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Meu amigo Rafael

Meu amigo Rafael Tente ler o conto "Iniciação" para entender melhor essa historia, que começou a muitos anos, e agora depois de anos encontrei novamente meu amigo Rafael no Shopping e ele pediu que eu fosse passar o dia com ele para ajudá-lo a estudar varias apostilhas, iria prestar um concurso e queria estar bem preparado. Eu o conhecia desde a escola primaria e sabia que eles tinham recebido uma educação diferenciada. Desde pequenos eles tomam banho juntos e ficam a vontade dentro de casa na frente de seus pais e transam entre si. Chegando lá fomos para o quarto dele e lá ele tirou a roupa ficando a vontade e pediu que eu tirasse também, mas fiquei acanhado e deixei a cueca pelo menos,mas, no decorrer do dia enquanto estávamos preocupados em estudar e fazer consultas na internet, a mãe Dª Maria, a irmã Sonia e ate seu pai Sr. Augusto entraram varias vezes, levando suco ou frutas. Eu ficava constrangido por estar de cueca, ate que em dado momento entra Da. Maria e a irmã Sonia, entraram para recolherem os pratos e copos. Ela se assusta a me ver de cueca e pergunta se o que eu estava escondendo era diferente do que seu filho e seu marido têm, pedindo que eu ficasse a vontade aqui todos são iguais e não vemos maldade nisso voce já sabe. Rafael então tomou a iniciativa e puxou minha cueca para baixo, quando eu fui levantá-la a Sonia acabou de tirá-la e pude ver que ela se entusiasmou em ve-lo mole ainda. Acabei ficando o resto do dia totalmente pelado e assim eu andava pela casa junto com eles. A tarde sua mãe vem e chama para tomarmos banho, Rafael disse vamos, depois voltamos a estudar mais um pouco. Pensei que iria tomar banho com ele, pois quando criança faziamos troca-troca todos os dias na volta da escola, mas quando entramos no banheiro sua mãe já estava lá toda ensaboada e pediu justo a mim para esfregar-lhe as costas. Eu estava pasmo ao ver aquela coroa enxuta, nua, sem o menor constrangimento. Comecei a esfregar-lhe as costas e a apreciar seu belo corpo, sua bunda arrebitada, sua xana raspadinha e gordinha parecendo uma almofada, e com esses pensamentos fui traído pelo pau que logo ficou em posição de ataque, eu não queria que isso acontecesse, mas, aconteceu. Ela ao ver o pau duro esboçou um sorriso maroto e disse ao filho Rafa, eu sabia que isso iria acontecer, mas vou dar um jeito, agachou ficando de quatro em minha frente segurou minha vara e a posicionou na sua xana, eu empurrei e a xaninha a engoliu toda. Bombei varias vezes e notei que o meu amigo vibrava com o acontecimento, e eu bombando firme naquele belo trazeiro, não percebi que ele saiu e foi chamar sua irma. Os dois ficaram olhando eu acabar a relação amorosa com sua mãe, a Irma tirou a roupa e falou que ela iria tomar banho agora e eu faria companhia, esperou sua mãe sair entrou e comecei a esfregar-lhe o corpo daquela bela donzela. Ela fazia gestos e apertava meu pau provocando-me para que logo eu estivesse de pau duro, o que aconteceu rapidinho. Rafa e sua mãe saíram, ficamos a sós, ela se mostrou uma formidável parceira, mamava e acariciava as bolas com suas mãos macias, apertava minha bunda, levando-me ao extremo da excitação. Não agüentando mais a encostei na parede abri-lhe as pernas e soquei na xana tudo o que ela queria, mas nessa posição não tem jeito de entrar tudo, então ela se vira, fica de quatro e pede que eu enterre o pau sem dó. Quando já estava ejaculando enchendo-lhe de leite, ela gemendo de prazer, acabou chamando a atenção do pai, que abriu a porta e viu