o clima de confiança que estava entre nós seria uma prova de que eu iria me comportar bem (dependendo do referencial, é claro). Chego á casa deles, uma casa simples, mas bem decorada, vamos lá ao computador... Sentei-me à frente do mesmo, enquanto Ana mostrava-me o problema, Carlos, seu marido, foi à cozinha buscar algo para nós bebermos. Absorvido pelo problema, "acordei" para a vida quando percebi que Ana estava atrás de mim, seu cheiro, a proximidade do seu corpo, o leve roçar dos seios nas minhas costas começaram a intensificar o meu tesão. Mas ainda não era nada explícito. Poderia ser uma posição que ela assumisse com qualquer pessoa amiga que estivesse ali mesmo para ajudar... Durante um tempo, fiquei ali, ás voltas com o mau funcionamento do computador. Nem estranhei a demora do Carlos, tão absorto nos meus "problemas" estava...Consegui, afinal, dar um jeito no pc e sentamo-nos no sofa, Carlos logo juntando-se a nós. Bebida vai, bebida vem, ele desculpa-se e diz que está cansado e vai deitar (!), deixando-me a sós com ela. Ao contrário da maior parte dos contos que se lêem, ela não me pediu para dançar, não se atirou em cima de mim ou nada parecido. Simplesmente pediu-me que fosse ao computador lhe tirar umas dúvidas no uso do word. Postou-se atrás de mim (eu sentado) e, bem encostada às minhas costas, ia manejando alternadamente o mouse conforme as dúvidas e explicações. A cada movimento, sentia seus seios encostados ás minhas costas, fazendo uma pressão que estava me deixando louco. Ela pressionava, de forma disfarçada, como que fingindo que nada fazia. E eu fingia que nada notava. Era essa a "senha". No meio da explicação, após sentir muito aquele peitinho nas minhas costas, simplesmente nos calamos. Ela passou pelo meu lado, deixou-se sentar em meu colo envolveu-me nos braços e beijou-me, lentamente, com uma língua molhada, languida e macia. Imediatamente "assustei-me" e apontei para a direção do quarto, onde o marido dormia, ou fingia dormir. Ela ignorou meu sinal, e continuou a beijar-me. Resolvi deixar acontecer... Pus-lha sentada sobre o meu colo, com as pernas abertas, onde ela poderia sentir a minha dureza. Beijei-lhe a boca, desci pelo pescoço e mergulhei no seu decote, arrancando-lhe suspiros e gemidos. Mordia, chupava, sugava apenas parte dos seus seios, ainda não os tinha posto para fora. E ela suspirava e esfregava-se de pernas abertas no meu pau. Estava tão duro como nunca tinha ficado, aquela mulher, seu cheiro, sua cor deixaram-me enlouquecido. Finalmente pus-lhe os peitinhos de fora. Lindos, com marca de biquini, mamilos grandes e cor de "chocolate claro", que contrastavam com aquela marca sobre a pele bem bronzeada. Deliciei-me naqueles seios, chupe, suguei, mordi carinhosamente, lambi enquanto ela esfregava meu pau, por cima das calças. Quando eu estava quase gozando, levantamo-nos e fomos para o sofá. Lá, enlouquecemos. Cheio de tesão, começamos a esfregar nossos corpos e a despir-nos, gradativamente. Na verdade, em meio aos toques e carinhos, íamos arrancando uma a uma as peças de roupa. Até que tomo um enorme susto... Vejo Carlos na porta, com o pau para fora, masturbando-se... O susto foi tão grande que, momentaneamente parei. Ela pega-me pelo rosto e cola sua boca na minha, enquanto uma confusão de pensamentos me invadia. Não sou gay nem bi, e se esse homem quiser fazer alguma coisa comigo ? E se sentir ciúmes ? E se.... Pouco a pouco, voltei ao clima de antes, absorto naquela morena deliciosa. Seu corpo era como um imã para mim, não conseguia desgrudar. Nova esfregação (delícia!) onde as roupas foram defintivamente arrancadas. Quando finalmente a vejo de calcinha fio dental, com aquele corpo lindo, esguio, toda bronzeada, arranquei o que restava da minha roupa e dela. Desço lambendo seu corpo, seu pescoço, seus peitinhos, os bicos duros, o umbigo, até chegar áquela vagina cheirosa, depilada e com lábios e grelo bem inchadinhos. Toco levemente e viro-a, com o rabo para cima, onde vou lambendo no sentido inverso, pela sua coluna, até chegar nas orelhas, quando então a cutuco com meu pau e esfrego-o na sua grutinha e no seu cuzinho. Ela suspira, geme, enquanto seu marido olha-nos, sempre masturbando-se. Após brincar bastante, resolvo abocanhar-lhe o clitoris. Sempre sugando, uso meus dedinhos para lhe beliscar delicadamente os peitinhos. Em poucos minutos ela goza intensamente. Mexe-se, rebola, geme, grita, xinga-me até que se acalma. Esse é o momento. Ponho uma camisinha e a penetro, aproveitando que está muito molhada e relaxada. Imediatamente aquela mulher se transforma. Quando entro nela, vira uma fêmea louca, começa a falar que é para eu lhe arrebentar, lhe fuder toda, deixar arrebentada e chama, para perto de nós, o meu "sócio". Imediatamente, no sofá, mudamos de posição, ela senta-se em mim, o marido vem pela lateral e ela abocanha-lhe o pau. Olho aquilo, ainda receioso de que queiram "algo mais", mas logo esquecendo, quando vejo aquela mulher a mamar-lhe o pau de forma "mais do que profissional". Ele, ao mesmo