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PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme

Olá, sou a Ana e estou de volta. Depois dos meu últimos relatos, recebo montes de e-mails pedindo para publicar mais contos, sem me importar com o que falam as más linguas. Sim, porque por vezes os meus relatos são polémicos e despudorados abrangendo todos os temas, desde o simples casal, inversão de papeis e homossexualismo. Acredito que cada tema tem o seu grupo de leitores que os lêm e gostam, pelos e-mails que me enviam. Para aqueles que não gostam de alguma variante, por a acharem forte demais, resta sempre lerem os outros relatos onde talvez se enquadrem melhor. Basta procurarem neste site os meus outros contos. Falo sempre em relatos porque é disso que se trata, relatos e não contos inventados. Algumas situações vividas por mim e a maioria contadas pelos meus clientes que apenas me pedem para alterar nomes e lugares. Então aqui fica mais uma situação vivida por mim, quando mais jovem: “Estava em férias da faculdade e como habitualmente saía com o grupo de amigas e amigos para a boite, cinema, ou onde nos desse na gana. Naquele sabado à noite, a maioria se perdeu em outras actividades e apenas restamos eu, o Duda e o Tó. Sem ter muito o que fazer, resolvemos ir ao cinema. Chegados lá, vimos que as opções eram poucas, alguns filmes antigos e massudos e outros que já tinhamos visto. Acabamos por optar por um meio erótico e depois de comprar as pipocas e as bebidas da praxe, lá entramos. A sala estava quase vazia, meia duzia de casais espalhados pelas cadeiras. Olhando em redor, acabamos por nos sentar na ultima fila que estava deserta, eu no meio e cada menino do meu lado. Como estava quente, eu usava um vestidinho fino e curto, calcinha fio dental e um sapato leve. Os meninos usavam bermuda, t´shirt e ténis. O filme começa e logo começamos a roer as pipocas com aquele barulho que irrita muitas pessoas, acompanhadas pelas bebidas. Na verdade o ruido da trituração das pipocas era tanto, que os poucos clientes que assistiam ao filme nas cadeiras abaixo de nós, se fartaram e se deslocaram para as filas mais abaixo, deixando nós isolados lá em cima. Bom, nós não eramos muito sossegados, verdade seja dita, e ao trocar entre nós as pipocas e as bebidas, um copo acabou se derramando sobre mim, encharcando o meu vestido. O Guaraná vazou o tecido e escorreu pelas minhas coxas. O Duda que estava sentado à minha esquerda, logo pegou num pacote de lenços de papel e tentou me limpar, cuidadosamente enxugando o liquido. Enxuga aqui, enxuga ali, a mão com o lenço logo estava limpando as minhas coxas, subindo por elas até a minha calcinha, tambem encharcada pela bebida. Cuidadosamente o lenço deslisava nela, aparentemente apenas para a limpar, mas olhando de lado para o rosto do Duda, vi que ele estava excitado, rosto vermelho e respiração rápida. O Tó ao lado não estava menos, e tambem pegando num lenço tentou ajudar a “limpar-me”. O tesão também já me invadia e escorrendo pela cadeira, de pernas entreabertas, deixei que eles continuassem, até que eles abandonaram os lenços e aí eram só mesmo as mãos que me acariciavam. Um deles acariciava as minhas coxas e o outro a xota por cima da calcinha, toda úmida não só do guaraná, mas também da excitação. Como eles estavam de bermudas largas, meti uma mão por dentro das pernas delas, uma em cada menino, e senti o caralho deles bem teso, pulsantes. E comecei a acariciar eles, deixando-os ainda mais loucos de tesão do que já estavam. Aí fui mais longe. Abrindo o ziper da bermuda, saquei para fora o pau de cada um, que como uma mola comprimida, saltou para o alto. Eles endoidaram de tesão. Deixaram-se escorregar na cadeira, atirando a verga para o alto. Então iniciei uma punheta em cada, as minhas mãos num ritmo certo, fechando-se sobre aquelas toras bem grossas, deslisando desde a cabecinha vermelha e túrgida até os colhões que estavam duros pelo tesão. Eles gemiam de prazer, os olhos semicerrados, gozando a caricia... Olhando