eu me acabando na bunda de sua filha, ficou interessado em tomar banho também. Tirou a roupa e disse que Rafa estava dando um trato na mãe lá no quarto e que logo voltaria para tomar banho também. Ela se lavou e saiu, fiquei com o velho Augusto, que pediu que eu o lavasse, comecei a ensaboá-lo e não pude deixar de observar a bela vara que ainda mole mostrava ser respeitosa. Esfreguei seu corpo rapidamente e fui lavar o que mais me interessava, e comecei carinhosamente a esfregá-la e alisá-la, ela foi tomando corpo, ele me pedia para acariciá-la, eu o fazia com muita boa vontade, meu cuzinho já estava pedindo rola e piscava sem parar. Ele todo lavado e com a verga dura, não pude agüentar e fui de boca naquela bela pica e mamei como bezerro desmamado. Ele se contorcia se mexia, e pedia que eu ficasse de quatro, mas eu não tirava a vara da boca, estava uma delicia grossa, dura e latejando. Quando não agüentava mais, virei ficando de quatro e abri bem minhas nadegas, oferecendo-lhe meu cuzinho, que ele espetou e enfiou, socando-me aos poucos toda aquela vara. Eu gemia e urrava de prazer e ele como mestre socava e batia com força suas bolas em minha bunda. Gemi e urrei tanto que acabei chamando a atenção dos demais, e quando ele começou a ejacular eu fui ao extremo e ao levantar a cabeça, vi os três na porta a sorrir, enquanto o velho dava os últimos retoques no meu rabo. Entraram todos no box, nos lavamos e lavamos o Rafa, que já estava exausto também, por ter atendido aos reclamos de sua mãe lá no quarto. Todos satisfeitos, por hora, fomos tomar um lanche e voltamos a estudar no quarto, sua Irma veio para nos ajudar e não saiu mais de perto de mim. Mas depois eu conto mais

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Iniciação

Iniciação Quando criança morava em um bairro retirado e tinha como amigos e companheiros de escola o Rafael, o Barros, o Nelson e o Clovis, o mais velho e maior da turma era o Rafa, que morava proximo a minha casa. Íamos a escola a pé por quase três quilômetros, e para encurtarmos o caminho, passávamos por uma trilha que havia em um terreno baldio cheio de mato. Eu era o menor de todos, e por ser meio gordinho era o que tinha a maior bundinha, por isso toda vez que passávamos por esse terreno baldio parávamos para urinar, e quando abaixávamos os calções, todos passavam a mão em minha bunda e a elogiavam. Eu achava normal, coisa de menino, ate gostava da brincadeira, sentia-me orgulhoso, o único que despertava atenção dos demais, ate que certa vez, o Rafa começou a querer enfiar o dedo no meu cuzinho. Na hora achei ruim, não queria de jeito algum, mas acabaram me convencendo, alegando que todos faziam e era muito gostoso, deixei para experimentar, achei gostoso, aqueles dedinhos entrando e massageando as bordas do meu cuzinho, rodava no meu buraquinho, me dava muito prazer e daí por diante todos os dias eu queria e era dedilhado por todos, gostava da brincadeira.Eles enfiavam o dedo e depois esfregavam os pintinhos na minha bunda, eu ficava arrepiado quando sentia aqueles pintos duros passar pelo rego e cutucar o meu cuzinho, achava graça, gostava, retribuía rebolando achando que não tinha maldade alguma, que era só brincadeira. Mais tarde, outro dilema, queriam que eu chupasse os seus pintinhos, eu não queria nunca tinha colocado um pinto na boca, eles me pressionaram dissendo que se eu não chupasse eles paravam de me dedilhar, coisa que eu ja estava acostumado, gostava e ate sentia falta. Novamente, acabei cedendo, enquanto chupava um, o outro enterrava e rodava o dedo no meu rabo, eu