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minha irma gemea e papai

tudo aconteceu ja faz alhuns anos. minha mae faleceu ficando eu minha irma e meu pai. eu e minha irma somos gemeos, na ocasião a tinhamos 17 anos. meu pai um cara grandão 1.90 - acredito que com 100 kg. sem barriga um cara bem bonitdo gentil e carinhoso. E possui uma fazenda, onde fica a maior parte do tempo, vindo para cidade nos finais de semana.eu e a mana temos 1.70 - cabelos castanhos - eu 80 kg ela 58 - belas pernas bunda gostosa.a falecer minha mae, tinhamos 8anos assim nossa convivencia foi muito intima. antes de perder o cabaço, ela ja andava dentro de casa so de calcinha, dormia nua, tomavamos banho juntos. ela perdeu o cabaço da seguinte maneira. Meu pai estava tomando banho, quando ela entrou nuasinha, dizendo que iria tomar com ele. Ele meio relutante dizendo nao, mas acabou cedendo, pois ela estava passando o sabonete nele todo, encostando em peu pau, que por sinal é um senhor pau, medindo 23cm. a esta altura ela pegava mesmo, esfregava seus seios nela e ele ficando cada vez mais duro, partriu pra cima. sairam do banheir foram para o quarto, sem se importar em fechar a porta. ela ja chupara aquela coisa linda, e ele virou o corpo dela e enfiava-lhe a lingua na bucetinha. fazendo ela gemer , gemer ate gosar. Ela pediu - paisinho enfia esta tora em mim nao aguento mais quero ser mulher. e ele nao fez de rogado foi entrando devagarsinho na bucete, ela gemendo de dor e tesão.socava, socava, até que os dois começaram a gosar juntos. nessa hora eu chegei e ví - fiquei louco por aquilo. mas depois conto outro

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rapidinha com o irmão de pois de uma

Olá , sou a Darlene Sofia , tenho 30 anos e sou Portuguesa , este já não é o meu primeiro conto , por isso penso desnessecario voltar a apresentar-me , mas para quem não leu o meu anterior conto , tenho dois filhos , e sou casada a 5 anos , e trabalho como secretaria numa empresa de advogados , tenho 1,67 cm e peso 60kg. Vou passar a citar o que se passou a 1 mês , tenho dois irmãos mais velhos , o Ricardo de 32 anos e o Paulo de 36 anos , ambos casados ,o Ricardo tem um filho de 2 anos , e o Paulo está prestes a ser pai a Carla , mulher dele está gravida de 8 meses, e vou explicar o que se passou, uma grande história por sinal . O meu marido , chega a casa por voltas das 18h00 , ele é informático, isto passou-se todo uma sexta feira, em minha casa tinha de visita o meu irmão Paulo e a minha cunhada Carla, o meu horário normal de saída e as 18h30 e com o transito chego a casa por volta das 20h00 pois ainda vou ao supermercado , os meus filhos , a maria com 6 , e o tiago de 3 estavam em casa do meu irmão Ricardo , iam lá passar a noite pois o filho do meu irmão , o Martim fazia dois anos e estavam lá numa festinha com os amiguinhos. Mas nessa sexta feira , as coisas na empresa estavam muito calmas e em vez de sair as 18h30 , sai as 17h30 , eu consegui chegar ao supermercado as 18h00 , fiz as compras e regressei a casa, onde vi na garagem o carro do meu marido , mas não vi o do meu irmão Paulo , ainda dentro do carro preocupada liguei pois pensei que o meu sobrinho estaria prestes a nascer, pois a Carla já estava grávida de 8 meses, liguei-lhe e ele disse-me que estava todo bem , mas que teve de ir ao trabalho para tratar de uns papeis , o meu irmão Paulo é enfermeiro, muito mais descansada estaciono o carro e entro em casa , não e costume , mas naquele dia entrei pela porta da cozinha e não pela principal , mas nada estava planeado , entro arrumo as compras e quando estava prestes a ir para a sala apercebo-me de um enorme silencio , preocupada subo ate lá acima e espreito pela porta do meu quarto onde vejo a minha cunhada grávida de 8 meses nua , em cima da cama , a gritar 'anda vem estou nervosa' , fiquei totalmente chocada mas nada fiz , fiquei a espreitar a porta, onde ouvi a conversa toda , entre o meu marido e a minha cunhada: querido vem , estou excitada! calma carla , queres mesmo fazer isto ? , eu vou te foder toda, não quero saber do bébe, tou com o pau todo teso , quero enfiar sem dó ai , calma , temos de pensar no bebe , mas eu quero muito gozar! Depois vejo o meu marido a lamber a cona da minha cunhada, e a enfiar dois dedos , enquanto ela geme que nem uma doida , depois vejo o pau dele a enfiar na cona molhadinha , e ela geme imenso e diz : com mais força , fode-me vá força vai seu cabrão enterra o pau! Mesmo chocada e abalada com a traição, não me controlei e despi-me e começei a enfiar os dedos , enfiei duas , depois tres, e comecei a gozar tambem , depois vejo o meu marido a por a minha cunhada de 4 e a enfiar o dedinho no buraco do cú dela ela grita imenso e diz que quer mais , ele enfia o pau e fica ali num vai e vem cerca de 20 minutos ate que ela diz : chega , já me arrebentaste o cú , pará e ele responde : então espera abre posso gozar dentro do teu cú ? E ela : tas doido? E ele: por favor , senão ainda te arrebento mais ! E ela : está bem vá E gozam os dois ao mesmo tempo , gritam imenso , fiquei abalada por me ter excitado ao ver o meu marido a trair-me , pouco depois o meu marido vai ao wc toma banho com ela e depois volta , e deitada na cama nua , o meu marido enfia a mao na cona dela , por detrás de mim vejo o meu irmão Paulo a enfiar o dedo no meu cú , e diz-me com uma cara esquesita : Estás a ver o que eles nós estao a fazer? Eu respondo : sim , mas não vamos responder na mesma moeda ! Ele: porque não ? Vá vamos deixa-me foder-te Fomos para o quarto do meu filho , e ele tira o pau para fora , eu começo a chupar e depois ele enfia na minha cona , teve de ser uma rapidinha , pois começamos a ouvir passos , e depois fomos tomar um banho , vestimos-nos e saimos de casa encenando que estavam a chegar . A verdade é que nunca ninguem soube disto , ficamos assim , ele fodeu com a cunhada , mas nunca o confortei com isso uma vez que eu fodi com o meu irmão , esta é a minha história!