para baixo, verifiquei que o restante público estava atento ao filme e então fiz algo que sempre sonhei fazer. Debruçando-me sobre o Duda, duma vez só engoli o caralho dele, até chegar na garganta e então comecei a chupar com força, enquanto a minha mão punhetava rápido. Ao lado, o Tó ao deixar de ter a minha mão no seu pau, aproveitou a minha posição, semideitada sobre o Duda, e ajoelhando no chão começou a beijar a minha bunda. A calcinha era dental, então bastou ele a afastar um pouco para ter acesso total. Senti sua lingua percorrer o meu rego até a racha, que estava melada do guaraná e dos fluidos que de dentro saíam. A combinação de sabores devia ser muito saborosa, porque a lingua dele não parava. Enterrava-se na xota para logo deslisar até o meu cuzinho, lambendo ele sem parar. Claro, eu estava louca de tesão. Minha boca chupando cada vez mais rápido o pau do Duda, até que senti ele latejar. Apertando os colhões dele, senti sua porra correr por eles, enchendo a minha boca, em jatos quentes e fortes. Eu também não aguentei e gozei na lingua do Tó, deixando ele sentir o meu leitinho. Sem parar de chupar, engoli toda esporra que o Duda tinha para me dar, até sentir que os tomates estavam secos. Aí o Tó não estava pelos ajustes. Também queria caricia igual, seu pau estava tão duro que até lhe doia. Com os olhos me implorava. Aí eu me inclinei sobre ele e sem me fazer de rogada, chupei sua rola tal como tinha feito com a outra. Notei que o pau do Tó era bem maior e mais grosso que o de Duda, uns cm a mais. O Duda encontrou-se na mesma situação do Tó, tinha o meu traseiro à disposição e nem pensou duas vezes. Logo senti sua lingua me percorrer as entranhas, detendo-se mais no meu cuzinho, a ponta da lingua afiada penetrando fundo nele, enquanto metia um dedo na minha racha num vai-vem gostoso. O pau do Tó latejava tanto que não precisei de o chupar muito para sentir que ele ia gozar. Punhetando rápido e engolindo o mais possivel, embora a maior parte do caralho ficasse de fora, mamei e chupei até sentir o primeiro jacto de leitinho direto na minha garganta. E outros se seguiram, parecia que ele tinha acumulado sua porra por muito tempo. Só retirei a boca depois de sentir que do seu pau não sairia mais nada. Atrás de mim, o Duda continuava incansável, sua lingua e dedo me explorando. Como já tinhamos perdido a maior parte do filme, não fazia sentido continuarmos ali e resolvemos voltar para o carro. Tinhamos ido numa pick-up de caixa aberta que ficou estacionada num local pouco iluminado do parque. Aliás, todo o parque era pouco iluminado. Saidos do cinema dirigimo-nos para o carro, eu no meio e um menino de cada lado. Olhando para baixo reparei que eles caminhavam com dificuldade. Seus paus iam tão tesos que na frente das bermudas parecia levarem uma lança apontada para a frente. Roçando a mão neles, por cima da roupa, notei todo aquele tesão, parecia que levavam uma beringela ali escondida. Aí parei e corri o ziper das bermudas deles, sacando as varas para fora e falei:- Pronto, assim vocês podem caminhar mais fácil! Eles nem sabiam o que falar. O tesão dominava suas cabeças. Por entre os carros estacionados, fomos caminhando eu no meio com uma mão em cada caralho, vez por outra punhetando, puxando eles como se fosse uma trela. Chegando à pick-up, vimos que ela estava semi escondida por uma van. Então empurrei o Tó para a caixa dela, de costas, e saquei fora sua bermuda deixando que seu pinto apontasse para a lua. Rapidamente tirei meu vestido ainda encharcado do guaraná, minha calcinha atirei-a para longe e assim nua, um joelho de cada lado do Tó, encaixei-me nele fazendo o pau entrar na minha xoxota quente e úmida. E comecei a fodê-lo. Sim porque eu é que o estava fodendo e não o contrário. Eles eram pouco experientes. Baixando e subindo nele, sentia a verga me encher, esmagava seu tomates com as minhas bordas. O Duda não quis só ficar a ver, rápido se despiu e ajoelhando atrás de mim, começou a roçar a cabecinha de seu caralho na minha bunda, no rego. No cinema ele