tempo, começa a brincar com o cuzinho da mulher. Mudamos de posição. Saio debaixo dela para dar lugar ao marido. Tiro a camisinha e ela me abocanha. Aquela mulher tem uma "ventosa" na boca, chupa-me com uma maestria, com uma habilidade que poucas conseguiram. Depois de uns 10 minutos, com o marido a meter-lhe por baixo e eu a ser "engolido" por aquela boca louca, anuncio que se ela não parar eu gozo. Ela continua... E derreto-me naquela boca, sinto um gozo incrível, forte, e pelas sensações, sei que enchi-lhe completamente a boca com meu leite. Ela continua a sugar até que acalmo-me. Tira-me da boca e dá um beijo no marido, compartilhando os dois do meu leite. Olho aquilo com alguma reserva. Não é o que pretendo, digo a mim mesmo. Logo depois, o marido goza naquela bucetinha que há 10 minutos atrás tinha sido minha. E acalmamo-nos um pouco, eu ainda sentindo aquela eletricidade pelo corpo. Deitamos os 3, ela no meio. E começamos a falar, onde eles disseram que tinham vontade de experimentar um homem na cama deles. E que interessaram-se por mim, pelos meus contos anteriores, tendo confirmado, depois pelo messenger que eu era "de confiança". O Carlos falou que tinha alguma vontade de experimentar um macho também, que tinha curiosidade de chupar um pau, senti-lo vibrar na sua boca, de fazer um macho gozar gostoso, mas que isso iria acontecer de forma natural, sem qualquer "forcing" da parte deles. Eu disse que não tinha nenhum tesão, mas quem sabe, isso poderia mudar. Enquanto falavamos, ela acariciava minhas pernas e as pernas do marido. E o tesão voltou a tomar conta de nós, comecei a endurecer novamente (e ele também). Ela virou-se para o marido e disse que queria experimentar uma DP e sentir-me no seu cuzinho, o que fez-me sentir o pau latejar de tanto tesão que essa idéia provocou. Mas isso fica para a próxima parte... Quer falar ? adiciona-me no msn Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar . Pessoas de portugal serão bem-vindas.

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Ensinando o Casalzinho de Namorados

. ATENÇÃO: ESTE CONTO TEM FOTOS SE ENVIADO POR E-MAIL ------- PEÇA O CONTO PARA: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar . . Devido aos meus últimos contos com fotos, vídeos e postagens no Orkut, recebi muitos contatos de homens, casais e mesmo de mulheres sozinhas, interessados tanto em me conhecer como em realmente sair comigo. De todos, um dos que mais me encantou em dar corda foi o de um casal de namorados novinho de Brasília. Dick, de 26 anos, um moreno de porte médio mas com um cacete grosso, que me permitiu ver em adiantado por foto e Regina, uma lourinha de 20 anos, olhos azuis e cabelos encaracolados, com peitinhos pequenos iguais ao meu mas uma bunda de respeito... eram a dupla de namorados que me contactou no último fim de semana, informando que deveriam vir ao Rio a trabalho esta semana e gostariam muito de me conhecer, pois Dick adora sexo anal e Regina apesar da bunda grande, sente muito desconforto em levar aquela vara rombuda no seu rabicó. . Aticei o máximo que pude o interesse deles através do chat do Orkut contando o que eu faria com os dois e como eu ensinaria eles a melhorar sua própria convivência sexual, se bem que, entre nós, leitores, eu estava com o maior tesão em experimentar aquele pauzão no meu próprio rabo e ... sobretudo em experimentar o gosto daquela bucetinha loirinha. Dick me confidenciou que Regina não era bi mas que em suas fantasias na cama havia uma vez chupado o pau dele fingindo que era um grelo gigante de uma xoxota. . Combinamos o valor da brincadeira (400 pela primeira hora para o casal, e 200 para cada hora seguinte, mais o taxi). Chiaram um pouquinho no preço, mas eu expliquei que comer uma escritora de contos eróticos, GP (Garota de Programa.. ocasional) e que ainda por cima não sòmente dava mas adorava dar (e gozava dando) o cuzinho, não podia ser barato. Êles concordaram com o argumento e marcamos na 3ª.feira num hotel perto da Glória aqui no Rio de Janeiro. . Só então dei meu nr. de celular para eles (pô .. muita gente quer meu telefone pra conversar.. e é claro.. me atrapalha. Nestes casos prefiro troca de mensagens por e-mail ou pelo Orkut. Não gosto nem tenho MSN, mas alguns orkutianos me alcançam para um chat rápido pelo chat do Orkut, que foi o caso deste casalzinho). . Me ligaram na chegada ao Rio na 2ª.feira, e marcamos para o inicio da tarde do dia seguinte. Me disseram que nem conseguiram dormir de tanta excitação. Estavam num hotel na praia de Copacabana e chegaram a pensar em me chamar lá mesmo já na noite de 2ª.feira, mas como o hotel estava sendo pago pela empresa do Dick, eles ficaram preocupados. . Os dois chegaram primeiro no motel e só então me ligaram confirmando o nr. do quarto. Cheguei em 15 minutos e me receberam sorridentes, me enchendo de perguntas sobre como eu tinha virado GP, como eram meus clientes, de onde eu tirava minhas idéias para os contos, quando eu tinha dado pela primeira vez, quando dei a bundinha e pra quem e com que