adorava aqueles dedinhos massageando meu cuzinho, com o tempo, me acostumei e gostava. Com as dedilhadas e as cutucadas que eles davam eu ficava excitado e no fundo o que eu queria realmente era ser penetrado mas, por vergonha, não deixava transparecer esse meu desejo. Os dias foram passando, as brincadeiras aumentando, eu gostando cada vez mais, não via à hora de chegarmos nesse local para brincarmos e alguns dias depois o Rafa resolveu enfiar o seu pinto, que era o maior e mais grosso, no meu cuzinho, vibrei com a ideia mas não podia deixar transparecer que queria, então retruquei, esperneei, fiz um charminho, mas não conseguia tirar o olho daquele lindo cacete que eu gostava de chupar. Senti um calor, em saber que aquele pintão ia entrar no meu rabinho e medo, em pensar que aquela vara pudesse rasgar o meu cuzinho mas, não adiantou, com a vontade que sentia e sendo forçado pelos outros fiquei de quatro. O Rafa lambuzou com saliva seu pau que já estava de bom tamanho e encostou no meu buraquinho aquela cabeça vermelha e quente, senti um arrepio de frio, tentei sair, mas segurado por tres não deu, ele abraçou-me pela cintura e empurrava devagarzinho, e foi forçando a entrada, meu cu se abria contra a minha vontade. Aconselharam-me a abrir bem as pernas, Rafa arreganhava bem minhas nadegas facilitando a entrada, doeu um pouco, quase gritei, mas devido às dedilhadas já estava um pouco dilatado, e assim que a cabeça passou, a dor foi diminuindo, fui sentindo um prazer enorme, meu cu sendo arregaçado e recebendo a bela vara. Os outros me incentivando passavam as mãos na minha costa, alisando e segurando-me, apesar da dor eu estava gostando, comecei a rebolar e ajudei a entrada, adorei quando a senti todinha dentro de mim. Rafa bombava pausadamente levando-me ao prazer maximo e eu mamava com gula as picas oferecidas,recebendo vara na boca e no rabo, deixando o caminho aberto para as demais, que vieram depois uma a uma, adorei a experiencia. Depois que todos massagearam meu rabinho com seus pintos duros, fomos embora, eu me sentia realizado, com o cuzinho pegando fogo e ardendo, mas contente, eles elogiando-me por ter agasalhado todos os pintos e pelo cu gostoso. Chantagearam-me novamente, dizendo que ninguém poderia saber disso senão eles nunca mais me enrabariam e ainda contariam para meus pais, eu ia ficar sem companhia. Fiquei o resto do dia com o buraquinho doendo, mal dava para sentar, mas achando gostoso o que eles fizeram e no outro dia já estava ansioso por aquele momento. Todos os dias na ida à escola eles enterravam o dedo mo meu rabo e ao sairmos da escola vinhamos correndo para o mato, para aproveitarmos melhor o tempo. Assim que chegavamos eu tirava o calção e começava a chupar e lubrificar com saliva o pau do Rafa, os outros passavam a mão, mordiam e beijavam minha bunda, eu gostava de servi-los e dava para todos. Rafa sempre o primeiro a empurrar seu belo cacete no meu rabinho, os outros vibravam quando ele enterrava a vara e desviavam minha atenção ficando em minha frente com seus pintões para eu chupá-los, eu adorava e revesava chupando um pouco cada um. Depois um por vez socava no meu rabo, e bombava varias vezes, nem chegavam a gozar, eu me deliciava em poder servi-los, gostava das estocadas que eles davam. Isso durou muito tempo, brincávamos na ida com os dedos e na volta, eles me estocavam e com o tempo começaram a gozar e lambuzavam minha bunda, eu gostava, me deliciava. A casa do Rafa era a que ficava mais próxima da minha e sempre que estava com vontade de dar, eu ia em sua casa com a desculpa