tinha melado bem meu cuzinho com a lingua bem funda, então apontou a cabecinha na entrada dele e tentou meter. Eu não era virgem, claro, já tinha tido minhas aventuras, mas sexo oral e anal para mim eram novidades. Então senti um desconforto no meu rabinho, a cabeçona não entrava facil, não. Falei para ele ir devagar, porque doía. Com muito cuidado, lentamente, ele lá conseguiu introduzir a cabeça no meu cuzinho que se abriu. Depois da cabeça, todo o resto é mais fácil e ele foi entrando, entrando, até bater no fundo. Virando as mãos para trás, apertei-o contra mim, para que ele não se movesse. Queria deixar que meu cuzinho se acostumasse primeiro ao corpo estranho nele. E continuei cavalgando o Tó, sua pika deslisando na minha racha. Então o desconforto passou. Senti enorme prazer no meu cuzinho. Soltando o Duda, intensifiquei os movimentos, agora não apenas cavalgando o Tó, mas também movendo o traseiro na piroca do Duda. Mmmmmm, delicioso! Sentir dois paus em mim era o máximo e não tardei a gozar, melando ainda mais o caralho do Tó. Aí o Duda quis trocar, também queria comer minha racha e deitou-se de costas para eu cavalgar nele, o que fiz sem demoras. Então foi a vez do Tó se posicionar por trás e eu já antecipando o prazer de sentir sua vara entrar em mim, empinei bem a bunda. Poxa, me ferrei. Como falei atrás, o caralho do Tó era bem maior e mais grosso que o do Duda e ao entrar foi como se eu ainda fosse virgem, senti meu cu se alargar demais, como se fosse rebentar. E parecia que aquela vara nunca mais ia chegar ao fim, entrava, entrava, até que senti suas bolas baterem na minha entrada. Então pedi para ele aguentar assim um pouco, porque estava doendo demais. Mas não há dúvida que nossos corpos são elásticos. Um pouco demais eu já estava acostumada e de novo iniciei o vai-vem, fodendo aquelas duas varas. Uma na xota e outra no cu. Os garotos estavam doidos de tesão, era tudo novidade para eles e não tardou que gemessem bem alto, e gozassem em mim, litros de porra me enchendo. Cansados, caímos uns sobre os outros, eu ainda com os paus enfiados em mim, emparedada no meio deles. Depois nos vestimos para voltar a casa. Olhando para os carros em redor, reparamos que nalguns tinha gente. Acho que nessa noite fomos a inspiração para alguns homens baterem punheta e casais darem uma foda. A viagem até casa decorreu meio em silêncio, estavamos envergonhados, entre nós nunca tinha rolado nada assim, mas tinha sido gostoso. Eles me deixaram na porta de casa e corri para ela. Depois de um banho gostoso, enfiei-me na cama, a cabeça ainda fervilhando de fantasias e não demorou que fizesse uma siririca, enquanto imaginava se eles em casa fariam o mesmo, uma punheta gostosa.” Esta história decorreu vários anos atrás. Uma outra situação aconteceu com aqueles dois meninos, mas depois eu conto. Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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PSICOLOGA- Uma lufada de ar no casamento

Olá, me chamo, digamos, Ana, 33 anos casada, com uma filha. Sou psicóloga, sexóloga e consultora matrimonial em Santa Catarina. Para quem me ler, poderá pensar que este site não é o mais indicado para o que vou transmitir, porque o usual aqui são contos mais ou menos fantasiados e relatos eróticos de experiências vividas. Mas como até no deserto crescem flores, porque não inserir aqui a minha experiência profissional e privada e com isso ajudar outras pessoas? Ao longo da minha vida profissional atendi muito casal com problemas no casamento, perspectiva de separação, incompatibilidades, etc. A minha clientela é média-alta, geralmente gente formada e estável financeiramente, mas com os mesmo problemas no lar das outras classes mais baixas. O meu método de trabalho consiste em primeiro ouvir os dois juntos e depois cada um separado para estabelecer um perfil do casal e quais os problemas que os afectam. Na maioria dos casos, ela se queixa que o marido já não olha para ela com a mesma atenção de antes, que o surpreende a olhar para outras mais