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VOCÊ EM MIM E EU EM VOCÊ

Você em Mim e Eu em Você Tony ---Próximo. Letícia ---Sabe que ainda penso em você? E não deveria, depois de tudo... Tony ---Tudo o quê? Letícia ---É a sua historinha de eu ser mais velha e blá, blá, blá, blá, blá... Tony ---Me perdoe, eu estava errado. Hoje reconheço isso. Letícia ---Não devia nem querer saber de você, mas não consigo; pois alguma coisa a mais aconteceu naquela noite. Tony ---O que teve a mais aquela noite? Letícia ---Não vou falar, não porque depois você vai me mandar rezar não sei quantos Pai Nosso e tantas Ave Maria. E eu não vim aqui pra rezar. Tony ---Vou fazer isso não. Letícia ---Ah...foi mais que físico, eu consegui transcendi o corpo. Aquele ato conjugal se tornou sublime, perfeito, semi-igual, sagrado. Eu era puro sentimento e zero carnal. Isso porque eu me perdi em você. Tony ---Hum. Letícia ---Acho que foi a maneira de você falar comigo, a maneira de você me tratar, de me beijar, de me tocar. Ah...pela primeira vez na vida eu fiz amor. E fiquei completamente apaixonada por ti. Tony ---Ontem sentou ao meu lado uma mulher que tinha o seu perfume. Aí você veio aos meus pensamentos de forma inesperada e enlouquecedora. De noite, demorei pra dormir, pensando em você e tudo o que já vivemos. Quase não consegui dormir pensando em você. Letícia ---Hum... Tony ---Não exista homem nenhum que não sinta saudades de você Letícia. Tentei te ligar várias vezes. Sabia? Eu queria tanto te pedir uma coisa. Letícia ---Fala. Tony ---Será que a gente não pode se encontrar pelo menos mais uma vez e viver tudo aquilo que aconteceu na minha casa? Agora meu coração acelerou mil por hora. Letícia ---Por que repetir só mais uma vez? Tony ---Vamos repetir então? Letícia ---Com todos os prazeres. Tony ---Mais ontem ao sentir o seu perfume no ar, você se fez presente em minha frente. Virando a minha cabeça de forma líbida. Fiquei louco de tesão. Letícia ---Sei. Tony ---Lhe contando isso e tendo você aqui do meu lado, ele está latejando dentro da cueca. Letícia ---Isso sim é uma coisa gostosa de se ouvir. Tony ---Não consigo ficar quieto aqui com você. Letícia ---Deve estar muito delicioso... Tony ---Estou muito excitado. Letícia ---Gostoso, gostoso, gostoso...deve estar pingando. Tony ---Você está me provocando. Letícia ---Se estivesse aí, iria passar a língua por cada curvinha do seu corpo. Tony ---Nossa você é demais. Letícia --- Passaria de leve, devagar, sem pressa alguma. Tony ---Nossa...você esta acabando comigo...ai, ai, ai... Letícia ---Iria esfriar a sua pele ou fazê-la esquentar ainda mais. Tony ---Ai meu Deus, ai Jesus. Letícia ---Devagarzinho, cada pedacinho do seu corpo. Até que minha língua encontrasse com o seu pênis duro e ereto. Tony ---Nossa...eu vou gritar de tanto tesão... Letícia ---E passarei a língua molhadinha sobre a cabeça do seu pau. Tony ---Gostosa. Imagina eu chupando sua bucetinha Letícia ---Ai...seria devagarzinho? Tony ---Sim. Letícia ---Estou morrendo de vontade de ser penetrada por você. Tony ---Vou meter...meter...meter em você bem gostoso. Letícia ---Ahhh... Você vai me fazer gemer no seu ouvido? Tony ---Farei você gritar no meu caralho. Letícia ---Vai me dar prazer constante e incessantemente? Tony ---Sim...sim...sim... Letícia ---Ah... Tony ---Imagina eu mordendo você do jeitinho que você gosta? Letícia ---Aonde você vai me morder? Tony ---Em todo o seu corpo. Letícia ---Ah...deixando-me roxinha por onde passar a sua boca. Que gostoso! Me morde, me morde todinha. Tony ---E eu vou meter o meu pau duro no seu cu, ao mesmo tempo vou enfiar dois dedos na sua buceta. Letícia ---Ai que gostoso. Estou morrendo de vontade de você. Tony ---Eu metendo no seu cuzinho... Letícia ---Me penetrando ferozmente sem parar. Tony ---Sim. Letícia ---Me fazendo gemer cada vez mais alto... Tony ---Metendo em você todinha, cada vez mais rápido. Até você gritar de tanto tesão. Letícia ---Você vai encher meu cu de porra? Tony ---Vou. Letícia ---E me deixar toda lambrecada de esperma? Ai amor, isso está me dando muita vontade. Tony ---Pois disso eu quero morrer. Letícia ---Quanto mais você enfiar seu pau, pingando dentro de mim, mais eu vou querer. Pois isso faz aumentar mais o meu desejo de ter você em mim. Entrando e saindo, entrando e saindo, entrando e saindo sem parar... Tony ---Pois eu vou ficar metendo em você cadê vez mais, pra você ficar tesuda pelo meu pau. Letícia ---Só vai parar quanto a minha buceta estiver vermelha e doendo de tanto você meter nela. Quero que ela chegue a doer. Tony ---Você está excitada como eu aqui? Letícia ---Estou molhadinha, só esperando você me penetrar por todos os orifícios do meu corpo. Tony ---Meu pau já está latejando por você. Letícia ---Estou idealizando ele entrando, pedacinho por pedacinho dentro de mim. E nós dois sentindo isso junto. Tony --- Você em mim e eu em você, de forma que isso se eternize. Letícia ---De olhos fechados, em câmera lenta, nós dois sentindo cada um entrando, invadindo, dominando o outro por completo; em meio a olhos úmidos de tesão e a boca entre aberta ofegante em lamurias de estocadas. Tony ---A gente sentindo ele entrando devagarzinho...a cabeça do meu fálus. Que dia nos veremos? Letícia ---Como está a sua agenda? Tony ---Do mesmo jeito. Letícia ---Hum, a sua agenda é cheia. Tony ---A a sua também, porque você trabalha de domingo a domingo. Mais o que você vai fazer nessa quarta-feira à tarde? Letícia ---Dar aula. Tony ---Está vendo! Não tem jeito. Letícia ---Mais você sabe que eu dou aula. Tony ---Brincadeira lindinha. Tem uma segunda-feira nesse mês que é feriado. Que tal? Aí a gente fica o dia todo sentindo prazer. Letícia ---Amei! Tony ---Então topa? Letícia ---Fechado! Tony ---De você não perder viajem, reze um Pai Nosso e uma Ave Maria. Letícia ---Sim seu padre. Agora vou sair do confessionário antes que alguém perceba algo pelo tempo que fiquei. Tony ---E olha, na segunda-feira feriado, será o dia inteiro...sem parar... Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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AMANTES

Amantes “Ficar sem você não dá Perdi o rumo solto no mundo Ficar sem você Meu coração mudou de lugar Ficar sem você não dá Pra domar você vai mais que oito segundos Não posso esperar Ficar sem você aqui não dá...” ---Aqui estou...talvez...pela última vez... Alguém me visse? Não! Ninguém. Do guarda-roupa envelhecido pelo tempo apossou de um vestido nunca mais usado. E no enlace das memórias o vestiu, em companhia da sonoridade de versos. Soltou os poucos cabelos e deu cor aos lábios. De uma sacola amarelada retirou um antigo par de brincos. Diante do espelho que antes refletia juventude, se viu em meio a lágrimas de recordações. Fez uma procura constante entre canetas, lápis de cor, borrachas, papéis e cadernos sobre uma prateleira da estante. Os seus lábios, que um dia tocaram na felicidade, deram um sorriso cabisbaixo ao ver o que procurava. Um lápis, um lápis de escrever com as bandeiras de vários países. ---A vida...a vida por vezes parece engraçada ou nós é que a tornamos engraçada?! O que eu fiz da minha vida ou o que ela fez de mim?? Estão aí indagações semelhantes e de respostas opostas. Hoje me vejo no espelho. Me vejo no espelho a procura de uma parte de mim. Procurar por alguém. Alguém que eu deixei ir embora...ou se foi embora. Está dúvida abriga até hoje a minha alma. Poderia eu, ter feito alguma coisa? Na situação presente eu não poderia fazer mais nada. Não poderia??? E ele? Na sinceridade de teus sentimentos