e estudar, mas ele a me ver batia na minha bunda e falava "veio istu dar" eu simplesmente sorria. Entravamos no seu quarto, ficávamos trancados e aí era só alegria, eu matava a fome, mamava naquele belo cacete, depois sentava e rebolava ate sentir o leitinho dentro de mim. Certo dia, não trancou a porta e sua mãe entrou e nos pegou transando, eu com toda a vara dentro do meu cu, sentado em seu colo suspirava de gozo e bundava pedindo que ele enfiasse mais. Na hora eu queria morrer de vergonha, mas ela foi compreensiva colocou-nos sentados na cama, e dirigindo-se principalmente a mim me alertou e me fez ver que era normal transar, mas que deveríamos ter cuidado e sempre nos prevenir-mos. Falou da forma de educação que deu aos seus filhos, aqui em casa ficamos nus e transamos entre nós mesmos para não correr o risco de pegar doenças e apreendam que sexo é coisa natural do ser vivo, todos os animais fazem isso para procriar, só o ser humano carrega doença porque transa com todas as outras raças de animais. Depois desse sermão e orientação falou que das próximas vezes que eu fosse a sua casa, nao seria necessário trancar a porta por que todos transam entre si e sabem que isso é coisa natural. Depois dessa, fiquei muitos dias sem ir lá, mas confesso que estava com uma vontade daquelas, ate que o Rafa me chamou, fui com uma vergonha danada, quando cheguei todos esperavam por mim na cozinha. O Senhor Augusto pediu para o Rafa que me levasse ate o quarto para que eu pudesse deixar a tralha da escola e voltasse para tomarmos café. No começo é difícil ficar pelado na frente dos demais, mas o seu pai sempre muito solícito me ajudava estando sempre por perto,e foi ai que comecei a perceber seu interese em minha bundinha tambem, e como aqui todos andam assim dentro de casa, logo me acostumei com a idéia. Depois de alguns meses eles se mudaram e por muito tempo ficamos sem contato, eu sem coragem de fazer novas amizades, acabei ficando sem parceiros, por muito tempo. Os outros garotos também cresceram, se mudaram, foram trabalhar em outras cidades e nunca mais tivemos contato. Fiquei anos no armario mas, agora, a pouco tempo atrás, reencontrei o Rafa na saída de um Shopping, veja “Meu amigo Rafael” eles voltaram a morar perto de minha casa. Eu já voltei a freqüentar sua casa e quando o Rafa não está quem aproveita e o Augusto seu pai, que aprecia um bom rabinho. Depois eu conto mais.

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Pai do Rafael

Pai do Rafael Fui ao centro fazer algumas compras para presentear um amigo que aniversariava e acabei encontrando o Sr. Augusto, pai do meu amigo Rafael. Conversamos um pouco e ele convidou-me a ir para sua casa, pois estava com o carro no estacionamento. Aproveitei a deixa, assim que terminamos as compras passamos num barzinho tomamos um lanche rápido e fomos para sua casa. Ao chegarmos ele me disse que todos estavam fora e só retornariam a noite. Como já estive lá há alguns dias atrás, leia "Meu amigo Rafael", e acabei lavando e sendo enrabado pelo Sr. Augusto no banheiro, pressenti que ele tinha ficado com vontade de realizar o serviço de novo. Na hora fiquei com vontade também, de agasalhar aquele belo cassete e meu cuzinho começou a me trair, piscando e ficando úmido, deixando-me todo arrepiado. Augusto, como ele gosta de ser chamado, convidou-me para irmos tomar banho dizendo que tínhamos muito tempo para brincar, eu estava eufórico, era o que eu mais queria, já tinha sentido que o velho é muito bom de vara e sabe fazer o serviço, agora eu poderia satisfazer-me a vontade, a sós