idade, e por aí foi. A conversa foi descontraindo e nós ainda vestidos, até que eu sugeri que nós duas, Regina e eu começássemos a despir o Dick. Assim já colocávamos a Regina na dança, que em princípio só iria assistir.. . Dick ficou só com sua cueca preta, uma delícia, e já demons- trando o mastro duríssimo por baixo do tecido e com a ponta da glande vermelha escura aparecendo no alto da vestimenta. Regina me olhava enquanto acariciava o peito e o pescoço de seu macho, quiçás antevendo o que eu faria com ele e já sentindo uma pontinha de ciúme. . Procurei descontrair mais a situação e fiz a pergunta sobre o por que do desconforto dela com o sexo anal, e ela explicou que era porque mesmo bem vaselinado tanto o cuzinho dela como o pau dele, ele tentava entrar direto de tanto tesão que sentia por ela, e então ela se contraia toda. . Mostrei pros dois que deveriam curtir mais as preliminares e ensinei a famosa chupada com punheta transversa para eles. Pedi à Regina que me presenteasse com a visão completa do cacête duro de seu namorado e pedi permissão para dar um beijinho naquele mastro duro. Fiz isso piscando um olho pra ela como que em conivência, e ela piscou de volta e disse: Pode..... Mas só uma chupadinha heim.. . Sorvi a pontinha da piroca do rapazinho acariciando o saco dele com uma das mãos e então mergulhei a boca toda até onde pude naqueles quase 22 cm de piroca. Senti bater no fundo da garganta e forcei para fazer minha babinha de quase engasgada sair molhando e envernizando aquele tronco. Ainda deixei cair um cuspinho nele e então mostrei pra Regina, pegando no pau com as duas mãos também bem lambuzadas de cuspe e torcendo uma mão para um lado e a outra pro outro.... a famosa punheta transversa. Quase que o safado do Dick goza na minha cara ali mesmo. . Parei e comandei Regina a beijar as costas de Dick ensinando como deslizar gostoso a língua pela região da espinha até lhe alcançar o rêgo do rabo. Ela parou no início do rêgo, mas eu disse: Nada disso, deixa de vergonha e aprende a dar prazer ao teu amor. Abre de mansinho as maçãs da bunda dele e vai descendo a língua pelo rêgo todo até alcançar o cuzinho dele. - Epa, sô viado não... disse o Dick. - Que viado nada rapaz. Lingua de mulher no cú de homem não faz ninguém virar viado. Aprende a deixar e curte... - Taaa bom... . E Regina então capricou na lambida de cachorrinha no rugoso do namorado. Dick gemia baixinho de tesão com os olhos fechadinhos. - Agora vamos ao que interessa. Regina.. aprende como se dá um cuzinho, mas primeiro como se prepara um. Dick, você também, vem cá e faz o que eu mandar, tá ? . Chupe primeiro meus peitinhos, isso.... agora vai descendo pela minha barriga com a língua... assiiiiiim.. Regina.. não fica com ciúme. Dick.. desce mais.. isso, beija meu grelinho alto... aaaai.. agora suga meu grelinho... Isssssso Que lábios gostosos.. Enfia a língua na racha, lambe as bordas dela.. mais seu safado.. Regina.. teu namorado gosta e já sabe chupar uma bucetinha.. - É ... eu adoro quando ele faz isso mas nunca tinha visto ele fazer em outra.... Isso não é chifre que você dois tão botando em mim não ?? - Que isso menina.. É aulinha.. Esquece esse negócio de chifre. Pelo canto do olho, vi Dick dar um sorrizinho maroto... . - Agora Dick, levanta minhas pernas até minhas orelhas e me lambe o cú como a Regina fez com você, so’ que comigo experimenta enfiar a língua fundo e rodar.. Vai. Tá limpinho. e Dick não se fez de rogado. Tascou sua língua comprida no meu ânus com sua namorada assistindo. Que delicinha... - Regina, pega na minha bolsa o consolinho menor de prata e a vaselina KY. ... Isso. Esse, trás aqui... Dick, coloca uma camisinha no aparelho e besunta ele com vaselina. Assim mesmo !!! . Agora Regina, com muito cuidadinho espeta a ponta fina no meu cuzinho e tira de novo, assssssim... agora tira.. Huuuuuum... de novo... mais fundo.. mais.. aaaaaah que gostoso na hora que tira.. fica quentinho... roda mais... Espeta sua sacana... tá gostando de arrombar o cuzinho que teu namoradinho vai comer, né o safada... . E Regina reluzia os olhos de tesão ao me enfiar o consolo no rabo. Nunca tinha feito isso em uma outra garota, e tava adorando. Começou até a falar... - Toma sua safada... Chupou o pau do meu namorado.. agora experimenta o castiguinho no teu rabo de putinha.. E Dick aproveitava para ir sugando meu grelinho e lamber a racha, que molhava cada vez mais... . - Tô prontinha.. deixa eu ficar de quatro. Me posicionei na beirada da cama, enfiei a cabeça no travesseiro e com minhas duas mãos abri a porta do paraíso. Dick se posicionou atrás de mim, em pé e Regina ajoelhou na cama ao meu lado, me ajudando a abrir minha bunda e a guiar aquela tora rombuda no meu alvo. Senti o contato da grossa chapeleta no meu fiofó e descontraí a bunda ao máximo. - Devagar ô tarado. Isso aqui é melhor que Brownie com sorvete.. Não seja apressadinho, pois apressado NÃO come cú . O meu cú já devidamente alargado pelo instrumento cedeu razoavelmente fácil à investida do obus que inflado