poderia ter feito mais? Na situação vivida poderia ele, ter feito mais? Destino! Você acredita em destino? Eu não acredito em destino! Mais talvez tenha sido o destino daquele dia... As mãos, as suas mesmas mãos, que um dia acariciou-lhe a face, pegou o achado. Mais devido o tremor da idade e a emoção daquele momento o lápis escapuliu. Naquele dia específico do passado, estava um tempo quente, esfriado pelas nuvens pesadas no céu a trafegar. E o cansaço já chegava da jornada quase encerrada do dia. Ela rodeada pelas crianças se dirigiu ao corredor a sentar. O piso resfriado, vermelho fez equilibrar a temperatura interior. Pequeninos e sensíveis, ao lado, em pé e sentados. Atentos! Apertados, enroscados, amados, amando. O amor e a confiança entre todos eram visto e revisto por todos que ali passavam ou ficavam. Entre afagos de carinhos, entre beijos e abracinhos uma exposição gostosinha começou. Diferente, diversificada com espontaneidade e comodidade. Com discussão e opinião foi o tempo se consumindo. Nisso, ele com deveres importantes surgiu caminhando com passos ligeiros, que seguido por alunos em ordem aleatória lhe faziam perguntas. Algo, alguém fez com que seus pensamentos parassem no tempo, naquele instante. Estagnado, começou a dar respostas inconscientes pelo sentimento congelado com o que via. E lá estava ela! Lá estava ela, sentada no chão, rodeada por crianças! Vestido longo, tom bege claro com manchas marrons. Mangas fofas, largas, livres. A sua fronte trazia arte em curvas azuis e brandas. Cobrindo-lhe as costas, um camisão preto, folgado e aberto. Nos olhos dele continham um brilho fosforescente...oculto...gostoso... A sua voz e o seu calçado chamou a atenção dela. Era o centro das atenções dos que os seguiam. O chefe, o líder e estava de chinelos! Ele quis parar, só para admirá-la! Mais não poderia! Os contornos dos teus lábios! Que fascinação! Que perfeita ajunção! Se pudesse ao menos tocá-los... Nos olhos de ambos o brilho! O brilho comum! Que reluzia o caminho, reluziam os movimentos. Os gestos, as falas, os sorrisos. Movimentos agora, nada comuns! Sem curiosidade com um pouco de vontade ela ergueu seus olhos a pegar o fim dos passos dele. Quem era ele? Quem era ele que deixou encanto por onde passou!? E foi assim que aquele dia acabou. O tempo pode passar, mais o tempo incógnito do olhar perdura a eternidade de um beijo. Outro dia, outro momento alegre e satisfatório para os que ensinavam. Aquele rumor no ar. Os passos dela lentos, observadores, como se o tempo voltasse atrás. E lá estava ele! A magia e o encanto em uma só pessoa! Como sua harmonia era bela! Tão bela que o coração dela se perdia em olhares despercebidos, mas despidos do olhar dele. Aqueles segundos, aquele comportamento, a simples presença dele já lhe trazia felicidade. O admirava e se ao menos pudesse tocá-lo...não faria nada em demasia. Aquela pele chocolate excitava-a, molhando de vontades, o que deixava sua boca seca dos lábios dele. Fizeram a oportunidade e houve o primeiro diálogo. Curto, mais fez com que cada palavra proferida se tornasse inesquecível. Ele querendo o olhar dela e ela fugitiva do que poderá ser visto. A cada dia o ambiente se tornava mais sedutor. Diálogos, diálogos, diálogos sobre o tudo e o nada. Simplesmente a intimidade se fazia em palavras. Sorrisos comuns, olhares de afeto, até que das mãos dele para as dela veio um pequeno papel amarelo com escritos em preto. Este por sua vez elogiava a sua boca e perguntava se um beijo dela é gostoso. O interessante é que ela nem estava de batom, em lábios secos, molhados e brancos. Teria ele captado o encanto que muitos olhares não haviam visto? Ou seria apenas um falsário elogio de conquista? A resposta dela foi em forma de pergunta: ---Quer saber na prática ou na teoria? Ele surpreso e alegre, surgiu um sorriso em sua face. O dia se foi, dando origem a outro. Na saída dela ao final da tarde, um dos alunos dele, apurado se aproximou, pedindo um lápis emprestado. Pois o professor não permitia realizar anotações relacionadas à música a caneta. Sabia que o lápis preto não voltaria mais. Mas para quem foi; não precisa nem voltar. Vieram outros bilhetinhos, ocultando a ânsia do desejo em códigos de desenhos. No qual revelava amor ingênuo na alegria da adolescência. Bilhetes destinados a ela, por vezes eram entregues em mãos. Ousados, espantosos, aceitos, deliciosos. Mais um dia chegou e lá veio ele pelo corredor a bailar aos seus olhos de amor. Ao passar pela sua porta, não se conteve exclamando: ---Oi Gatinho!!! Ele feliz com o que ouvirá, voltou de costas para retribuir o seu cumprimento: ---Oi! --- disse quase emudecido de emoção em meio a sorrisos e pensamentos que lhe diziam --- Será que encontrei alguém que pensa como eu!? Com o desenrolar das aulas, ela tinha que sair, tinha que vê-lo, que ouvi-lo, que tocá-lo. O que estava acontecendo? Parece que encontrou alguém que pensa como ela!? Conversas, sorrisos, satisfação, respeito e amor. Sempre refletidos nos olhares admiradores e observadores dos dois. Os bilhetes dela, os dele e os dela se faziam presentes. Em outro dia, surgiu o convite dele para um passeio que em meio a sorrisos foi aceito. Dando dezessete horas e quinze minutos, ela ansiosa foi para casa, deixando-o trabalhar. Pratos, clarinete, trompete, contrabaixo, tamborim, trombone! Música!!! Em meio a perguntas de sua mente ela chegou em cassa. O que fazer em pouco tempo? Como fazer? Tenho que fazer!! Cremes, odores, batons, tons, lápis, brincos, colares e charme. Em segundos de minutos se fez o perfeito, a sedução, o afrodisíaco, o mistério, o belo, o anseio e o eterno. Em véstia longa e fina saiu na noite. Estava vampira e feiticeira em noite de estrelas que refletiam em seus olhares. A espera do ônibus e o seu percurso lhe causava tensão! Ao descer do ônibus um pouco da tensão dela foi substituída pelo encantamento; pois lá estava ele, de pé, alegre, lhe esperando. Que visão ela teve! Como era belo o seu sorriso! Como lhe trazia felicidade! Visão está que não é para qualquer olhar! Ela o cumprimentou em meio à justificativa pelo meu atraso. Um ao lado do outro se deu início a uma caminhada de passos um pouco tensos. Caminhada sem rumo (rumo certo) e cheio de sorrisos, perguntas, respostas e elogios. ---Foi como uma força! Algo entrou pelo meu corpo, subiu para a alma e fez a carne toda estremecer! --- a boca dele proferiu o que sentiu ao me vê-la pela primeira vez, sentada no chão do corredor. ---Tinha alguma coisa no seu olhar. Você sempre me olhava e eu evitava. O seu olhar era encantador. Era não! Ele é! Você deixava e trazia encanto por onde passasse e ficasse. Aquilo me chamou a atenção; pois você era diferente. Aquilo me encantou!!! --- disse ela suspirando. O tempo pode passar, mais o tempo incógnito do olhar perdura a eternidade de um beijo. A sinceridade presente em meio às palavras. Sinceridade vinda da pureza das crianças proporcionadoras da união deles. A um determinado momento, não havia mais tensões, somente gargalhadas e cumplicidade. A encosta obscura de muro lhes deu o assento e o prosseguir de conversa, que continha afeição, segurança e doçura em cada palavra proferida. ---Eu já te conheço um pouco! --- exclamou ele. ---Como? ---Pela simples maneira de você ser! De você agir! ---Como assim? ---Eu sou um homem observador. ---E o que você observou? ---O seu sorriso é conquistador, derrubador. Os homens se perdem nele! Seu olhar é sedutor e misterioso! O simples ato de você sentar no chão mostrou simplicidade! E a maneira de