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mae querida mae querida

Olá sou a Darlene e estou aqui para vos contar outro episodio passado na minha vida , este muito embaraçoso por sinal , como já tinha referido tenho 30 anos e 2 filhos , o que vou contar envolve tambem a minha mãe , Denise de 49 anos. Uma segunda feira , chego cansada do trabalho eram 20h00, tomo um banho , faço o jantar , arrumo todo , e já muito estafada deito-me a ver televisao, apesar de cansada , estava com muita vontade de foder, nesse mesmo dia o meu marido que costuma até chegar a casa mais cedo que eu , não estava pois tinha falecido uma prima do pai dele , e ele teve de se deslocar ao alentejo, a minha mãe Denise estava em casa comigo , a dormir no quarto de hospedes , pois tinha vindo a lisboa visitar a irmã que está internada , ela vive em coimbra e como não a queria deixar fazer uma viajem tao longa sozinha sugeri que ficasse em minha casa e ela aceitou. A minha mãe tem apenas mais 19 anos que eu , e uma mulher muito sofisticada , e uma avó babadissima por ser tao jovem , confesso que é optimo ter uma mãe jovem , vou entao passar a citar o que se passou , eu com uma enorme vontade de foder , não arranjei outra solução , decidi , certificar-me que os miudos estavam a dormir , e que a minha mae estava no quarto , para me trancar no meu quarto e por um dvd pornografico o nome do dvd era ' enfermeiras de turno ' um filme super excitante , e com o meu vibrador e com o meu dildo comecei a masturbar-me, adorei e gemi de prazer , até que a minha mãe entra no quarto e me vê , de imediato grita : DARLENE O QUE É ISTO ? E EU : mãe não é nada do que estas a pensar , desculpa e ela : mas filha já gozaste? E eu: não mae , o que eu queria era um pau bem duro . Aproximou-se de mim , e começou a lamber-me a cona , como se não houvesse amanha , e enfiou os dedos ,começou por um depois dois e acabou com a mao enterrada na minha cona , depois foi a minha vez, disse para ela se despir , ela assim o fez , e começei a lamber , depois a acariciar com circulos e depois com ajuda de vibradores , propocionei-lhe um enorme orgasmo. No fim ela não quis acreditar no que tinhamos feito e eu disse para ela não se preocupar , nunca mais voltou a acontecer mas a verdade e que adorei , e adorava repetir .