exigiu após alguns instantes a abertura do esfíncter relaxado. Centimetro por centímetro o caralho de Dick foi mergulhando nas minhas pregas arrancando urros de prazer de dentro de mim. - Caraca.. como parece entrar gostoso Nadine... - E tá mesmo. O pau do seu namorado é uma delícia pra comer cú. Não machuca nada se o cuzinho for preparado e comido com carinho. . Repare que o barulho que a gente faz quando tá sendo enrabada... os tais urros... dão a sensação no homem de que ele causou um estrago no rabo da enrabada e isso dá ainda mais tesão no homem. Não fique em silêncio quando estiver sendo varada na bunda. . Dick estava em êxtase.. Fazia tempos, mais de 2 anos de namoro com Regina, que não comia um cuzinho, nem mesmo pulando a cerca, pois gosta muito mesmo dela. Mas cuzinho Era o seu sonho de verão, e o sonho virou realidade. Comeu cuzinho até se fartar, e várias vezes tirou a cobra toda do buraco do meu cú só pra ver a dimensão do túnel que ele tava construindo. Cheguei a sentir ventinho nas minhas pregas.. - Peraí guri, não vai gozar no meu rabo ainda não. Tira o pau do meu cú que vou ensinar outra delícia pra tua namorada. . Fiz Dick sentar numa poltrona de pau duro pra cima e de pé e de costas pra ele fui dando marcha ré e arriando a bunda flexionando os joelhos até sentir a ponta da caceta encostando na minha bunda. Acertei ela no meu buraco e mandei Regina olhar atrás de mim como se senta de cú numa vara. Entrou redondinho e senti o tronco me entrar até o umbigo. Foi fundo mesmo. Botei meus pezinhos sobre os joelhos dele, enlancei seu pescoço com um dos braços e com o outro me apoiei no braço da cadeira e danei de subir e descer bem lentamente para Regina agora pela frente ver o toco do namorado desaparecer e reaparecer do meu buraco quente. Daí Regina não agüentou e começou a me bolinar a xoxota ao mesmo tempo que tocava uma furiosa siririca nela mesma. Eu não esperava por aquilo e a sensação inusitada me fez começar a gozar na pica do namorado dela. Comecei a gritar que tava gozando e aquilo levou os dois a gozar comigo a 3. Maraviiiiiiiiilha. . Após a desenrabada, ajudei Regina a remover a camisinha cheia de creminho do rapaz. Fomos tomar um banho gostoso os 3 juntos onde tive a oportunidade de examinar melhor o corpo de Regina. Tinha uma pele bronzeada com pelinhos douradinhos nas pernas, e a pele das coxas se eriçava como pele de galinha ao meu contato de mãos. Seus olhos azuis profundos pareciam uma piscina. A boquinha carnudinha e os dentes branquinhos davam um aspecto muito bonitinho na garota. . Conversamos amenidades e contamos piadas que nos fizeram rir a todos os 3, até que senti que Regina ansiava pela parte principal, i.e. se eu ia realmente fazer ela aprender a gostar de levar no cú. Resolvi então passar aos trabalhos principais e tirei meu outro consolinho da bolsa.. Um vermelho mais comprido com alterações de diâmetro na forma de bolas de diversos tamanho no comprimento do consolo. - Nossa Nadine.. Que isso ? Vai colocar isso em mim ? - Calma queridinha... Tudo vai ser feito devagarzinho. Dick, ajuda ela a deitar de bundinha pra cima na caminha e Lambe a bundinha dela e o Rêgo do cuzinho bem direitinho.. Iiiissso... lambe que nem cachorro grande.. Assim... - Affff, que tesão Nadine.. Dick não para... aaaaagh... boooom . - Agora eu Dick, deixa eu lamber o rabinho da tua mulherzinha Ah, como eu adoro um cú zerinho de menininha nova... Schlap, nhunf, schlap... - Aaaai, que língua preciosa Nadine.... !!! Queeeente, mulher. - Bom agora vamos besuntar esse cuzinho com vaseliiiina.. Assim... mais um pouquinho (e enfiei meio dedo médio no ânus da desavisada..) - Ui... tira o dedo.. que susto.. Tirei um pouquinho - Ai que calorzinho gostoso que dá na hora que tira o dedo. Enfia de novo. E eu enfiei só que mais fundinho no cú dela, cheio de vaselina . Dali eu peguei o mesmo consolinho que tinham enfiado em mim e trabalhei a entrada de serviço dela, tirando e botando, rodando prum lado e pro outro. - ahnnnnnnn , fundo naaaaaum. Aiiiii, mais, mais, de novo... - Dick, me trás o vermelho... É esse.. Pronto, agora o vamos ao alargamento da novata.. Enfiei a pontinha que parecia uma chupetinha e perguntei se tava doendo.. Claro que não tava. Enfiei mais até a primeira bola entrar no rabo dela. - Ai, entrou grosso... Mais.. aaaaah, affff, uuuuuh, issssa . Botei a segunda bola, maiorzinha.. O cuzinho sofreu mas agüentou. Tirei um pouquinho e botei de novo e fui trabalhando. Ela pediu pra se distrair e mamar o cacete do namorado que prontamente a atendeu. Ficamos nisso uns 3 minutos, até que eu decidi que ela tava pronta para o enrabamento. . - Pronto, agora fica de quatro que teu momento maximo chegou, Regina. Dick, você aqui atrás dela, vem.. Com a visão da preparação do ãnus da querida, mais o boquete da namoradinha, o pau do rapaz tinha rescussitado que nem parecia que tinha sido recém utilizado. Encostou no furingo da pequena e tentou e tentou furar o bloqueio mas o cuzinho dela ainda estava trancado. . - Peraí que vou dar jeito nesse