falar com as crianças mostrou amor. Mostrou que você tem muito amor! Em silêncio, ela permaneceu emudecida, pela observação tão correta e certa de sua pessoa. O tempo lentamente passava, quando começou a surgir indagações e tentativas de um beijo. Ele veio e ela bloqueou. Bloqueou alegando que já que ele era um senhor feudal, então era ela quem deveria beijá-lo. E veio o beijo!!! Indescritível! Inrresumível! O que foi aquilo? O que acontecia naquele momento? Com certeza o mundo ao redor sumiu! Se acabou! Perdeu-se em suas respirações ofegantes! E foi o beijo! Aquele beijo! Fora assim concretizado o enlace de seus sentimentos! Afeição, afeição! O afeto gerou a ajunção de suas almas em um sentimento sublime (o amor). Este beijo a fezela sentir, o que ele sentiu quando a viu pela primeira vez sentada no chão. À noite acabou e chegou mais um dia de trabalho e lá estavam eles. Radiantes, brilhantes, amantes. O sorriso de um era o reflexo do sorriso do outro. Ela sabendo de sua presença tão perto, não se conteve o que fez ficar mais fora da sala do que dentro. As crianças o rodeava facilitando a sua aproximação sem suspeita. Um único beijo a fez sorrir por três dias seguidos. O sorriso dele brilhava mais que o Sol, que envergonhado se escondia atrás das nuvens. No decorrer da semana em um dia que seria como outro qualquer, já quase no final da aula, um de seus alunos que voltava da coordenação comunica: ---Tia, telefone! ---Pra mim! Quem será? Não espero telefonema de ninguém! Passos indecisos, pensativos. Pessoas vinham em sua mente, menos quem era realmente. ---Alô! ---Letícia? ---Exato! Quem gostaria? ---Você não adivinha!? ---Ah, vamos conversar um pouquinho que eu adivinho. ---É alguém que gosta de lhe fazer perguntas e que não consegue esquecer-se do seu beijo. ---Ah, é você professor!? ---É! Eu gostaria que você falasse para os meus alunos, que eu não vou dar aula hoje. ---Ah, não! Então eu não vou ver a cor dos teus olhos hoje? ---Eu não vou dar aula hoje porque vou sair com você. ---Uhhh! Gostei da idéia! ---Estou pensando em a gente ir para um lugar mais íntimo, reservado, quente, confortável e aconchegante. Aceitas? ---E tem como recusar!? ---Onde? E a que horas? ---No ponto final do ônibus! E que tal às dezenove!? ---Ah, então eu vou dar aula! Pois termino por volta das dezenove. Então não fala nada para os alunos! ---Está bem Gatinho! Um braço! ---Outro! A felicidade, aquela felicidade veio à tona transparecendo em sorrisos. Que de imediato como já efeito do futuro encontro, uma leveza veio nos movimentos e atitudes dos dois, em cidades diferentes, em quilômetros de distância. O tempo pode passar, mais o tempo incógnito do olhar perdura a eternidade de um beijo. Tudo se repetia mais não trazia monotonia e sim beleza, pureza e amor. No caminho do encontro com intenções pecaminosas, ela comprou um doce de pêssegos em calda e um abridor de latas. Ao chegar ao encontro de seu olhar embriagante, começaram a andar em direção determinada por ele, que aproveitou a oportunidade e retirou do bolso um lápis que continha estampas de bandeiras de vários países e disse: ---Aqui está um lápis, para pagar o que o meu aluno, pediu-lhe emprestado um dia desses. Ela pegou o lápis com muita ternura e o colocou dentro da bolsa. Aquele simples objeto era prova da existência daquele amor, daquele momento; o qual o guardaria para sempre. Ao chegar a seus destinos, já com a chave na mão, ele realiza o destrancar da porta, o entrar, o fechar e o trancar. Atirados sobre uma grande cama, inicia-se mais conversas, beijos, abraços e afagos. No toque frágil de seus lábios, quentes e úmidos; as mãos dela leves em fulgor, deslizam por sobre a calça dele. O cheiro da música ouvida através das sensações da pele e o feitici que sempre a acompanhou pararam por segundos. Pararam para se fazer ouvir o soar do abrir de um zíper. Estando ele sobre o domínio dela, o beijou o pescoço, as orelhas (invadindo-as), as sobrancelhas, os olhos, a face e os lábios. O pescoço, mamilos, umbigo, mamilos... De frente para o seu sexo coberto por um tecido de seda, beijou e lambeu com a respiração ofegante e quente. Ele não tendo domínio sobre a situação, a pegou beijando-lhe suavemente. Em seguidamente pediu para tomar um banho rápido. O sorriso dela lhe deu o consentimento acompanhado de uma indagação: ---Adivinha o que eu trouxe para nós comermos? Pensativo ele foi e voltou do banho. Enrolado em toalha branca, seus olhos refletiam o desejo de um beijo dela. Preparado para todos os prazeres deitou desnudo sobre o cinza do lençol deixando a toalha ao chão. ---Adivinha o que eu trouxe para nós comermos? --- repetiu ela mostrando o abridor. Sem falas devido à emoção e ânsia, deixou que seus olhos lhe pedissem a resposta. Ela satisfeita pela compra, retirou da bolsa a lata de doce. ---Eu amo doce de pêssego em caldas --- disse abrindo a lata --- Já pensou o que um doce pode fazer!? Em sua insinuação, veio a imaginação e satisfação por meio de um sorriso em sua face. Ela retirou a blusa de frio marrom, seguida do blusão preto; no qual veio acompanhada por uma mini-blusa de mesma tonalidade. Com ansiedade em nossos olhos, ela pegou um pêssego enchendo-o com calda. Deixou que a calda caísse por sobre o seu pescoço e lábios. Em seguida mordeu um pedaço do pêssego e ele outro. Morderam, mastigaram e comeram em comunhão. Aos beijos, em teus sempre doces lábios, ela foi tirando em lamúrias de desejos, a calda por sobre a sua pele. Depois novamente com outra concha encheu, deixando que a calda pinga-se em seus mamilos, no umbigo, na barriga. Havia calda por todo o tronco umedecido, nas coxas internas e em seu sexo. Ao chegar em seus mamilos ela os mordiscou e chupou. Momento este que o levou ao deslumbramento. ---Não existe forma mais gostosa de se comer doce! --- afirmou ele. Odor embriagante, calda estimulante, toques e suspiros arfantes. A barriga dele firme, desejosa. Na profundeza de seu umbigo, a língua dela penetrou constantemente retirando a calda. Observando que a calda já se encostava por todo o colchão, ela retirou a saia que era da cor da sua pele. Estavam escorregadios, doces, levemente amarelados. Gostosos! A umidade da língua dela tocou nas coxas internas dele, o fazendo contorcer em desejos. Das coxas lambidas foi ao escroto. Lambendo, chupando, sugou um por um dos testículos para dentro de sua boca. Puxava os cabelinhos ali existentes, mordendo no seu próprio êxtase. Preparada para o final do início tocou na abertura de sua glande; com sede e vontade de engolir, de devorar. O seu comportamento se igualava ao de um animal selvagem, diante da presa, diante da carne. Onde a saliva fria pingava por sobre a sua rigidez. Sendo este animal, deixou que o membro penetrasse em sua boca. Ele entrava e saia, saia e entrava. Lambia de ponta a cabeça. Chupava, chupava! Chupava no instinto de sentir e ter posse do odor de meu alimento. Sugava com voracidade em companhia da língua que deslizava, rodava e rodopiava. Na ausência da calda, o encharcava novamente e o astro brilhava para um novo recomeço. De lambida, a lambida subia, descia, inclinava, curvava, contorcia. Contorciam em doces satisfações. ---Agora é a minha vez de comer doce! --- disse ele em contorções se levantando e a dominando por sobre o colchão. ---Ah, me dá um beijo! --- sussurrou ela. Após o seu pedido só se teve notícias de beijos e calda nos lábios, pescoço, seios, barriga, umbigo. Nos pensamentos ela não sabia que o prazer estava tão perto! Com uma boca gostosa, ele foi em seu pescoço chupando-o. Fricção