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A loira nos pega no flagra

A Kissy continua insistindo para que eu lave a louça do almoço em seu lugar. Então, me encho de coragem e, sem abandonar o meu passatempo favorito – que é o de navegar em sites de sexo lésbico –, digo malicioso que se ela não quer mais ter de fazer a parte que lhe cabe nas tarefas domesticas, “basta me liberar este seu corpinho tesudo”, de pequenos seios rijos e de belas ancas largas, “para que eu possa chupá-lo inteiro”, até fazê-la explodir num delicioso orgasmo. - Hum, me chupar inteira? – a ouço sussurrar. “Dos pomos a kikita”, eu penso aqui comigo mesmo. - Nem que a vaca tussa! – ela diz agora em voz alta. Dou um giro rápido de cento e oitenta graus junto com a cadeira estofada, o que me deixa de costas para o computador, que exibe na tela widescreen o meu vídeo favorito – no qual mãe e filha descobrem o prazer nos braços uma da outra –, e me deparo com a Agatha inteiramente nua parada sob o vão da porta banheiro. - Uau! – eu digo, arregalando os olhos. – O seu corpo... ele é... lindo...! - Eu acho exatamente a mesma coisa – ela diz, vindo em minha direção. Me levanto meio atordoado, o coração batendo descompassado e as pernas bambas – reações estas que são absolutamente normais – afinal, não se é todo dia que um homem da minha envergadura, no auge de seus vinte e sete anos de idade, tem o privilegio de ver a irmã caçula, doze anos mais nova, avançando para ele despida e toda insinuante. “O que você não faz para se ver livre das tarefas, hein?!” Uma vez tendo o seu alvo corpo, ainda molhado do banho, colado ao meu, a Kissy me beija a boca – louca! – com uma volúpia que eu, sinceramente, duvidava. A língua dela, comprida e absurdamente grossa, parece uma enguia nervosa a se entrelaçar a minha, cujas proporções são – imaginem! – igualmente descomunais. “Depois a vadia da historia é a Hyllary!” Então, de repente, a Agatha interrompe o nosso primeiro beijo, que já dura alguns minutos, não sei quantos ao certo, e fica de cócoras a minha frente. “Cara, eu estou desacreditado do que vejo!” Com ambas as mãos, ela me arria a cueca – peça esta que é a única na qual eu estou vestido – e o meu falo quente e latejante atinge em cheio o seu rosto ovalado de feições delicadas. - Nossa, Gô, que pau enorme! – a Kissy exclama, ao tomá-lo numa de suas pequenas mãos. – Vou chupá-lo inteiro! – e começa a punhetá-lo. “Se ele couber na sua boca...” - E se não couber eu chupo só a cabeça. - Você pode lamber também. - Tá, mais só depois da chupada, ok? - Faça com você achar melhor. - Ele é tão grannnmh! Mmmmh... - Pare de falar... e comece a chupar... maninha! *Slurp Slurp*... *Slurp Slurp*... *Slurp Slurp*... Porém, mal a Agatha havia iniciado uma gulosa – que em minha opinião é o jeito mais gostoso de ter a glande chupada –, quando somos pegos no flagra pela nossa prima, a já citada Hyllary, que nos passa aquele sermão, antes de se aproximar da gente e repetir parte do que a Agatha, seu eterno desafeto, me disse ao libertar o meu falo já ereto da cueca. -... Nossa, tio, que pau enorme! – e se coloca de joelhos atrás da Kissy, cujos olhos estão verdadeiramente assustados. – Pode continuar chupando ele, priminha – a Hyllary diz, coma boca carnuda colada à orelha esquerda da Agatha, que não hesita em obedecê-la. –, eu já estou de saída... - Vê se não... aaah!... conta o que viu aqui... hu-hummmm.... pra ninguém, hein? – digo isso de maneira entrecortada, gozando dos prazeres que me proporcionava à boca igualmente carnuda da minha irmã caçula. A loira – como a Hyllary também é conhecida – se cala por alguns instantes, até que torna a falar; seu tom de tom de voz agora é insinuante e descubro um certo ar de malicia no olhar da prima mais gata que tenho. - Se a prima dividir a sua piroca comigo.... - Mas é claro que... ela vai dividi-lo... não vai... Kissy...? - Shó shí fô aora! – ela responde como meu pau na boca. Então, a bela Hyllary – que acabara de comemorar os seus quinze anos de idade – também fica de cócoras ao lado da prima Agatha, que chega um pouco mais para a esquerda e passa a lamber o corpo descomunal do meu falo, liberando a minha glande para que a loira possa saboreá-la.