selo.. Vesti meu cinto com um consolo fino, passei vaselina e me alojei atrás dela. Com carinho enfiei o cacetinho no cú da garota enquanto ela gemia e treinei o rabo dela para o pirú verdadeiro. - Vai agora Dick, que eu já abri o túnel. . Dick recomeçou a enrabar e eu fui no ouvido dela e falei: - Lembra de falar, urrar, gritar, gemer quanto quiser e puder. E assim foi. Lentamente o sacana foi entubando a namorada aos gritos dela de ‘Puta kiuspariu, ki rola grossa sô, caraaalho Devagar Dickinho. Uuuuuuh.. affemaria... como é duro dar o cú.. Tô arrombada pro resto da minha vida. Que supositório enorme eu to ganhando... Uuuuuuuh. - Relaxa Regina.. Deixa teu macho entrar.. isso, vou abrir tua bunda.. Relaaaaxa. Libera essa mixaria menina... Isso.. Não tem mais jeito filha.. o caralho vai entrar até o talo mesmo. Relaxa e aproveita o passeio no teu túnel. . Regina abria a bunda ao máximo levando vara... Após alguns segundos de trabalho da pica de Dick ela foi se soltando e gostando. Começou a rebolar pra sentir melhor o caralho e gemendo que estava gostando. - Tá bom a bessa. Não pensava que era tão bom dar o cú... Agora vou dar sempre Dickinho... Taca a pica no meu rabo. Meu anjinho. Come sua gatinha... Arromba meu furinho... . - Dick ! Solta o verbo também. Macho silencioso é uma M - Ah é ? Então lá vai... Abre o cú minha cachorrinha que teu macho vai te fazer um filho pelo rabo que nem cachorro na cadela. Leva no cú sua vagabundinha. Perdeu o cabacinho do rabicó né sua safada. Vou te fincar na minha vara mais fundo do que a Nadine foi espetada. Tua bunda é mais carnuda e quente que a dela... Vou arrombar tanto que teu cú vai levar dias pra voltar pro lugar... . - Dick, sobe na cama e senta sobre a bunda da Regina com o pau enterrado e carca ela fundo.. Isso.. Vai.. Daí sussurei no ouvido dela: - Enfia a mão entre as tuas pernas e coça o saquinho dele enquanto alisa tua própria bucetinha com a outra mão. Dito e feito.. os dois explodiram em gozo frenético com ela batendo as perninhas contra a cama, de tanto tesão. . Dick caiu suado sobre as costas da namorada que arriou de vez na cama. Ficaram abraçados assim por vários minutos enquanto eu tomava um banho gostoso sozinha vendo o casalzinho finalmente entrosado. . Quando voltei Regina disse: - Nadine.. Você é um anjo que caiu do céu.. Sei que comeu meu namorado e me botou um chifrinho pra me fazer pagar o bem que você me fez... Agora sou uma mulher realmente completinha e passei a gostar de dar a bunda. . - É mesmo Nadine.. Não pensei que ia ser tão bom assim comer minha namorada no cú. Adoramos você.. Quer ser nossa Madrinha de bunda ? Rimos a beça com a asserção do rapaz. Me pagaram com um bônus e nos despedimos meio que já com saudade. . No dia seguinte fizeram os dois questão de me telefonar de novo do aeroporto antes de embarcarem pra Brasília e eu brinquei com Regina: - E o furinho... como está ? - Doloridinho mas.. sorrindo de alegria... Obrigadinha. - Da próxima vez ensino vocês o enrabamento poço de petróleo - Que isso ? - Vai imaginando... Beijinho na sua bocetinha e na cabeça da piroca do Dick. . E vocês leitores, gostaram ? Quem quiser passar por um repeteco, é só vir aqui... . Beijinho Nadine

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ENCANTADO

Encantado Ao chegar ao ponto de ônibus, lá estava ela. Sustada, seus lábios proferiam versos melódicos. “...Já tentei tirar você do coração Desisti não consegui O que é que eu vou fazer Gosto de você... ...O que é que eu vou fazer Não vou te perder... ...Meu amor Te quero do meu lado Meu amor Estou apaixonado Quero te dizer Como é bom te ver Você é como um sonho Que preciso pra viver...” Lábios belos, os mais lindos que já vi! O magnetismo deles puxava-me para o seu encontro. Sedento, cheguei estar quase ao seu lado. Um rugir, meu aceno, minha admiração e um ato de cavalheirismo. Seus pensamentos se mantinham avante em cenas paradas que corriam através das janelas. Vestido comprido, solto, confortável, gostoso! Em tons marrons compunham diversas gravuras; que mostrava um pouco da cultura e fascinação da Índia, do Egito e da África. Traços fortes em contraste com a sua feminilidade. O tecido era de textura fina, onde transpunha a maciez de cada movimento seu. Naquela formosura os mamilos salientavam e os seios em parcial transpareciam. Pois no jogo das cores, conseguia tapear sua total nitidez. Em sua bolsa havia um desenho pequeno com o subscrito signo. Percebi que ela era um parâmetro literal, real e absoluto dele. Selvagem e animalesca demonstrava que antes, durante e depois; cheirava, pensava, sentia e queria como ele. O transporte parava, a porta abria, fechava e depois prosseguia. Nestes verbos o vento fazia alvoroço em seu vestido, que conseguia ser mais leve que ele próprio. Tocava-lhe os pés, as coxas, o colo, os seios e evacuava incandescentemente no balançar dos fios de seu cabelo. Cabelos compridos, castanhos escuros, repicados e deslumbrantes. Ao toque, qualquer um entorpecia em anseios arfantes. Eu estava em êxtase com minuciosos