novas, que no sexo é rápido e conciso dormindo logo de seguida e que mostra um certo desinteresse em o fazer. Quase sempre suspeitam que ele tenha um caso com outra. Já ele se queixa que a esposa relaxou e se acomodou, sem cuidar do visual, quase sempre engordando e que em matéria de sexo nada faz para manter a chama acesa e nas poucas vezes que o fazem é sempre algo repetitivo e sem graça porque ela parece fazer sacrificio e o importante é acabar logo rapidinho. Posso afirmar que mais de 80% dos casos são idênticos. Consequências de rotinas, falta de diálogo, tabus e comodismo na relação. Então fiz algo que nunca tinha feito e me auto-consultei. Como falei atrás, sou casada com um advogado muito certinho, que cuida da sua aparência cuidadosamente, sempre de terninho e gravata. Devido às nossas profissões, sempre temos relatórios para ler à noite e depois deitamos tarde e o sexo quando acontece é rápido e objetivo. É para ser feito e pronto. Baseada nos relatos da clientes, comecei a observar que o meu marido também olhava com olhar de despe-despe para garotas que se cruzavam conosco, na rua ou noutro local. Comecei a interrogar-me o que estava de errado comigo. Sempre me arrumo direitinha, penteada, cheirosa, com maquiagem, mas não o via olhando para mim com aquele olhar de desejo. Aí, nua em frente ao espelho analisei-me. Até que não estava mal mas notei que engordei bastante depois do parto e tinha perdido aquela firmeza nas coxas, com elas bastante gordas e balofas ao ponto de roçarem uma na outra na cava. Deitando e abrindo as pernas, não gostei de ver. E logo eu que antes tinha coxa firme e bem definida. Tinha ganho pneus na barriga que se acentuavam bastante quando sentada e mesmo deitada espalhavam-se para os lados. Mesmo de pé, a barriga não era lisa como uma tábua mas formava várias pregas desde o umbigo até o púbis. Deitada de costas, se levantava os joelhos ainda se acentuavam mais. Olhando de costas também não gostei. Elas estavam largas, os pneus saindo para os lados da cintura, a bunda um pouco balofa. Então decidi dedicar um pouco mais de tempo a mim e comecei a frequentar o ginásio 3 vezes por semana, malhando duro. Os resultados não tardaram a ser visiveis. Recuperei a firmeza das coxas, a barriguinha ficou mais firme sem pregas, os pneus foram diminuindo, a bunda mais firme e musculada. Aí tive que trocar o meu guarda roupa e claro, o meu marido reparou. Pelo canto do olho verifiquei que ele já me olhava como antes, com aquela sensação deliciosa de despe-despe. Estava na hora de aquecer o nosso relacionamento sexual e sem me fazer rogada, parti para a batalha. A forma como faziamos amor, geralmente era muito certinha sem grandes variantes e para mim estava bom assim. Dava mais conselhos às minhas clientes do que aplicava em mim na prática. Claro que já tinha feito oral com ele, mas geralmente ele ficava de pé e eu ajoelhando na frente lambia e chupava até o fazer gozar. Anal nunca tinha experimentado. Mais confiante no meu corpo (porque é algo muito importante, gostarmos do nosso corpo) decidi ser mais aventureira. Numa noite em que ele estava deitado de costas, lendo um relatório na cama, comecei a beijá-lo. Primeiro na boca, depois fui descendo pelo peito, barriga, até chegar no seu membro. Aí usei a lingua na cabecinha dele e deslisando por ele até a base e voltando. A respiração dele ficou mais forte, ele estava gostando. Os dedos dele entrosados no meu cabelo, a pressão sobre a minha cabeça, me davam indicações do quanto gostava. Quanto mais forte a pressão, mais ele gostava. Comecei a brincar com a lingua nas bolas dele e a pressão dos dedos aumentou. Descendo mais um pouco, a lingua acariciando o escroto, o espaço entre as bolas e seu ânus. Ele gemia baixinho, estava adorando. Então fiz algo inédito e levei a lingua até seu ânus, lambendo ele, penetrando. Ele gemeu alto, as mãos apertaram minha cabeça com força. Ele estava louco de tesão. Com as mãos abri bem as suas nadegas e enterrei minha lingua em seu cu bem aberto iniciando um vai-vem