veio aos seios, ao bico dos seios. Lambendo, chupando, sugando e mordiscando. Sua língua tão dura quanto o seu membro, começou a retirar a calda de sua pele. Metia em meu umbigo e tirava, metia e tirava... Seus movimentos contínuos, incessantes, insinuantes entorpecia o clima; o qual os deixavam com a pele resfriada. Suas mãos fortes foram ao encontro de suas coxas abrindo-as animalmente com força! Nesse momento, ela se perdeu em prazer! De posse do doce, ele fez brilhar os pelos pubianos dela ao contraste da calda. E para a tortura de ambos, ele esfregou um doce na abertura de sua vulva friccionando-o. Estava frio, mais ao toque, queimava em ardência. Em meio a um mergulho profundo, ele devorou com a mesma intensidade de sua língua rígida o doce que estava entre os meus lábios sexuais. Ele se perdia em meu sumo! Após ter comido todo o doce ele a abraçou em beijos. Ele insaciável com calda nos dedos, os transformaram em línguas forazes que foram introduzidos em sua vulva os excitando. Em meio a peles sedentas ouve-se a ajunção! O tempo pode passar, mais o tempo incógnito do olhar perdura a eternidade de um beijo. ---Me dá um beijo! --- sussurrou ela novamente. Olhos lubrificados, pele doce, intenção explicita, escuta-se um gemido arfante. A pele dele sobre a pele dela. A pele dela sentada na pele dele. A pele dela de costas para a pele dele. Furico preenchido! Ele agora era o animal selvagem, beijando a fêmea em coito! Estava domado ou a domava com toda a sua força bruta! Exaustos, mergulharam no doce suor, da água morna corrente do chuveiro. Beijos e a pele dela em pé de costas para a pele dele! ---Me dá um beijo! --- sussurrou ela novamente. Beijos molhados, suados, lambidos, metidos! Explosão, vulva cheia! Ela abaixou e bebeu as últimas gotas do êxtase dele. ---Você quer me matar? --- ele perguntou mergulhado de realização. Apertos, desejos, espasmos! Olhos fechados! Com o passar do tempo, vieram outros bilhetes dele, dela, dele... E outros encontros ao vinho, a velas, a lenços e a lá imaginação; no qual ficaram na lembrança do coração. Nunca lhes faltou respeito, consideração e afeição. E apesar dos pesares, nunca, mais nunca o amor lhes faltou. Por escolha dela, um dos encontros (o último) se daria na rodoviária; pois precisavam conversar. Do trabalho ele pegou o ônibus. E de casa ela também pegou coincidentemente ou não o mesmo ônibus. Ao passar pela borboleta, seus olhos brilharam ao vê-lo. Sem ser vista, aproximou e em meio a um frio na barriga eufórico proferiu: ---Cuidado com o destino; pois ele pode ser perigoso! Sorridente ele ergueu os olhos admiradores. Agora juntos, seguiam, envoltos por músicas cantadas por jovens a bordo. A beira de uma calçada, longe de luzes fortes, sentaram e se olharam. Conversas, conversas! Revelações, sentimentos, afeições, paixões! O amor a flor da pele! Ela o elogiava em ternuras. Elogiava o seu sorriso, o seu olhar; enfim todo o conjunto de sua beleza total. Ele por sua vez, dizia que a beleza dela é incomparável a dele. Ela estava com o peito cheio e declarou o seu amor em palavras. Amor que antes era só demonstrado. A angústia se apresentava; pois não tinha como ela amar um homem intocável. Pois o tamanho do seu amor por ele era refletido no tamanho da aliança dourada contida em sua mão esquerda. Medo e muita angústia de um futuro inexistente. O que fazer? Romper? A ansiedade, veio aos olhos avermelhados e úmidos dela, querendo um beijo sem poder. Amando e tendo que romper! Com o seu amor em demasia, talvez fosse... o melhor caminho. Olhares dolorosos, lábios quentes e secos! As mãos postas que não podem se tocar! O adeus! Ele ao ônibus entrou e ela no chão ficou. Os olhares agora, distantes, rasgantes, lacrimejantes. Teria sido...realmente o melhor caminho??? O seu nome em seu coração ainda quer dizer o desejado, o amado... o sonhado! Ela nunca pode dizer que não encontrou o amor! Pois o encontrou e o amou! O lápis de escrever com as bandeiras de vários países em um estalar tocou o chão; seguido pelo vestido bege claro com manchas marrons... “Não sei o que você vai fazer Para esquecer de mim, de mim Tirar da cabeça uma história De amor grande assim, assim Para de frente ao espelho e vê A sombra de mim em você Compra revistas mais não lê Por que não consegue esquecer, de mim Eu amo você demais Pra me ver no cinema sem você Eu amo você demais Pra me ver numa festa sem você Por ai sem você, amor não sei viver Por ai sem você, amor não sei viver.” Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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O TEMPO PASSA

O Tempo Passa Os dias vieram, foram e apenas a amiga retornava. Livre para admirar outrem. Esse, no passado, já me encantará com a sua simples maneira de ser. Vi o tempo e joguei uma moeda. Vaga até. Mais, quem sabe! Ela voltou! Espantei! E minha felicidade foi deveras! Os familiares respiravam como se eu ainda pertencesse aos “negros como à noite”. Isto é interessante, picante, novo, hi-la-ri-an-te. O primo e eu. Passa dia. ---Alô! Era ele; silencioso e calmo enquanto os demais dormiam. Passa dia. ---Alô!... Era ele! Ficará por um tempo em sua casa. Deixou assim o número do seu telefone. Passa dia. Sentada, imersa em qualquer movimento, vejo o tempo passar. O portão se abre colocando adentro uma moto e seu dirigente. Ah! É ele! Entra, cumprimenta verbalmente a todos em um aperto singelo que seria de mão. Vai ao quarto, guarda uns papeis e dirigi-se à cozinha. Acompanhando seus passos, minha respiração se torna fatigante. Regressa e senta; totalmente normal e comum ao meu lado. Minha pele frebil me agoniza. Então mergulho meus pensamentos no cair da água no copo de vidro. Ergo o copo cheio e visiono aquele que me faz fatigar. Meus olhos aflitos pairam com o seu. O coração! O respirar! Aquele momento! Aproveitava os segundos a sós no olhar. Ainda com sede, mais não do que havia dentro do copo, regresso tensa... A conversa na sala estava tãooo interesannnte! Passa minutos e um sai alegando ir à casa do amigo. Passa minutos e uma sai alegando reunião do grupo de jovens. A ânsia de saborear seus lábios aumentava ao perceber que simultaneamente todos saíram. Passa minutos e seguindo o mesmo ritmo, sai o último alegando comprar algo. Todos dizendo que iriam voltar logo. Mas na circunstância que ia se encontrando, poderiam demorar, se desejarem. Deparei com os seus olhos nos meus. Exalamos aí um sorriso comum. O corpo transpirava ao notar que estávamos sós. Levantei estendendo-lhe a mão. Ao penetrar nas entranhas de um quarto não me contive, colocando-o contra a parede. Podia sentir e participar de sua respiração. Beijei lentamente toda a sua face deleitando em sua boca. Minhas mãos sorrateiras percorriam suas costas. De encontro com suas nádegas, pressionei-as contra o meu corpo. Seu órgão copulador estava quase em explosão dentro da calça. Tirei-o para fora e comecei a massagear com o flúido que escorria entre minhas pernas. Sentindo aquele membro pulsando em minhas mãos, rasguei-lhe a camisa para satisfazer meu desejo. Mamei seus mamilos, mordisquei seu tronco e brinquei com o umbigo. Ao ajoelhar, seu fálus começou a fazer parte do interior de minha gula. Chupava devagar e fortemente. Lambia da cabecinha até o escroto como se fosse um gato que tomava banho. Em pé e de costas, friccionava o quadril em seu universo. O ato constante fez minha saia erguer. Envolta nos seus braços, virei para a janela. Devagar seu fálus invadiu o interior do meu furico. O ventinho que da janela vinha, em vez de acalmar, fazia era queimar. Sem romper o coito, coloquei-me de quatro sobre a cama. Em tamanho ardor, deitei-o e belisquei todo o seu corpo. De cócoras deliciei-me com os prazeres de sua língua tesa. Novamente de cócoras, só que agora, sobre o seu membro; quem mexia e remexia era eu! A boca em gustação retornou ao seu fálus. Suas veias em total dilatação prometiam água. Aumentando a intensidade das chupadas, suguei todo seu líquido, matando a minha sede. Em seguida, corri para os seus lábios, morrendo num beijo doce... Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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ARMADILHAS DO DESTINO