minutos. Seus olhos ternos perambulavam, por vezes refletiam e erguidos seduziam! Olhar ardente, perigoso de se olhar! Derrubadores do sexo oposto! Uma Medusa, que no olhar transformava homens em vassalos de suas vontades. Entorpecendo-os de ardências culminantes. Tentadores e pecaminosos! Olhos que demonstravam estar famintos! Famintos de gustar, de mordiscar, de possuir e famintos de fazer o mundo todo se perder. Misteriosa, emanava uma fragrância que envolvia cada sentir e respirar! Esta conduzia o sangue para o corpo cavernoso e esponjoso dos homens ao seu redor. O tempo, sem existência, deixou espaço para as vontades. Vontades que se fizeram ao ponto de deixar regiões umedecidas de gozo! Entre suas pernas parecia que algo escorria até os pés. Isto fazia aumentava o meu fervor, fazendo-me estremecer em lamúrias silenciosas. O que ela pensava naquele momento? Será que sabia que era desejada por mim e outros ali presente? Minha mente fluiu e a cada movimento seu, eu compartilhava em gemidos desandados. A minha matéria erétil se tornava cada vez mais ágil em meio aqueles instantes. Sem controle, juntamente com o fetíci, alguns membros caminharam em sua direção e iniciaram um atrito. Eu em suas nádegas, um em sua coxa direita e outro em sua coxa esquerda. Todos desejando ser sugados por sua boca entreaberta. Despercebidos pela lotação, fazíamos fricção com o balançar súbitos ou não daquela condução. Em paradas e viradas nos harmonizavam na cumplicidade de olhares úmidos e avermelhados. No contorno de nossas respirações ofegantes, éramos devorados por aquele olor sexual. Na ação conjunta nós três nos uníamos pela força brutal do sexo animal. Nós nos encontrávamos entorpecidos no ambiente rarefeito. E o alívio só veio segundos depois deixando-nos encharcados de satisfação. O deslize sutil, o sinal, a parada, a sua descida... A descida!!! Percebi que já fazia parte do passado os minutos que me tornou seu servo. Fui um observador, ardente e admirador. Admirador de sua sedução, invisíveis para os homens corriqueiros e preconceituosos. Os versos, os olhos daquele olhar, o vestido, aquele cheiro, os toques... Pude sentir o orgasmo no olhar do seu pensamento. Estive ao seu lado, por alguns minutos... E agora ela se foi, com a escolta do meu olhar. O ar em movimento penetrava as fibras daquele tecido, beijando-lhe toda a pele. Vi o vestido se transformar em folha seca! E os raios do Sol mostrar o que tinha por trás de sua transparência. Suspirei em seu distanciar e lembrando de sua canção... fiquei... encantado. “...Já tentei tirar você do coração Desisti não consegui O que é que eu vou fazer Gosto de você...” Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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PÃO COM OVOS E LINGUIÇA

Pão com ovos e linguiça Maraisa---E para as mulheres, o que resolveu? Letícia---Sei não vou ver isso amanhã na padaria. Elaine---Hum que delícia, eu quero comer. Letícia ---Delícia só se for homem Maraisa ---Oba, na padaria? Elaine---O quê? Dar pra homem na padaria? Letícia ---Boa idéia no meio das roscas. Três professoras de teatro e o padeiro. Elaine ---Dar a rosca do meio das roscas. Letícia ---Pão baguete. Elaine ---Urrul... A gente vai brincar de fazer pão! Letícia ---Com os ovos dele? Elaine ---Pão com ovos e lingüiça. Aqueles pães recheados. Encenando o pão! Ensaiando o pão! Letícia ---Comendo o pão no plano baixo. Elaine ---Ensaiando o café-da-manhã! Maraisa ---Eu quero usufruir desse pão todinhooo... Letícia ---A onde? Maraisa ---Eu devoro todo esse pão, abocalhando cada pedaço na minha boca faminta. Faminta tal que devora o pão baguete compriiiido. Oh pão me farte hoje. Elaine ---Farte-me por todos os lugares onde tenho fome! Maraisa ---Saciando-me em loucuras por cada farelo teu. Letícia ---Gostei desse trem de todos os lugares. Maraisa ---Quero-te, oh pão como se fosse pela última vez e como se fosse pela primeira. Pão desbravador que de alcançou-me. Elaine ---Oh pão, que me mata de tesão! Maraisa ---E que não deixarei ir por nunca nessa vida, a ir e voltar em seguida para voltar a fartar-me. Elaine ---Venha logo que irei te abocanhar. Faminta como estou, não te deixarei escapar. Venha derretendo na minha boca que estou salivando por não agüentar mais esperar pra cair em toda essa gostosura. Maraisa ---Oh, pão venha engolir-me e me molhar toda. Letícia ---Que me embebeda de leite paterno. Elaine ---Pão gostoso, eu te mordo por cima e você me morde por baixo! Te como por cima e você me come por baixo! Maraisa ---Para em seguida engolir-te todinho até o fim. Letícia ---Nesse engolir eu te dou vida e você me enche de vidas. Maraisa --Sem deixar escapar nenhuma gota da massa que te fez. Letícia ---Que transbordam pela pele do meu corpo arfante. Elaine ---Sem escapar nada que me faz supitar de tesão. Maraisa ---E parindo a gente aumenta a taxa de natalidade. Elaine ---Aumentando a taxa de natalidade nasce mais padeiros pra fazer a prole aumentar. Maraisa ---Pão que vem e vai e vem e vai nesse balanço gostoso. Que