ritmado. Seu pau ficou duro como rocha, latejando de tesão. Aí experimentei introduzir o meu dedo médio em seu cu molhado enterrando ele todo enquanto abocanhava seu pau chupando sem parar. Movia o dedo no cu simulando uma cópula enquanto minha boca aspirava o pau para minha garganta. Ele não aguentou muito tempo. Gozou como eu nunca tinha visto, enchendo minha boca de leite quente e espesso. Seu esfincter apertando meu dedo não o querendo soltar, até ele cair de costas exausto. Olhando seu rosto, notei que estava um pouco constrangido, envergonhado por ter sentido tanto prazer daquela forma. Como profissional habituada a lidar com aquelas situações, perguntei:- Vc gostou? – Muito, respondeu ele, embora desviando o olhar. Mas se vc queria algo assim, porque nunca pediu? – Vergonha, respondeu ele, medo da minha masculinidade ficar em causa! – Querido, dentro das nossas paredes nada é proibido, desde que ambos queiram. Eu tenho o maior prazer em dar prazer a vc. Como todo o mundo sabe, o ponto G do homem está localizado dentro do ânus, então não é de estranhar o prazer que eles sentem em serem tocados ou penetrados. Tem aqueles que admitem o fato e aqueles que por preconceito ou medo de serem julgados nunca admitiram, embora já tenham experimentado introduzir um dedo ou algo nele. A partir daí, as nossas relações ficaram mais intensas. Eu sempre estimulava seu ânus e era recompensada com um pau bem duro e teso. Então decidi que poderia ir mais além. Sem nada lhe dizer fui numa sexshope e escolhi 3 dildos. Um comprido e fino, um plug anal fino na ponta, depois alargando e estreitando de novo, com base larga para não deixar ele entrar todo. Finalmente uma calcinha de silicone com um dildo muito realistico acopulado, grandão, com cabecinha vermelha e bolas. Era cor da pele e com veias como se fosse de verdade. Para além disso tinha um pequeno reservatório que podia ser cheio de liquido e que pressionando um botão ejaculava como de verdade. Nessa noite, enquanto ele tomava banho, vesti a calcinha e esperei por ele na cama, o pau bem teso, em toda seu magnitude. Quando ele voltou e me viu, engoliu em seco sem saber o que dizer. Como sempre fui muito directa, perguntei:- Olha querido, comprei estes brinquedos para nós. Vc quer? – Ele respondeu que sim. Então fiz como já era costume, lambi seu pau e seu cu deixando-o molhado e com desejos. Ele ficou de quatro, de costas para mim e iniciei um roço nos tomates dele com meu toy, a cabecinha acariciando seu rego, seu cu. Ele gemia de prazer, empinando bem a bunda. Aí pegando o dildo mais fino, com bastante lubrificante, apontei-o em seu cu e fui metendo. Ele era bem mais grosso que meu dedo, uns 16x2,5 cm e custou um pouco a entrar mas devagar e calma meti-o todo. Vc tá gostando? Perguntei – Sim, gemeu ele, não pare! Então retirei ele fora para logo meter de novo, todo de uma vez. Eu olhava extasiada aquele dildo bem grande desaparecer todo em seu cu. Minha racha fervia de tesão. Vendo que seu cu estava bem aberto, era hora de usar o grandão acopulado na minha cueca. Melando-o bem com lubrificante, pedi para ele empinar bem e abrir as nádegas e apontei a cabeça dele na entrada do cu que piscava, abria e fechava. E fui empurrando. Ele era bem grosso, bem mais que o dildo inicial, uns 18x5 cm, a cabeça mais saliente que o corpo dele e pensei que não ia conseguir penetrar. Meu marido gemia, suava e pedia para ir devagar. Até que a cabeça conseguiu entrar e meti até meio. Tirei fora e vi que seu cu estava todo aberto como eu nunca imaginaria, e meti de novo. Desta vez foi até o fundo. As bolas bateram na entrada dele, minha barriga se esfregando nas nadegas dele. Eu morria de tesão. A base do pau acariciava meu púbis. Iniciei um vai-vem comendo seu cu e sentia como se o pau fosse meu de verdade. Não tardei a gozar, mas sem parar de enrabar aquele cu maravilhoso. Ele gemia de prazer, seu pau duro enquanto eu o punhetava. Ele não aguentou mais. Ser enrabado e punhetado foi demais para ele e explodiu num orgasmo forte enquanto eu enterrava