com ele, a farra ia ser boa. Tiramos a roupa e se enfiamos debaixo do chuveiro, eu o lavava e passava a mão no seu pau e na sua bunda, mas não agüentava muito e acabava com o pau grosso e forte na boca. Chupava um pouco, ele tirava e vinha morder minhas nadegas e enfiava seu dedinho no meu orifício, fazendo-me vibrar de tesão. Pincelava com seu pau o meu rego, eu pedia que ele enfiasse, mas ele brincava com o cacete e com minha bunda deixando-me alucinado de tesão. Eu vibrava só em pensar em ser enrabado por aquela bela vara, fazia de tudo para que ele a enfiasse em minha bunda, mas nada ele brincava e deixava-me cada vez mais doido. Depois de algum tempo, eu já estava ficando irritado com tudo aquilo, queria sentir a vara dentro, mas ele só pincelava, beijava minha bunda, enfiava o dedo mas, isso não me completava eu queria sua vara, grande, grossa e forte. Saímos do chuveiro, nos enxugamos e fomos para a cama, eu sempre segurando aquele belo mastro. Deitei-me de costas com as pernas fora da cama ele entrou no meio delas ergueu-as, colocou no ombro e já com o pau lambuzado de gel direcionou-o para o meu cuzinho que a esta altura piscava sem parar chamando pela vara. Quando o Augusto encostou a cabeça na porta de entrada, senti um calafrio, juntei as pernas atrás das costas dele e puxei-o de encontro a mim, fazendo aquele cacete sumir no meu rabo, relaxei com a vara dentro e só sentia as estocadas que ele dava forte e fundas. Ficamos alguns minutos assim e logo meu rabo começou a sentir o pau crescer e foi inundado por um mar de leite quente. Sentia-me deitado nas nuvens e não pensava em nada só me deliciava em sentir aquele calorzinho dentro de mim. Ele tirou o pau, deixando a sensação de vazio no meu rabo, limpei-o, e imediatamente o abocanhei e comecei a sugá-lo, tomava seu caldinho, ele espremia minha cabeça de encontro ao seu saco, eu sentia a cabeça do seu pau chegar em minha garganta. Quando o pau voltou ao seu estado normal de trabalho, duro, grosso e pulsante, virei-me e soquei meu cuzinho todo lambuzado de porra nele e o escondi de novo no meu rabo. Agora eu mandava o jogo, Augusto de pé, olhava a gula do meu rabinho que rebolava, socava e espremia seu pau sem a menor piedade. Quando o pau começou a crescer de novo, puxei-o e fui me deitando com ele nas costas, arreganhei ao maximo minhas pernas enquanto Augusto socava a vara e espremia minha bunda. Quase desmaiei de prazer quando senti as golfadas de leite quentinho entrar em minha bunda, fiquei largado na cama ate sentir que o pau amoleceu e saiu. Lavamos-nos, fomos tomar um café na cozinha, vi um pote de geléia de morango em cima da mesa, não perdi tempo, lambuzei o pau do Augusto, e comecei a chupá-lo com esse sabor, uma delicia. Ele em pé encostado na mesa e eu lambendo os dois morangos e o talo, ele urrava quando eu retorcia a cabeça do pau com a língua. Não agüentou muito tempo me virou deixando-me de quatro, com as mãos apoiadas na cadeira minha bunda ficou bem exposta ele lambuzou com a geléia e disse: agora como cu com sabor morango, e foi enfiando aquele tarugo todinho no meu buraquinho. Pau melado e bunda melada, quando ele estocava fazia barulho, e nos deliciávamos com aquilo e assim foi ate fazermos a batida de morango com leite. Voltamos ao banheiro para nos lavar e descansarmos um pouco, nos vestimos para esperar a pizza que Augusto pediu, a devoramos rapidamente, limpamos tudo, aguardamos um pouco e ele pediu que eu o ensinasse a curtir uma rola como eu o fiz. Tiramos a roupa novamente e, bem isso já é outra historia que depois eu conto.