os olhos me fazem virar. Elaine ---Assim, todos poderão experimentar a maravilha que é transar com o pão baguete do padeiro! Maraisa ---Ufa, cheguei ao orgasmo. Elaine ---Eu demoro mais um bocadinho! Maraisa ---E você L? Elaine ---Calma que ela está chegando lá! Letícia ---Por que calou M? Maraisa ---Estava comendo pão, só não era baguete. Elaine ---Já imaginou um homem à noite inteira nas mãos de nós três, já pensou? Maraisa ---Só as três e ele, urrul... Letícia ---Ele não agüenta. Maraisa ---Ele ia ficar acabado. A gente inspirada pensando que ele é o pão. É só você marcar o dia. Elaine ---Dentro da boca e eles escorrendo felizes pela garganta. Isso me deu fome, espera que vou à cozinha ver o que tem pra comer... Achei pão com geléia. Essa coisa gosmenta que lambreca toda a boca e desce escorregando no íntimo do meu ser! Maraisa ---Com geléia não quero, mas com dois ovos eu quero. Elaine ---Eu não como ovos. Maraisa ---Não os ovos ficam de fora. Elaine ---Mais hoje já teve salada de ovo com batata no almoço. A gente agora come só a salsicha mesmo? Maraisa ---É! Elaine ---Mais eu ainda nem comi, só senti o cheirinho!! Minha irmã acaba de fazer pó pica. Maraisa ---Quero ser todinha picada. Vai rolar um baguete aí M? Daqueles recheados? Hummm. Estou com muita fome. Letícia ---Assim a pica vai rolar. Elaine ---Aooo... Maraisa ---Quero ser picada pela pica. Meninas já vou indo e bons sonhos de picas e pães pra vocês. E L, até amanhã com o baguete da padaria e a gente se vê lá. Elaine---Eu também vou...urrul... Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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TRÊS EM UM

Três em Um Inesperadamente o rompimento brusco, o balançar acelerando as batidas cardíacas e o silêncio de pânico entre olhares que não se encontram é quebrado por uma voz masculina. ---Isso já aconteceu com você antes? --- perguntou ele. ---Não é você? ---Uma vez só e era apenas uma queda de energia que logo voltou. ---Será!? O que tem lá em baixo? ---Só o poço... Silêncio. --- Mais não se preocupe, estamos bem firmes nos cabos de aço! O que você faz de bom? --- perguntou ele. ---Eu trabalho e estudo. ---E eu só tentava chegar em casa. ---Eu sou professora e você trabalha com quê? ---Sou garoto de programa você se importa? ---Não! O que fez hoje? ---Estava com uma amiga. ---Conta aí...fazendo o que!?! ---Eu a conheço tem uns dez anos. ---Hum... ---Ela estava para os E.U.A. e chegou ontem. ---Uma amizade é sempre bem vinda. Posso fazer uma pergunta pessoal!? ---Sim claro! ---Por que resolveu ser garoto de programa? ---Porque eu gosto muito de mulher. ---E daí? Eu também gosto muito de homem e mesmo assim não sou garota de programa. ---Ah eu curto! Gosto de conhecer mulheres diferentes, de outros países, outras línguas... principalmente as línguas delas. ---Lindinho! --- falou ela. ---Quantos anos você tem? ---Trinta e dois e você? ---Vinte e três! Você já ficou com algum garoto de programa? ---Não e você já ficou com alguma mulher de programa? ---Já sim! ---E como foi? ---Foi com uma conhecida minha, a gente sempre fica. É ótimo, ela é muito...você sabe... ---Isso dá dinheiro? ---Eu ganho muito bem! Você tem namorado é casada ou sei lá o quê? ---Nenhum e você? ---Também não! ---Quanto você costuma cobrar? ---Cobro cento e cinqüenta, duzentos, duzentos e cinqüenta. Agora para empresárias e mulheres de deputados o preço salga. E têm aquelas especiais que faço por prazer! ---Iniciou nessa área já tem quanto tempo? ---Tem três anos! ---Que pé é esse? --- perguntou ela. ---Pé! Onde pé? ---Lindinho só tem nós dois aqui nesse breu, então o pé é seu! ---Ah, desculpa, sabe que nem percebi. ---Está bom, mais voltando ao assunto, então você é bom no trem, faz de tudo? ---O que é fazer de tudo pra você? ---Anal, vaginal, oral, lugares diversos, posições diversas e acessórios etc.. --- Qual desses você mais gosta? ---Todos! Sem preferência! Qual a sua altura? Estou perguntando somente a altura heim? ---Eu tenho um metro e setenta e oito. Ele você quer saber? Desculpa tá! ---Só sua altura está bom!!! Eu tenho um e setenta. ---O que você faz quando está com um homem? --- perguntou ele. ---As preliminares são fundamentais e você? ---Eu chupo bem gostoso, até ela se contorcer na minha boca. Passo a língua por todas as curvinhas e retas terminando no seu rabinho... ---Sabe que eu ia me dar bem nessa profissão!!! ---Por que você se daria bem? ---Sou safada como você! E sem cobrar levo os homens às alturas! Imagina se cobrasse!? ---O que você faz que levam eles as alturas? ---Segredo!!! ---Fala pra mim vai... ---Digamos que sei muito bem como usar os recursos do corpo. ---Como assim? ---Sei onde, como e quando empregar a língua, as mãos, as unhas, os seios, os fios do cabelo... ---Que delícia.... Como o homem deve ser pra você? ---Me basta apenas que ele tenha algo na cabeça. A de cima viu!!! --- falou ela. ---Como são os seus seios? ---Lindinho você né! Curioso nem um pouquinho! ---Ah não! Está bom fazer o que né! Onde você gostaria de receber um