o meu pau todo em seu cu. Então tirei ele fora e troquei pelo plug que tinha comprado. Enterrei-o até o fundo e deixei-o lá metido e aí pedi: Agora é minha vez, foda meu cu também. Nós nunca tinhamos feito algo assim, meu cu era virgem, mas depois de ver ele gozar, também quis experimentar. Então ainda com a cueca-dildo enfiada (ela tinha aberturas atrás de acesso) coloquei-me de quatro e ofereci minha bunda para ele. Seu pau estava todo melado e ele foi logo metendo ele. Doeu pra caramba, era a primeira vez, mas nao quis ser fraca e incentivei-o: Vai querido, me fode, coma meu cu. Senti sua barriga colar em mim. Meu cu parecia que ia rebentar, mas logo se acostumou e ele começou um vai-vem como eu tinha feito com ele e era gostoso demais. Meu marido estava adorando. Para além de estar comendo meu cu, também tinha o plug enterrado no seu e aí sentia prazer dobrado. Mais uma vez eu morria de tesão. Na posição de quatro como estava, via o dildo acopulado em mim, teso e espetado para a frente e pedi para ele o punhetar tal como eu fizera com o dele. E assim fez. Me fodia o cu e punhetava o dildo e eu sentia como se ele fosse mesmo meu. E gozei de novo. Não tardou que ele também gozasse, enchendo meu cu de esperma morna. Ao mesmo tempo, ele acionou o botão do meu dildo e ele também ejaculou o liquido que tinha no reservatório. Delirei. Foi como se eu tivesse mesmo ejaculado. A nossa vida nunca mais foi a mesma. Os toys passaram a fazer parte das nossas relações. Até cheguei a experimentar ficar de pé, tal como ele antes fazia, e pedir para ele lamber as bolas e chupar o dildo como se fosse de verdade enquanto com as mãos acariciava minha bunda, minhas coxas e usava um dedo para penetrar meu cu. E também gozei forte assim. A visão de ver ele chupar meu toy era demais, como se fosse meu pau de verdade. Nunca mais tivemos relações simples como antes. Eu sempre como o cu do meu marido antes ou depois de ele comer minha racha ou meu cu. Se eu sei que é algo que ele adora e que na verdade me dá imenso prazer, porque não fazer sempre? Claro que nem sempre uso o dildo grandão, porque aí ele não ia aguentar, mas tenho sempre o recurso à lingua e ao dedo. Comecei a ficar ousada e nem esperava que ele pedisse. Do nada aparecia com a cueca-dildo enfiada e ele já sabia o que queria – foder seu cu! Por vezes ele está no banheiro se barbeando e eu surjo sem aviso, a cueca-dildo enfiada debaixo da saia e começo a roçar na bunda dele. Aí já sabemos o que acontece a seguir. Sempre que viajavamos, eles vão conosco. Chegamos a fazer sexo em local aberto. No quarto com as janelas abertas, no carro, numa praia deserta. Mais que uma vez vimos que estavamos sendo observados, mas não estavamos nem aí. Uma vez comi seu cu quando ele estava debruçado na janela falando com um vizinho. Gozei e enchi seu cu com o liquido do reservatório e fiz ele gozar, sem que o vizinho se desse conta. Hoje fica dificil definir quem gosta mais, ele ou eu. Morro de tesão só de pensar em comer seu cu. Ver aquela bunda bem redondinha, o cu bem aberto para mim, o toy enterrar-se todinho nele, me leva ao céu. Com a minha experiência ficou mais fácil aconselhar as minhas clientes. Quando se queixavam do desinteresse dos maridos, eu sempre lhes perguntava: Vc já experimentou comer a bunda do seu marido? Elas ficavam sem fala, mas depois que eu lhes explicava a história do ponto G deles, do quanto gostavam de ser acariciados lá, elas ficavam pensativas e respondiam que iam tentar. Invariavelmente depois me telefonavam agradecendo o meu conselho. Que tinham experimentado e agora o marido era outro. Muito atencioso, querendo sexo a toda a hora, que a rotina tinha acabado. Comiam e eram comidas sem tabus. Este é o meu conselho para as leitoras. Eu salvei o meu casamento e para além disso sinto-me mais mulher. Sou desejada e amada. Está nas vossas mãos fazer o mesmo. e-mail - Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar Comentários

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como explicar os acontecimentos...