By aventura.ctba Amigos leitores, os nomes foram trocados para preservar nossa identidade. Meu nome é Carlos, tenho 47 anos e este fato aconteceu no final de 2001. Em 1985 conheci Marcelle, menina linda, corpo perfeito, morena clara, 1,65cm olhos verdes, 17 aninhos e um sorriso lindo que logo me conquistou. Foi paixão a primeira vista, começamos a namorar e dois anos após nos casamos. Marcelle me completava em tudo. Eu a amava, e ela sempre fazia questão de repetir que era louca por mim. Éramos um casal muito feliz, os amigos invejavam o nosso relacionamento. Dois anos depois de casado veio ao mundo nosso primeiro filho, que demos o nome de Ângelo. Nosso amor fortaleceu ainda mais, cada dia que passava eu a amava com mais intensidade, e para completar nossa felicidade um ano depois do nascimento de Ângelo veio ao mundo nossa filha que demos o nome de Camila. Nossa felicidade agora estava completa. O tempo foi passando e com muita luta fui conquistando um lugar ao sol. Levávamos uma vida tranqüila, tinha um bom emprego, ganhava razoavelmente bem, tínhamos uma bela casa e um bom carro, enfim, estávamos estabilizados financeiramente. Minha esposa cada dia que passava ficava mais linda. Duas gestações não fizeram mal nenhum ao seu corpo, continuava perfeito, escultural, graças a muitas horas de malhação diária . Fazíamos amor quase todos os dias, às vezes duas, até três vezes quando estávamos inspirados. E assim levávamos nossas vidas. Certo dia, precisei ficar até mais tarde na empresa para uma reunião de negócios, pois iríamos fechar um grande contrato com uma multinacional, e de forma alguma podíamos perder aquela conta. Liguei para minha esposa dizendo que chegaria bem mais tarde que o horário que estava acostumado a chegar e que não me esperasse para o jantar. Quando terminou a reunião já passava da meia noite, me despedi do pessoal peguei meu carro e no caminho de volta mesmo cansado ia pensando, nada como um bom banho e uma longa noite de amor com minha amada para relaxar e esquecer os estresses do dia que terminou. Lembrei-me da carinha que ela fazia quando chegava ao orgasmo, seus gemidos de prazer naquela voz de veludo sussurrando no meu ouvido palavras desconexas cada vez que gozava. Quando estávamos saciados ficávamos coladinho um no outro trocando carícias por um longo tempo até que o sono chegasse. Como estava ampliando a garagem de casa, pois queria fazer uma surpresa para minha esposa, no natal, ia presenteá-la com um carro, que era um dos sonhos dela que faltava realizar, então, a mesma estava cheia de materiais de construções espalhado pelo piso, por isso provisoriamente deixava meu carro em um estacionamento que ficava do lado da nossa casa. Quando cheguei em casa, percebi que tinha algo de errado pois a lâmpada da garagem que ficava ligada a noite toda estava apagada, e a luz do nosso quarto estava acesa. Sem fazer barulho fui me aproximando e ouvi algumas vozes que vinha do nosso quarto, achei estranho, pois eram vozes de homens misturado com uns gemidos abafados de uma voz que eu conhecia muito bem. Meu coração disparou, a primeira coisa que veio na minha cabeça era que minha esposa estava me traindo. Será? Fiquei pensando comigo. Não podia acreditar! Tomei coragem, procurei um lugar que pudesse ver o que se passava no interior do quarto, e por uma fresta da janela pude ver com dificuldade minha esposa nua, de quatro na cama e um cara segurando seus cabelos, e com força fodia desesperadamente sua buceta por trás, não dava pra ver seu rosto, pois tinha outro cara na sua frente fodendo sua boca. Fiquei paralisado não sei por quanto tempo, quando me recuperei do choque que tinha levado, olhei de novo pela fresta e a foda continuava lá dentro. Por um momento fiquei pensando no que iria fazer, meu coração parecia que ia sair pela boca. Senti o sangue ferver e na minha cabeça só um pensamento, há quanto tempo minha esposa me traía, numa atitude impensada, peguei um pedaço de ferro, o primeiro que vi pela frente tentei abrir a fechadura sem fazer barulho e dar o flagrante e acabar com aquela safadeza. Quando abri a porta e entrei, pude perceber realmente o que estava acontecendo. Tinha outro cara na sala me esperando com uma arma apontada para mim. Mandou-me fechar a porta e disse: - Não reaja se não morre, já pegamos o que queríamos, mostrando o cofre aberto que ficava na sala atrás de um quadro, ali guardávamos alguns dólares e as jóias da minha esposa, o marginal que estava com a arma na minha cabeça com desdém falava: - Ei patrão, fique na boa se não vocês morrem, meus companheiros só estão se divertindo um pouco com a gostosa da sua mulher. – Porra patrão, tu tá comendo bem, heim? Sua putinha é muito da gostosa e foi me empurrando para o quarto. Chegando lá disse aos outros dois: - Adivinhem quem veio para o jantar e caíram na risada. Todos eram altos e fortes, os dois que estavam fodendo a minha mulher eram morenos, e o que estava apontando a arma para mim era mais branco. Eles pararam quando entrei, pois tinham acabado de gozar. Olhei para minha esposa, ela abaixou os olhos envergonhada e soluçava baixinho, a sua bundinha ainda estava cheia de porra que escorria por suas pernas, seus seios estavam todo vermelhos de tanto ser chupados por aqueles facínoras tarados, meu coração estava em brasa, arrependido de ter duvidado da sua fidelidade. Ela olhou pra mim e me disse num fio de voz: - Me perdoe, eles ameaçaram matar as crianças se não fizesse o que eles queriam. Um deles disse: - Ei mano, você não se incomoda de agente dar uns tratos na sua patroa não é mesmo? - Sabe patrão, estamos a perigo, faz cinco anos que não traçamos uma gostosa como esta, lá no casão só se comia cu de novato e algumas vagabunda que de vez em quando os manos arrumavam pra gente dar uma aliviada entende? - Mas eram todas umas arrombadas, não se compara com a bucetinha apertadinha da sua patroa. Então disse a eles: - Vocês já conseguiram o que queriam, vão embora deixe a gente em paz eu nem vou dar queixa, não maltrate mais minha esposa! O ladrão que estava atrás de mim disse: - Calma patrão eu ainda não me diverti com sua mulherzinha, agora é minha vez, passou a arma para seu parceiro, tirou do bolso um papelote de cocaína fez três carreira na penteadeira, pegou o tubo de uma caneta colocou no nariz e cheirou uma carreira como um alucinado, passou para o outro que repetiu o mesmo gesto. Pegou a arma do amigo que estava me cuidando apontou para mim enquanto o outro cheirava sua carreira. Olharam para minha esposa e disse: - Daí pirainha rica, pronta pra levar mais vara nessa bucetinha? E deram uma gargalhada. Então o bandido que não tinha ainda fodido minha esposa abaixou a calça, tirou a cueca e uma rola enorme ainda meio mole balançava entre suas pernas, o pau do cara mesmo mole era bem maior que o meu, aliás todos eram bem dotados, mas o ultimo era descomunal. O efeito da coca que cheiraram começou