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ARROBEI O CUZINHO DELA SÓ PARA SAIR DO MEU PÉ

Isso que vou contar aconteceu comigo recentemente. Nunca gostei de me envolver com mulher casada pois eu acho muita sacanagem destruir uma família já com filhos e estas coisa próprias de um casamento. Claro que não vou revelar o nome dela vou apelidá-la de Loira. Ela não possui um corpão: magra, bunda pequena, pernas fina, seios pequenos etc. Um detalhe, apesar de ser magra era muito bonita, principalmente na cor dos olhos. Saí com ela várias vezes este ano. Antes dela casar já tinha me envolvido com ela mas acabou em nada. Encontrei com ela em uma das baladas que costumo ir. Estava eu lá com meus amigos quando saí dar uma volta pelo salão encontrar alguma fêmea. Dei de cara com ela: - E aí Loira sumida hein! - Oi. Você que sumiu! Dei-lhe um beijo e dançamos um pouco. Nesse encontro que começou minha dor de cabeça. No fim do baile dei-lhe uma carona. No carro dei uns pega bem gostoso. Como já conhecia o fogo que tinha eu sabia o que ela iria fazer. Entre os beijos ela já levou a mão no meu pau e alizava por cima da calça. Sem pensar muito dei partida no carro e a levei para minha garagem. Coloquei a conchonete no chão e passei a rola com vontade. Comi a noite inteira. - Oh Loira que bucetinha quente. Que delícia! - Ssssss...isso mete esse pau seu safado. Come sua putinha, come! Socava o pau bem gostoso naquela gruta molhada de tesão. Ela por sua vez gemia pedindo rola: - Assiiim...vai com força, mete. Coloca até o saco meu garanhão aaaiiiiiiii...meeeteeee, vaaaaiiiii... Passei o ano comendo essa loira. Confesso que várias vezes tentei fugir dela mas por ser solteiro e louco para meter não resistia por muito tempo. Eu tinha pena do marido dela. Na verdade ele não liga para ela. Tanto é verdade que ela tem passe livre para ir onde quiser. Tenho pena mesmo é das crianças, duas lindas meninas e isso me incomodava muito. Para não prolongar muito com este conto quero ir direto ao assunto. Atualmente estou saindo com outra mas esta semana a loira ficou me ligando a semana inteira e de saco cheio, ontem (20/12) retornei perguntando o que queria: - Fala Loira. Você me ligou a semana inteira só que não pude atender pois estava sem crédito! (Mentira) - Pensei que não queria falar mais comigo! - Já falei pra você sobre isso Loira! - O que? - Não é legal isso que estamos fazendo e... - Mas eu gosto de ficar com você. Eu não dou mais para meu marido e sinto falta de pau né! - Mas você é casada, tem filhos... - Meu casamento já acabou só estamos morando juntos! - O que você quer comigo então? - Vamos sair hoje. Estou louca pra meter. Quero sua rola fudendo minha bucetinha! Nessa hora meu pau estava dura como uma rocha e acabei topando. Encontrei-me com ela demos uma volta pela cidade, paramos em algum lugar, bebemos uma cerveja e toquei para o motel. No quarto já fomos tirando a roupa. - Aiii meu gostosão...me dá seu pau, veeeemmm... Que chupada gostosa. Ajoelhada na minha frente e empurrando todo meu pau na garganta. Tirava, batia no rosto, lambia a cabeça e engolia de novo. - Aiiii que pintão gostoso. Adoro sua rola, safado, pintudo... Não aguentando mais peguei-a no colo e joguei na cama, abri suas pernas e enfiei o pau. - Toma safada, toma rola. Não é isso que você queria sua safada! - É isso sim, manda vê gostosão. Arrebenta minha buceta que estava com saudade de sua pica... Desde que saíamos sempre tentava comer o cuzinho dela só que nunca deixava mas de tanto me encher o saco na semana pensei comigo: Hoje como o cú dela nem que seja a força. Comi tanto a buceta dela que já estava ficando