olá a todos... Primeiro gostaria de parabênizar, pois o contos desperta muito desejos... Como é o mei primeiro relato, venho dedicar ao casal amigo que tanto me ensinaram sendo em respeito e ao sigilo de cada um, os nomes trocados. peço desculpa pelos erros, mas seguiremos ao principio, para que todos venham coompreender... Eu sou o Pedro, 37 anos, mais ou menos 150 mt, moreno claro, brasileiro residindo em portugal ha 8 anos... tenho um bom trabalho calmo e tranquilo. não ganho muito bem, nem mal, consigo sobreviver e ter uma vida digna e aos fim de semana me encontrava sempre desponivél... Como tenho um bom conhencimento, resolvi prencher minhas horas vagas, com prestações de pequenos trabalhos de bricolagem etc... isso mais o menos a 4 messes, e no decorrer desse percurso, fui ganhando algum clientes etc... As coisas começaram a render, chegando ao ponto de ter o meu domingo, completo de trabalhos... Uma vez pendurar um candeiro, outra uma pequena limpeza nas canalizações e até mesmo colocação de molduras e cortinas etc.., Quando presto serviço para alguêm, e o mesmo acaba por indicar a um amigo etc...assim por diante, E numa dessa deslocação acabei por conhecer um casal já de idades um pouco acima da minha, com uma grande simpatia etc.. Isso por volta de uns 3 messes, precissamente no mês de fevereiro, acabei por ganhar um grande cliente, e eles a minha confiança, portanto que ao decorrer me recordo que no primeiro trabalho, o nosso dialogo erá mais para um terrocatorio doque uma simples trocas de idéias. Pois o sr. eduardo no qual me contractou, para colocar algumas moduras, sempre com perguntas, que eu até achava normal pelo facto de não me conhecerem, eu no trabalho e ele ao lado, me perguntanto se já havia me acostumado em portugal, respodi-lhe que apessar de ser bom para se viver sentia muitas saudades do brasil etc... A certa altura me perguntou o porque eu não retornaria então a minha terra, uma vez que ha muitos familiares por lá... Respondi-lhe: Que apesar de toda saudade, a minha vida por aqui se encontraria por completa, uma vez que tenho espossa e três filhos... O sr eduardo nesse momento, me olhou com espanto, e de seguida torna a me perguntar: mas três filhos... Responlhe: que sim, e que de agora em diante pensaria duas vezes para um retorno, sendo que tanto eu com minha familia temos a situação legalizada etc... Foi nesse momento que descobri que os mesmo não teria filho, pois para continuar com o dialogo, pergunto-lhe! E o sr. quantos filhos tem? O mesmo me responde que infelismente nenhum, sou apenas eu com minha esposa, Matilde. No qual acabei por conhecer um pouco mais tarde... Apôs mais algumas palavras acabo o trabalho, e ao mesmo tempo entra por porta a dendro a sra, o sr Eduardo acaba por me apresentar a espossa, muito simpatica no qual me recebeu de bom grato, aprensentava ter acima do seus 50 anos mas de boa forma, pois trajava com um bom alinhamento de camisa detalhadas e uma calsa de sarja... Acabamos por rever os trabalhos concluidos, sendo que a sra. Matilde pede para trocar um a moldura de lugar e como éra o meu trabalho aceitei normalmente, quando estou e perfurar a parede para colocação do mesmo, o sr Eduardo diz a sua espossa, sabe querida, que o nosso amigo Pedro aqui, tem três filhos é casado e tem uma vida de grandes responsabilidades! A sra Madilte com um ar de curiosidade, me pergunta é verdade Pedro? Respondolhe: que sim, e continuo, até parece que vocês estão assustados, não estão acreditanto? Ela a sra matilde com muita delicadesa, diz não é isso, é que a vossa vida nos imprecionou, pois és tão jovem e já com uma familia tão grande e deu um pequeno sorrisso ao esposso. Trabalho concluidos, recebo um valor x pelo trabalho, e combinamos que no proximo trarei alguma fotos de minha familia para que os mesmo podessem conhecer...até ai tudo bem, pois me simpatizei e não vi maldade nenhuma na partes deles, apenas enteresses de saber algo mais de minha vida etc.ok... Passando-se duas semana e recebo uma ligação, no qual era o snr Eduardo, me pedindo para realizar mais