pau bem gostoso? Na vagina, no rabinho ou na boca?? ---Em todos os lugares, porque se faz muito em um o outro fica na falta. Então em um mesmo ato sexual as entradas têm que variarem. E onde você mais gosta de colocar? ---Eu gosto de colocar ele numa bucetinha bem gostosa, molhadinha e depois num rabinho quente! Você gosta que ejaculem em você? ---Podem ejacular onde quiserem, na minha bunda, na minha barriga, na minha cara e se for na minha boca eu engulo tudinho e peço mais! ---Você é demais! Demais! Você se masturba com freqüência? ---Não gosto de masturbação; pois ela não me satisfaz. Prefiro mesmo um homem com um pênis vivo e quente me fodendo por todas as minhas entranhas. Gosto de beijos e que me pegue! E você se masturba muito? ---perguntou ela. ---Não muito e pra falar a verdade, agora estou com ele na mão. Se importa? ---Não me importo; pois na ausência da luz os desejos ocultos se exalam e a intimidade se apresenta em forma de liberdade. E o que você está fazendo com ele na mão? Me conte! ---Estou acariciando a cabeça que lacrimeja de vontade só no ouvir a sua voz. Você gosta que ele entre tudinho na sua bucetinha? ---Que enfie tudo e se não der uma doidinha não tem graça!!! ---E no cuzinho você deixa entrar tudinho também!? ---Ou é tudo, ou é nada e não pode faltar nem um pedacinho dele!!! ---Que gostosura... ---Faz o seguinte... ---O quê? --- perguntou ele. ---Esfregue as suas mãos uma na outra até que o atrito as esquentem. ---Está bom. Chapi...chapi...chapi... ---Agora passe a língua na palma de sua mão direita. ---Hummm...isso é bom. ---Feche a mão quente e úmida sobre o seu pau e movimente o prepúcio pra cima e pra baixo lentamente imaginando ser a minha boca. ---Hum...que tesão...assim vou ejacular... Mas antes eu quero meter na sua pomba até ela transpirar de êxtase aí coloco na sua boca, você o chupa sem parar e retorno a vagina. ---Desse jeito ficarei com os lábios vaginais inchados de tanto você meter! Mas...sabe que isso é bom, muito bom!! ---Aí estou ficando louco aqui! Não quer sentar o seu furico na minha vara aqui e agora! ---O que faria se eu começasse a sentar em seu ferro? --- perguntou ela. ---Chuparia o seu pescoço enquanto apertava os seus seios ferozmente. Você gosta que te fode com força? ---Com muita força! ---E gosta que passe alguma coisa no cuzinho primeiro? ---Não, tem que ser no seco! Mais que tal ao meter no meu rabo enfiar dois dedinhos na minha boceta simultaneamente e quando for colocar o caralho na minha buceta introduzir esses mesmos dedinhos no meu ânus? ---Você me deixa todo excitado! Estou quase pra te atacar e te foder toda!! ---Olha, que pode ser que eu te ataque primeiro! ---Você tem vontade de transar com mulher? ---Não, o meu negócio é homem! E quando tiver outra parada da GLS eu estarei no meio dos gays com um faixa bem grande escrito “Não há Nada Melhor do que Homem!!!” ---Me conta suas fantasias! ---Não tenho fantasias, porque pra mim a palavra fantasia é muito fictícia e passa a noção de que nunca se realizará. E os meus desejos são reais e bem concretos. ---Então quais são os seus desejos!? ---Com dois homens, com vários casais em troca e você? ---Tem muita coisa que quero fazer ainda! ---O que, por exemplo!? ---Como você, tenho vontade de ficar com mais de uma pessoa. Quero uma mulher e mais outro homem, mas nada de homo; pois o meu negócio é mulher. O outro cara é só pra intensificar o ato em animalesco e poder sentir o prazer dela fluindo pelos poros de sua pele! Fico só na expectativa de eu, uma mulher e mais um homem nos transformando em um só no sumo das estocadas e gemidos arfantes! ---Isso é bom! Ai...nem me deixe imaginar! ---Já pensou eu e outro cara fodendo a sua buceta e o seu cuzinho ao mesmo tempo!? Os dois enfiando profundo! --- falou ele. ---Não faz isso comigo que é judiação... ---A pena Gata é que deveria ter ficado mais um homem aqui, preso conosco! E se tivesse... ---Que barulho foi esse? ---Veio lá de cima! ---No mínimo devem estar tentando tirar a gente daqui, ou tentam ligar a energia! ---Afastem que vou abrir o alçapão e estou descendo. ---falou um homem entrando. Pam, catibum. ---Quem é você? ---perguntou o garoto de programa massageando o pênis. ---Sou o zelador e vim ajudá-los. Essa falta de energia já aconteceu ontem, também entre o segundo e o primeiro andar, mais era domingo e não tinha ninguém. Eu já liguei pra CELG que já está a caminho! ---Eu achava que chegando aqui poderíamos voltar pelo mesmo caminho que fiz, mas percebi que o retorno é muito difícil e perigoso. Creio que devemos aguardar o corpo de bombeiro. ---E como sabe que o corpo de bombeiro vai aparecer? --- perguntou ele encostando pela segunda vez o pé no pé dela só que dessa vez se ouviu um suspiro ardente dela. ---Deixei uma ordem pro meu auxiliar caso não retornasse em meia hora que ele ligasse para o corpo de bombeiro. E agora fico aqui no aguardo com vocês! Do que estavam falando mesmo!? Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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