a fazer efeito pois não falavam coisa com coisa, um deles disse: - Agora você vai ver como se fode uma buceta. Aproximou da minha esposa, segurou-a pelos cabelos e disse: - Faz uma chupetinha bem gostosa sua vaca, daquelas que eu sei que tu sabes fazer. Minha esposa tentou virar o rosto para o lado e levou uma bofetada, acho que doeu mais em mim no que nela, olhei pra ela e fiz sinal concordando. – Olha bem seu corno, veja como sua putinha esta gostando de chupar um cacete. O pau do bandido mal cabia na boquinha da minha esposa, o cara enfiava o cacete e puxava a cabeça dela de encontro a seu corpo tentando colocar aquilo tudo na boca dela, aquilo chegava até sua garganta ela se engasgava e ele nem aí, ele estava a sufocando, achei que ela ia vomitar. O outro alisava seu pau que já estava duro, foi por trás da minha esposa levantou sua bundinha colocou o pau na entrada da sua buceta e atolou tudo de uma vez. Ela deu um grito e foi pra frente com a estocada que o cara deu e se afogou com a rola do outro que fodia desesperadamente sua boca, o cara que estava fudendo a buceta da minha mulher estava fora de si, cravava as unhas na bunda dela e metia com tanta força que se ouvia uns estalos quando o seu pau sumia dentro da sua vagina e seu saco batia na bundinha dela, logo o cara deu um berro e despejou um rio de porra na sua bucetinha que escorria pela suas pernas. Após meu consentimento, minha esposa se soltou mais e pude perceber quando suas pernas tremeram denunciando que tinha gozado também. Em momento algum eles chamavam seus parceiros pelo nome. O cara que fodia a boca da minha esposa tirou aquela tora da boca dela e disse: - Agora você vai levar um pau de verdade sua vagabunda, e olhando pra mim disse: - Está gostando de ver sua mulherzinha sendo enrrabada por homens de verdade seu corninho? Todos riram. Depois arrastou minha mulher para o banheiro, não deu pra ver o que fizeram lá, mais não demoraram muito, logo voltaram. Minha mulher estava aparentemente tranqüila, o cara empurrou minha esposa na cama, abriu suas pernas, arreganhou a bucetinha dela e começou a chupar feito um louco. Minha mulher gemia de tesão, pois ele chupava forte os lábios da sua vagina. Aquela tortura durou uns 20 minutos, até que ele se deitou pegou ela pela cabeça e trouxe sua boca até seu pau para dar mais uma chupada. Quando endureceu, tirou da boca dela ergueu suas pernas sobre seu ombro, pincelou aquela tora na entrada da sua buceta e foi enfiando devagar, aquilo ia arrebentando sua buceta conforme ia entrando, até que numa estocada mais forte enterrou tudo de uma vez, minha esposa gemia naquela rola gigantesca, aquele maníaco a dominava como se fosse seu brinquedinho, ele bombava com tanta vontade que parecia que ia desmontar minha mulher. Confesso que estava excitado vendo minha esposa sendo fodida na minha frente e não podendo fazer nada. O cara continuava com aquele vai e vem frenético, às vezes ele tirava todo seu pau e empurrava de uma vez sem dó, só para vê-la gemendo na sua rola. O bandido tirou o pau da buceta da minha esposa, colocou ela de quatro e tornou a meter aquele cacete na sua bucetinha, que a essa altura já devia estar toda esfolada de tanto levar pau. O bandido que estava me cuidando passou a arma para o outro que estava assistindo a foda do seu companheiro dando risada, e foi até a frente da minha esposa, pois o pau na boca dela e fê-la chupar, agora ela tinha um cara com uma rola descomunal na sua buceta e outro pau também avantajado na boca. Não sei como ela estava agüentando tudo aquilo. O cara falava pra ela: -Chupa gostoso que logo você vai levar uma vara no cuzinho tá bem sua piranha? - E ai patrãozinho, esta gostando de ver sua mulher sendo fodida? Há há há há !!! Quando o cara que estava fudendo minha mulher tirou seu pau para fora, ficou um rombo devido o tamanho do buraco que ficou na sua buceta. O bandido então deitou de costa e fez minha mulher sentar em cima do seu pau e cavalgá-lo, ela se levantava e descia fazendo aquela vara sumir na sua bucetinha, o outro foi por trás dela abaixou seu corpo fez com que ela se inclinasse um pouco e começou a lamber seu cuzinho enquanto o outro metia fundo na sua buceta. Ele cuspiu no seu cuzinho enfiou um dedo e fazia movimentos circulares para facilitar a penetração, o cara cuspiu de novo no seu pau e deu mais uma cuspida e encostou a cabeça do seu caralho no cuzinho dela, e olha que de tantos anos de casados só tínhamos feito sexo anal duas vezes, pois ela reclamava que doía muito, e o meu pau era bem menor que os paus dos bandidos. Quando ela percebeu a intenção do bandido, ela se encolheu toda tentando desvencilhar, mas não conseguia porque o que estava com o pau atolado na sua buceta a segurava enquanto o outro tentava encaixar seu cacete no buraquinho do seu cuzinho e forçava a penetração. Devagarzinho ia entrando, quando passou a cabeça ela deu um berro tão alto que se estivesse passando alguém na rua tinha escutado, e conforme ia entrando ela se debatia, mas não adiantava, pois cada vez o cara ia colocando mais no seu cuzinho. Ela implorava para parar, mas quanto mais ela se debatia mais o cara ia enfiando, até que sumiu o pau do cara no cu da minha mulher, tinha entrado até o talo. Os bandidos riam e se divertiam com o sofrimento da minha mulher. O que estava atrás de mim vendo aquela cena toda estava excitado, e foi encostando-se a mim por trás e pude sentir seu pau duro roçar na minha bunda enquanto falava no meu ouvido: -Esta gostando de ver sua mulherzinha levar vara seu corninho? - Que tal levar um pau no cu também heim? E esfregava com forca seu pau na minha bunda. Enquanto isso, minha mulher estava sendo arregaçada no cu e na buceta, já não gritava como antes, e recebia os dois caralhos com certa facilidade, minha esposa gemia gostoso enquanto os bandidos a fazia de sua escrava sexual. Agora o cara que estava comendo seu cuzinho a castigava, tirando tudo e atolando até as bolas num ritmo alucinado, e o terceiro bandido assistia tudo esfregando seu pau na minha bunda com a arma na minha cabeça. Em um momento que ele se distraiu, tentei tirar a arma das mãos dele me desequilibrei e cai, o bandido se recuperou e me deu uma coronhada na cabeça que fiquei meio zonzo, os que estavam fudendo minha mulher olharam e viram que estava tudo em ordem e continuaram castigando o cuzinho e a bucetinha dela . - Então você quer dar uma de herói, seu corno filho da puta? Vai levar no cu para aprender. Pegou-me pelos cabelos me abaixou até seu pau e disse aos berro: - Chupa meu pau filho da puta! - Chupa logo, se não vai apanhar na frente da sua putinha. Não tive alternativa se não obedecer, ajoelhado na sua frente foi enfiando o pau na minha boca, eu que nunca imaginava passar por essa experiência, pois jamais pensei que aconteceria isso comigo. Comecei meio sem jeito a chupar o pau do bandido, que ainda estava sujo de porra pois acabava de gozar na buceta da minha esposa. - Esta gostando viadinho? - O que você acha de estar chupando uma rola enquanto sua mulherzinha está fudendo com dois? De repente, ouvi gemidos da minha esposa novamente, e o bandido que estava chupando seu pau segurou-me pelos cabelos e disse: - Olha seu corninho, o meu mano vai acabar com o cu da sua mulherzinha. Quando olhei, os dois tinham trocado de posições o que estava comendo o cu da minha esposa passou a foder a buceta dela e o bandido que tinha um pau enorme e muito grosso tentava enfiar no cu da minha esposa, ela não ia agüentar aquele pau no rabo de jeito nenhum, ela se debatia