vermelha de tanto levar pau. Pedi que ficasse de quatro, coloquei um travesseiro por baixo e ela se posicionou melhor deixando a bundinha empinada. Comecei a socar em sua buceta. - Iiiisssoooo...delícia...ssssss...aaaiiiiii...adoro rola...come essa buceta meu macho, come... Comia e olhava o cuzinho dela. Tomei coragem, tirei o pau da buceta e encostei no cuzinho. - NÃO, NÃO! - O QUE VOCÊ VAI FAZER? - Relaxa que não vai doer nada! - NÃO, PARA, PARA, NÃO, NÃÃÃÃO! Comecei a empurrar bem devagar. Realmente estava bem apertadinho significando que o cuzinho era virgem mesmo. Tentava escapar mas com meu peso por cima não tinha jeito. - NÃÃÃÃOOOOO...PAAAARAAAAAA...ESTA DOENDO CARALHO! A cabeça entrou e fui aos pouco colocando o resto. Que cú gostoso, delicioso. - AI, AI, AI...SEU FILHO DA PUTA! Ela gritava, me xingava e eu bombava sem dó. - Toma rola Loira, eu gosto de comer cú e você sabe disso pô! Ela começou a chorar e eu bombando. Pensei em tirar o pau mas estava tão gostoso que mudei de idéia. De tanto socar o pau a safada já não chorava mais e sim gemia de prazer. - Ssssss...você me paga seu desgraçado. Eu nunca dei o cú pra ninguém, nem pro meu marido... - Não quero nem saber. Você não queria sair comigo. Sempre pedia o cuzinho e você só me dizia não agora está levando rola no rabo à força! - Isso dói seu bosta. Nunca pensei em dar meu cú! Ela reclamando e eu enfiando meu pau bem gostoso. Como demoro pra gozar fiquei um tempão arrombando o cú da loirinha. Num dado momento senti que não dava mais pra segurar e anunciei que iria gozar: - Loira vou gozar no seu rabinho tá! - Goza e termina logo com isso que meu cú está doendo. - AAAAAAAAAAAAA...GOSTOSA...CUZUDA DO CARALHO...Toma meu leitinho no cú safada! - Goza, goza tudo no meu cú. Você já arrombou mesmo! Como gozei. Enchi o cuzinho dela de porra. Meu pau latejava de tesão em seu cuzinho. Tirei e olhei o estrago que fiz. Ficou arrombadinho e cheio de leite. Ela ainda ficou com a bundinha empinada para esfriar o cú. Alguns minutos depois ela foi para o chuveiro meio descadeirada e passando a mão no cuzinho. Tomou um banho e veio deitar-se novamente do meu lado sem dizer uma palavra. Descansamos e fomos embora. No caminho ela tocou no assunto. - Você é foda mesmo comeu meu cuzinho a força! - Mas eu falei pra você que qualquer dia iria comer seu cú nem que fosse a força! - Sacanagem. Nunca passou pela minha cabeça dar o cú pra ninguém! - Sempre tem a primeira vez. O bom que foi eu quem tirou o cabacinho do seu rabinho. Que cú gostoso loirinha! - Fala sério, você também gostou não gostou? - Ah no começo foi ruim depois parou de doer e ficou gostoso. Não sabia que era bom desse jeito! - Isso significa que vai rolar de novo Loira! - Não sei. Vou pensar no caso. Essa rola fudeu meu cú de um jeito que pensei que fosse morrer! Deixei-a próxima sua casa e fui embora feliz da vida por ter arrombado um cuzinho virgem. Agora espero que não me ligue mais pois não quero atrapalhar sua vida. O problema vai ser quando estiver com vontade de comer uma buceta e um cuzinho e não achar mulher. Aí meus amigos vai ela de novo. Se você mulher gostou do meu conto me mande um e-mail para conversarmos um pouco, trocar experiências e coisas mais. Beijos. Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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Carnaval misterioso