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Rogério e a Prima

Rogério e a Prima Rogério e Eulália eram primos irmãos. Ele com 18 Anos, ela com 16. Naquele domingo iam para o sitio da família, tratar dos cachorros, um casal de “filas”, eis que o caseiro teria folga. Em lá chegando, buscaram as vasilhas, nelas colocando a ração, para cada um deles, e saíram á procura dos cães. No meio do quintal encontraram os dois, em um inusitado procedimento. O macho estava lambendo a buceta da fêmea, que estava quieta. Eulália perguntou: O que é isto? Que estão fazendo? Rogério explicou que a cadela estava no cio e que o macho iria transar com ela. Chamou Eulália para irem para o interior da casa. Ela não só recusou, mas lhe disse que queria ver e puxou o primo irmão para se sentar, com ela, na porta de saída da cozinha. Ali ficaram e ela colocou a mão na perna do primo, que estava de bermuda. Ele se apoiou nas duas mãos, colocadas para trás. Os cachorros continuaram na sua caminhada para o desfecho. O cão, com um enorme pênis, posto para fora, lambia apressadamente a buceta da companheira e ela esta quieta. De repente, ele subiu nas costas da fêmea e seu pau balançando no ar buscava a entrada daquela buceta, não a encontrando. Eulália se excitou com a visão e começou a apertar a perna do primo irmão, continuamente. De repente o cão encontrou a entrada e em um só golpe entrou e começou um vai e vem frenético. Eulália, apertando a perna do primo irmão, deitou seu rosto sobre o ombro dele, esfregando-o na face daquele que estava de seu lado. Rogério retirou um dos braços em que se apoiava e colocou as mãos na coxa de Eulália e a apertou e subiu sua mão até a calcinha dela que estava, inteiramente, molhada. Ela sem dizer nada, beijou o rosto ele retribuiu. Ela lhe disse que estava tendo uma sensação nunca sentida. Olhando o cão, viu quando ele desceu de cima da cadela e com ela permaneceu ligado. Não entendendo o fato, e pergunta ao primo irmão porque estavam eles engatados. E o ele lhe explicou que, diferentemente dos humanos, que ejaculavam golfadas rápidas, os cães o faziam gota a gota, e a natureza os prendias assim, para fecundar. Eulália se levantou e se dirigiu para o interior da casa, levando o primo irmão, de mãos dadas. E sempre o puxando, guiou para o quarto e se colocando frente a frente com ele, ofereceu sua boca, que foi tomada por ele em um beijo profundo. Frente a frente, ainda, viu quando ele lhe desabotoou a blusa e deixou seus seios á mostra. Ela lhe tirou a camisa e se abraçaram, peito ao peito e ela sentiu o membro rígido, agora, do homem a lhe tocara as pernas. Ela, instintivamente, começou a roçar suas pernas e a vagina no membro do primo irmão, que suspirava forte. Ele, delicadamente, se afastou e lhe tirou a saia e em seguida a calcinha. Ela estava nua, quando ouve ele lhe dizer, que nunca imaginou a perfeição daquele corpo, com a beleza dos seios, e a afastando tocou-lhe a bunda, que era bem torneada. Eulália , quase desfalecendo, sentou-se a beira da cama e pediu ao primo que ficasse, também, nu. Ele tirou a roupa e Eulália o elogiou e disse-lhe que não sabia que o seu pênis era tão grande. Beijaram-se, novamente e se deitaram, frente a frente. Ela lhe tocou e se disse surpresa com a grossura e rigidez daquele membro. Ele pediu que ela o beijasse levemente. E ela perguntou-lhe: posso? Com a resposta afirmativa, desceu o rosto até o pau daquele jovem homem, e, docemente