para um lado para outro, até que o bandido pauzudo gritou: - Quieta sua gostosa você vai levar meu pau no rabo quer queira quer não. - Esta vendo corninho? - Depois é sua vez, e continuou forçando até que conseguiu encaixar a cabeça daquele mostrengo no cu da minha mulher, forçou a entrada mais não estava conseguindo, porque ela, era quase virgem no cu, mesmo tendo sido fodida no cu pelo outro marginal, não tinha como ela suportar aquela tora. Minha esposa que até então só recebia carinho de mim todas as vezes que fazíamos amor, não passava de um mero objeto de prazer nas mãos daqueles facínoras. Não via à hora de eles acabarem e irem embora. Por um momento o bandido do pau enorme desistiu de comer o cu da minha mulher e ficou me vendo chupar o pau do seu amigo, que a essa altura já estava duro que nem ferro. Me fez levantar, tirar a roupa e mandou ficar de quatro em cima da cama ao lado da minha mulher. O que estava fodendo minha esposa bombava como louco sua buceta e gritou: - Eu vou gozar sua cadela! Quando estava para gozar tirou o pau da buceta dela e pois na minha boca soltando um jato de porra na minha garganta fiz ânsia de vomito e ele disse: - Engole seu puto sinta o gosto da porra de um homem de verdade. Minha mulher olhava para mim com cara de estar gostando do que via, o que estava atrás de mim molhava meu cu com saliva e enfiava o dedo fazendo movimento para tentar facilitar a entrada, tirou um dedo e enfiou outros dois dedos, os outros marginais estavam cheirando mais uma carreira de cocaína. Agora o que estava tentando me foder, deu uma cuspida no meu cu, enfiou o pau na buceta da minha mulher que estava toda melecada pela porra dos seus companheiro, tirou o pau da minha esposa e colocou na entrada do meu cu e foi empurrando... Confesso que nunca senti uma dor tão grande como aquela, a dor era insuportável, eu sentia que aquilo ia me estourando por dentro até que senti suas bolas batendo na minha bunda, minha mulher olhava para mim com uma carinha de pena mais não podia fazer nada, enquanto isso o cara me fodia pra valer cada estocada que ele dava chegava a escorrer lágrimas nos meus olhos. - Olha o viadinho está gostando de tomar no cu disse o cara do pau enorme, e caíram na gargalhada, olhou pra minha esposa e disse: - Daqui a pouco é sua vez, não pense que desisti. Senti que, o que estava me comendo aumentou o ritmo e pude sentir o jato de porra invadindo meu cu. Diminuiu o ritmo, tirou o pau fora, pois na minha boca e disse: – limpa meu pau viadinho, e suguei todo seu pau até que ficou totalmente limpo. O outro do pau menor se aproximou por trás de mim e enfiou com tudo seu pau no meu cu, não senti tanto como da primeira vez, mas mesmo assim ainda doía. Enquanto um fodia meu cu, o do cacete enorme chegou e enfiou o pau na minha boca, e disse: –Quero ver se você chupa melhor que a sua mulherzinha, aquilo ia até minha garganta e voltava, conforme ia chupando ia aumentando o tamanho daquele pau, era um absurdo de tão grande e já estava duro que nem ferro. Senti que o que estava me comendo estava pra gozar pois ele urrava enquanto castigava meu cu, senti suas unhas cravarem na minha bunda enquanto despejava sua porra no meu cu, quando ele tirou seu pau pra fora senti um alívio, sua porra escorria por minha bunda. - Esta pronta para levar no cu agora cadela? Perguntou o do cacete enorme para minha esposa. Percebi que ela estava preocupada em receber aquela tora dentro do seu cuzinho. O bandido do pau grande, pois minha esposa de quatro, apontou sua tora para seu buraquinho e foi forçando, minha esposa começou a gemer de dor novamente. O que estava me segurando me levou para os pés da cama de onde dava para ver o estrago que aquele pau ia fazer no cu da minha mulher. Quando ele fazia força para entrar ela ia para frente para tentar escapar e o bandido não conseguia a penetração continuou assim por um bom tempo mais nada de conseguir, então ele mandou o seu comparsa segurar minha mulher para ela não fugir e forçou a entrada. Minha mulher deu um berro quando passou a cabeça, o pausudo vendo o desespero dela, parou um pouco e pediu pra ela relaxar que logo era ela que ia pedir pra ele atolar tudo no seu cuzão agora todo arrombado. Minha esposa já relaxada começou a mexer sua bunda devagar enquanto o bandido ia forçando a penetração aos pouco, aquele pau foi abrindo passagem e devagar ia estourando tudo que era prega que existia no cu da minha mulher, eu vendo um misto de dor e excitação estampado na sua cara, Já tinha entrado mais da metade daquela tora, minha esposa, gritava, se descabelava mais o bandido ia enfiando sem dó. - Não fale i que ia te estourar o cu cadela? Já entrou quase tudo não esta sentindo? - Olha bem para o cuzinho da sua patroa seu corno, depois disso ela nunca mais vai sentir seu pauzinho, nem na buceta e nem no cu hahahaha! O pau do bandido já estava todo no cu da minha mulher, quando ele começou o movimento de vai e vem dava para ver que o cu da minha esposa estava dilacerado. Minha esposa de quatro agora recebia aquele colosso com certa tranqüilidade, já rebolava no pau do bandido, então ele mudou de posição, deitou minha esposa de costa levantou suas pernas e meteu o pau de uma vez na posição de frango assado. Minha mulher agora gemia no pau do pauzudo enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas e fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher. Percebi que ela novamente gozava, pois seu corpo tremia enquanto ela de olhos fechados cravava as unhas na costa do bandido, minha mulher, gritava – Aaaiii!!! - Desculpe-me amor, mas estou gozaaannndo!!! –Uuuiiii!!! _ Que pauzão!! Mata-me de tanto gozaaarrr seu filho da puta!!!! O cara entre urros gozou alucinado no cuzinho da minha esposa enquanto os outros dois bandidos assistiam rindo do desempenho da minha mulher. Quando ele acabou, pude ver o estrago que aquele cacete fez no cuzinho da minha esposa, ela nunca mais ia ser a mesma depois daquela noite. Quando o bandido soltou as pernas da minha esposa elas caíram todas moles sobre a cama, minha mulher estava exausta. O bandido olhou para mim e disse: - Porra cara sua mulher é gostosa de mais, olhei para minha esposa e ela estava esparramada sobre a cama cansada de tanto levar vara. Depois os bandidos tomaram banhos, vestiram suas roupas e antes de ir embora fez minha esposa cozinhar pra eles nua, não permitindo que ela se vestisse. Enquanto jantavam, cada vez que ela ia servi-los, eles passavam as mãos na sua bundinha como se fosse uma vagabunda. Saciados, pegaram os dólares e reais que tinham roubado e deixaram as jóias da minha esposa dizendo que ela fez por merecê-las, e que geralmente eles não são acostumados a deixarem suas vítimas com vida. Após saírem, abracei minha esposa e agradeci por ter salvado nossas vidas. Tomamos um banho e fomos pra cama, fiquei lembrando uma cena que ela gemia na rola do pauzudo e fiquei de pau duro, abri suas pernas chupei com gosto sua bucetinha agora toda arrombada, ela logo entrou no clima, pois não demorou e senti seu gozo na minha boca, subi em cima dela encaixei meu pau na sua bucetinha e atolei tudo de uma vez, meu pau entrava e saía com folga da sua buceta, logo gozei e ela pra me agradar fingiu um orgasmo, pois acho que nem estava sentindo meu pau dentro dela naquela noite. Pensei que nossas fodas nunca mais seriam as mesmas, mas me enganei, pois nas outras vezes percebi que sua bucetinha voltou ao normal, só seu cuzinho ficou mais laceado, pra mim foi ótimo, pois em nossas transas ela sempre goza com meu pau no seu cuzinho. Resolvemos não registrar queixa do roubo, mas outro dia lendo o jornal eu e minha esposa, vimos estampadas na capa as fotos dos três bandidos mortos em confronto com a polícia após um roubo a banco. 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SECRETÁRIA ELETRÔNICA