carmem era uma linda mulher morena, de cabelos encaracolados, negros sobre os ombros, tinha os olhos castanhos vivos, uma boca carnuda, belo corpo... onde passava chamava atenção, ela tinha muitos namorados, pois era muito cobiçada e todos a desejavam. carmem gostava muito de carnaval, que já estava se aproximando então ela mandou fazer uma linda fantasia de dançarina de cancã, um bustiê, uma saia longa de babados apenas na parte de traz, onde parte da frente era apenas coberta, com um biquíni, meia arrastão preta, sua fantasia era vermelha e preta, uma rosa nos seus lindos cabelos negros e lá foi carmem com seus amigos se divertir... já passava de meia noite, há essa altura carmem estava alcoolizada. conversando com seus amigos, carmem avistou um homem moreno, que estava vestido com uma bermuda branca, camisa com listras vermelhas e pretas e um chapéu branco, que lhe dava certo charme, ao vê-la olhando. ele começou a flertar com a mulher, até que a convidou para beber com ele, sem perguntar nada aceitou prontamente... passaram-se as horas, eles já estavam aos beijos... até que ele a convidou para ir para um lugar menos movimentado, prontamente ela colocou os braços na cintura dele e o acompanhou, sem dizer uma palavra, caminharam os dois, chegando a um lugar tranqüilo com um grande portão de ferro. ele abriu o portão, e disse: - entre! ela entrou e perguntou: - é aqui que você mora? ele respondeu: - sim, aqui é meu jardim realmente havia um ótimo perfume de flores, por todo lado e o lugar era grande, mas não dava para ver direito, por que estava tudo muito escuro... ela perguntou: - não vamos entrar? ele respondeu: - para que? está muito quente e aqui fora é mais agradável! ela disse: - não tem perigo de sermos vistos, aqui? ele disse: - não, eu moro aqui e essa hora quem iria vir aqui... então ela logo começou, a tirar sua bermuda e colocou aquele pau enorme na boca, onde sentiu todo aquele volume dentro da sua boca, num vai e vem desenfreado, ela já estava excitadíssima, ele começou a passar sua língua quente primeiro pelo seu pescoço e logo depois foi descendo até seus mamilos que a está altura já estava duros e loucos para serem engolidos pela aquela boca, e ele chupou,mamou e mordeu com desespero! descendo logo para seu ventre, onde sua língua era ávida e muito hábil, ela se arrepiava toda de desejo... já estava nua pedindo, por favor, para aquele homem enfiar logo seu cacete dentro do seu corpo, que suplicava de desejo, então ela colocou suas pernas sobre o ombro dele e ele enfiou todo seu instrumento de prazer dentro da sua amada... ela rebolava pedia mais, mais, mais... e ele atendia sem ressalva, horas ela ficava de quatro e dizia para ele comer o seu cuzinho, prontamente ele atendia, sem parar... aquele homem era insaciável, tinha aquela pegada que toda mulher sonha em ter um desse jeito... e foram horas nessa luxuria desvairada, até que carmem adormeceu ali mesmo... ao acordar, ela estava completamente nua dentro de um cemitério... ela ficou desesperada, se vestiu rápido e saiu... voltando para casa e muito triste por sentir que foi enganada por aquele homem que se dizia morar ali, onde ela imaginara ser um grande jardim de onde ele morava. à noite carmem voltou, ao bar perguntando se alguém conhecia aquele homem, ninguém conhecia, pois nem nome ela perguntara a ele, todos falavam numa boca só nunca vi... passaram os anos, e carmem diz ate hoje que aquele homem, não pertence a este mundo, somente o que restou foram as lembranças... mentira ou verdade, quem sabe? olá! meus queridos leitores! estou tentando mudar um pouco os estilos dos meus contos se por acaso vocês tiverem uma historia fantástica, para eu desenvolver não deixe de escrever, não quero a historia quero apenas dados. quero também que vocês, dêem suas opiniões. mais uma vez, agradeço a paciência de todos.

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Encontros Íntimos

Encontros Amorosos