o beijou, voltando o seu rosto para cima e beijando-o na boca. Ele pergunta-lhe se era ela virgem e teve a resposta que sim. Mais uma vez indaga se ela queria ver como os humanos gozavam e ela disse que queria e ele colocando a mão dela em seu pau, começou os movimentos de uma punheta que ela logo aprendeu e o foi levando. Em dado momento ele disse vou gozar. Ela, na expectativa, permitiu que aquele gozo se espraiasse em seu corpo. E se admirou... Beijaram-se e ele, ainda de pau duro, colocou a mão na buceta da mulher e observou o quanto molhada estava. E fez movimentos com a mão e introduziu um dos dedos e lhe perguntou o que ela sentia. Ela chorando, dizia que não havia coisa melhor no mundo. Rogério, com carinho, lhe perguntou: quer ser mulher? Quer que eu lhe foda? Quer sentir o meu caralho nas suas entranhas? Ela, surpresa com aquelas palavras, repetiu: Quer ser mulher. Quero que me foda? Quero sentir esse caralho gigante dentro da minha bucetinha. Será que ele caberá, dentro das minhas entranhas? Quero gozar como você. Quero sentir tudo o que a foda me der. Rogério maravilhado gritando lhe disse: Você vai ser mulher e eu serei o seu homem. Começaram a se beijar e permitir que as carícias tomassem conta e ele depois deste frenesi. Deitou-a de costas e lhe abriu as pernas, curvando-se e se permitiu a visão daquele buceta, cor de rosa, no seu interior. Ela de pernas abertas, segurou com ele o seu caralho, e o dirigiu para a porta de entrada de sua gruta, inteiramente molhada. Ele delicadamente, disse-lhe: meu amor ao entrar em você lhe tornará mulher. Ela venha, mas será que eu vou agüentar a penetração. Ele: sim querida serei delicado, além de que você está muito lubrificada. Ela: entre meu bem, abra o caminha para esta mulher, rasgue o meu cabaço. Estou querendo e esperando. E ele iniciou penetração. Ela: que coisa mais linda e mais gostosa. Entre mais. Esta vindo e cabendo dentro de mim. Venha e ele foi. Ela em um gritinho e lhe abraçando disse: sou mulher. Sou sua. Agüentei todo o seu caralho dentro de mim. Sou mulher e agora quero gozar muito. E ele em um frenesi, iniciou os movimentos e mal havia começado, quando ela gritou; Estou sentindo. Está subindo pelas minhas pernas. Estou gozando. É lindo, é maravilhoso. E ele continuou dentro dela, com o corpo sem movimento e lhe perguntou: está me sentindo. E ela, com alegria: Estou meu amor, todinho. Você não vai gozar? Eu já fui. Ele: não agora terei de esperar, para fazermos esse momento sublime juntos. Ela eu estou lhe amando. Ele saiu de dentro dela, beijando-a, demoradamente. Ela feliz perguntou-lhe: quando vamos repetir, para gozarmos juntos? Ele: Em brevemente. Mas eu tenho que lhe dizer que há outras formas de prazer para nós. Ela: não acredito. Que tipo? Ele muitas outras, como a punheta em mim ou em você, com a mexida, por você mesma, em seu clitóris. A penetração no seu cuzinho, com delicadeza e outros prazeres tão bons, quanto foder. Ela: meu Deus, esse pau caberá no meu cuzinho? Será? Ele: para experimentar, vou lhe fazer carinho. Vire e ela de bunda para cima permitiu que ele a beijasse nas nádegas e, após muitos beijos, que ele colocasse a língua em seu cuzinho, molhando-se e permitiu que ele penetrasse ali com o dedo e sentiu prazer. É bom mesmo. Posso sentir isso ai quando você quiser. Ambos, ali ficaram por mais pouco, quando se vestiram e foram embora para a casa.

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