Secretária Eletrônica Plan! Huuuuu... 3 uam, 2 uam, 7uam, 8 uam... Uuu, uuu! / Piriim, piriim! Tict! No momento não posso atendê-lo; após o sinal, faça uma síntese narrativa do que deseja. Riiim! ---Meu bem, sou eu! Está dormindo ainda? Eu já estou indo embora. Oh, estou aguardando a sua ligação até as oito! Espero que você não tenha feito coisa errada na noite anterior. Pois vamos descontar tudo hoje, às vinte horas. Tchau! Riiim! ---Letícia eu te amo! Amei a foto... Riiim! ---No calor da tua mão/ Veio mostrar a delicadeza/ Antes de dizer não/ Senti seus lábios com firmeza./ - Dias Rosa. Depois a gente se fala lá no colégio...um pouco. Tchau. Riiim! ---Oi meu Amorzinho! Estou morrendo de saudade de você! Estou completamente apaixonado. Pelo amor de Deus, quando você chegar do trabalho me liga aqui na minha mãe. Meu telefone não pode fazer ligação, por isso não estou te ligando. Estou morrendo de saudade de você. Te amo! Quero te ver nesse fim de semana custe o que custar, seja onde for. Te amo mais que a minha própria vida! Um beijo nessa boca doce e linda! Amo você sabia!? Te amo muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito... mais do que muito eu te amo! Tchau! Riiim! ---Amor, estou chegando na empresa debaixo de uma chuva forte. Todo molhado recordando aquele dia que ficamos debaixo da chuva. Oh foda fodida!!! Estou molhado como aquele dia. Mais quando eu lembro desse cuzão seu... Aí eu gozo antes da hora sabia!? Vou voltar a te ligar no sábado ou melhor lá pelas onze da noite de hoje. Até lá Tesuda! Riiim! ---Bonita voz na mensagem. Letícia é o Cláudio, o rapaz do lanche... lá do Hugo. Mais tarde eu ligo. Tchau! Riiim! ---Oh Tesão! Mais como é difícil falar com você Amor! Nossa!!! Toda vez que eu ligo no telefone da sala a menina fala que você saiu. Está chegando do colégio que hora? Me aguarde que amanhã vou ligar na parte da manhã. Até lá! Tchau! Riiim! ---Seu amor ligou! Beijo! Tchau! Riiim! ---Você é a pessoa que amo muito! Te gosto e não quero esquecer você. Seu fã e admirador Walter. Te Amo! Tchau! Riiim! ---Muito bem! Eu tenho um negócio pra ler pra você...é o seguinte: Que a amizade mais rica/ É essa que a gente tem/ O tempo passa ela fica/ O tempo vai e ela vem./ - Legal! Tchau! Riiim! ---Alô Letícia! Está tudo bem meu bem!? Sou eu Tesuda! Estou com muita saudade de você! Se não der pra ligar, então você arruma, me espera, fica no jeito. Está bom!? Tesuda! Quando eu lembro penetrando o meu pênis no seu ânus, na sua vagina...nossa...eu fico feliz e toda a minha tristeza acaba!! Quando ouço a sua voz sensual e suave na secretária...ah, meu pau chega levanta! Ai! É Gostosa de todo jeito né meu Amor!? Te aguardo! Tchau! Riiim! ---Minha princesinha linda, sou eu! Assim que você chegar liga pra mim; pois estou morrendo de saudade de você. Estou me sentindo muito sozinho e a sua voz me faz bem. Se você ligar irei agradecer imensamente. Um milhão de beijos! Eu amo você sabia!? Se não sabe, então me deixa provar isso!? Gosto de você demais! O que seria da minha vida sem a Letícia hem!? O que seria da minha vida sem a Letícia!? Letícia, aquela Letícia que enlouquece. Te amo!!! Riiim! ---Oi Letícia! Aqui é o Marco Antônio! Você recebeu o meu recado? Me liga por favor no... Riiim! ---Gostei da poesia... que quando eu liguei ontem... mais você não estava. E à noite eu não pude ir no colégio como hoje também não vou poder ir. Mais ontem eu fiz uma poesia pensando em você: Olho a chuva caindo/ Não posso movimentar/ Vejo as pessoas saindo/ Sem esse molhar// Olho a chuva caindo/ Por um grande cercado/ Mesmo assim vou exprimindo/ Em algo desejado// Olha a chuva caindo/ O frio me dominando/ Já estou também partindo.../ Sabendo... que vou te amar./ - Um beijo! E quero me aquecer com o seu abraço. Beijão! Tchau! Riiim! ---Letícia!!! Onde você está andando meu bem? Estou aguardando um retorno até as nove da noite. Se você for dormir muito tarde me liga na hora do lanche. É às duas horas da manhã. Mais se não der, então liga às sete e meia. Tchau! Até lá e bom descaso Tesuda! Riiim! ---Uma grande emoção/ Difícil de evitar/ Mesmo que seja uma canção/ Não se pode controlar// Uma grande emoção/ Mesmo sendo em tamanha/ Mais que alcança o coração/ E é para a vida um banho// Uma grande emoção/ A cada momento exato/ Que não seja ficção/ Que não fique no anonimato./ - Tchau! Riiim! ---Letícia! Amorzinho você está aí? Por favor atendi o telefone! Eu preciso falar com você. Está me ouvindo? Se estiver aí, atende o telefone; se não estiver, então me liga agora!! Está me ouvindo? Riiim! ---Estou deixando pra você um recado: vendi o celular e qualquer coisa eu ligo ou mesmo converso pessoalmente; pois amanhã você estará de folga! Riiim! ---“Eu seu que vou te amar/ Por toda minha vida eu vou te amar/ Em cada despedida eu vou te amar/ Desesperadamente, eu sei que vou te amar...”/ - Eu amo você, estou com muita saudade!! Onde você está, o que está fazendo, em que está pensando??? Está pensando o mesmo que eu? No amor, num beijo seu? Pense o mesmo que eu! Te amo Lindinha! Liga pra mim! Riiim! ---Fiquei meia hora te esperando de pau duro! Estava estalando dentro da cueca. Só de pensar nesse cuzão, nessa bundona sua... penetrando lá dentro... É o seguinte, amanhã depois das três horas quando eu sair do serviço eu vou te ligar. Um abraço Tesão!!! Riiim! ---Amorzinho, sou eu! Por que você não ligou pra mim à noite? Fiquei esperando a sua ligação. Estou morrendo de saudade sua. Pelo amor de Deus, vê se liga pra mim. Agora estou na casa da minha mãe, mais já estou indo embora. Liga lá em casa assim que você chegar. Seu eu ainda não estiver chegado, então liga mais tarde. Eu preciso muito falar com você, preciso te vê urgente neste final de semana. Eu amo você mais do que a minha vida. Você também tem que contar como foi o estudo. Eu amo você! Um milhão de beijo porque eu te amo. Tchau! Riiim! ---Alou! Não chegaste ainda!? Estou morrendo de saudade!!! Estou aqui no concurso de poesia, só vou estar em casa lá pela meia noite. Um beijão Gostosa! Gostosíssima tchau! Riiim! ---Eu gostei de ficar com você deitado no chão. Queria repetir qualquer dia desses. Estou morrendo de saudade sua. Me liga! ---Gostei da mensagem, mas foi muito manhosa! Você não queta em casa né! Eu amanhã retornarei a ligação novamente. Um beijão! Riiim! ---Você quer mesmo que eu faça uma síntese narrativa do que eu quero? Olha que é muito longa. Tem catorze anos que eu estou pra fazer essa narrativa aí. Catorze anos que eu amo você. Catorze longos anos da minha vida que eu luto por você. Catorze anos que eu falo no seu ouvidinho pra vê se entra no seu coração, se entra na sua cabeça que eu te amo. Catorze anos. Eu estou morrendo de saudade e estou ligando pra pedir para te ver. Estou morrendo de saudade de você. Morrendo de saudade de te beijar, de fazer amor gostoso. Fazer tudo por você. Eu amo você Letícia. Eu amo. Estou morrendo de saudade. Está bom! Se quiser ligar aqui, você liga depois está bom? Amo muito você e estou morrendo de saudade de você. Já te falei que se você me der uma chance, eu termino tudo com a minha namorada. Você sabe que eu faço tudo por você. Amo você. Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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