um trabalho, mas teria que ser no domingo seguinte bem cedo, pois receberiam familiares e completou, olhe Pedro se possivél pode trazer as fotos pois estamos anciossos para ver a vossa familia... Respondi-lhe: que sim sr será um prazer, aqui entre nós me orlgulho pela familia que tenho, pois todos o quanto me conhece acaba por elogiar...e isso é um prazer e tanto. Me impolquei mais em apressentar a minha familia, doque pelo proprio trabalho, corri já a preparar um pequenos albo e deixei tudo pronto. Domingo me levantei cedo preparei as minha ferramentas etc, tudo arrumado me desloquei à casa do srn. Chegando as 9:00 hs e sendo bem recebido pelo mesmo, nos apresentamos com o velho aperto de mão, o sr já de imediato pergunta-me se havia trazido alguma fotos etc...fico sem endenter o tanto do interesse, mas lhe respondo que sim. E nos dirigimos para a sala, no qual o sr me explicou que a espossa ainda se encontrava deitada, e que ao se levantar poderiamos ver, por mim tudo bem...tomamos um café que o mesmo me ofereceu e seguimos para realizar os trabalhos no qual seria limpezas dos lavatorios. Começamos pela a cozinha com muita calma e menos barulho possivél para não incomodar a sra, após acabar, deslocamos para um quarto de hospede, e para ter acesso, teriamos que passar entre um corredor, pelo qual da acesso a porta de suit do casal, no qual tive uma visão espetácular, pois o sr Eduardo, ia a frente eu com as ferramentas atráz, ao passarmos pude notar que se a sra Matilde realmente se encontrava deitada, virada de costas para a porta e com uma camisola muito tranparente de um tecido suave, leve e bem a vontade, por mais que tentei pensar: isso é normal. despertou um pequeno desejo, mas recompus-me os pensamentos, e meio sem jeito volto a orentar ao tranbalho. Quando estou a concluir o segundo trabalho e o srn Eduardo sempre ao lado com um bom dialogo, no qual já me tinha dito as vossas idades, ele com seus 58 anos já se ncontrava na reforma, e ela na casas do 53, na pre reforma, no qual conclui a dizer, que não aparentavam pois o mesmo pareciam ser mais novos, nesse momento ouço passos a se aproximar, olho em direção a porta, vejo de pé a sra Matilde a nos comprimentar com um bom dia, o incrivél é que a mesma se encontrava da mesma maneira, pude notar que apessar da idade a mesma era muito vaidossa, pois contemplei que através da linda, camisola no qual realçava um perfil lindo de uma grande mulher e que a mesma se encontrava sem a parte de cima apenas de cuequinhas medias e por cima uma camisola bem transparente... Por mais que eu tentasse disfarçar, era dificil não sei se notaram pois mudei completamente, ficando meio sem jeito e até mesmo sem saber aonde meter a cara... O impressionante é que ela tranquilamente, normalmente se aproxima do esposso lhe beija suavemnte a face, e o mesmo já de imediato lhe comunica que eu havia trazido as fotos, ela com um sorrisso pergunta, então poderemos ver? E nos convidou para a sala, ao chegar corri logo para tratar de pegar o mais rapido possivèl o albo e o entreca-lo em mãos do sr, eduardo e dize-lhes: podem ver a vontade, pois contunuarei com o trabalho, para não perder tempo, no qual o sr me dize: o trabalho haveria dias e mais dias para se concluir, e que além do mais estaria grato se estive eu presente, para poder dar informação das fotos... Não tive saida, realmente tive que me deparar com aquela situação que ao mesmo tempo constragedora, mas que me despertava um desejo incontrolavél,e ao mesmo tempo um calafrio etc... já nem sabia o que sentia no momento.... Sento-me no sofa, devolvem-me o albo e fica cada um do meu lado, o srn a minha direita e a sra à esquerda, começo por folhiar e mostrar algumas fotos e explicar esse é meu filho e espossa etc.., eles muitos atento, mas confeço que: Já não aquentava mais pois me encontrava com as mãos suadas e frias, algo acontecia comigo, não sei explicar bem o que era, mas era algo estranho e gostosso ao mesmo tempo.... E nessa de ver o albo, a sra cruza umas da mãos para mostrar uma foto e se encosta em mim de uma forma que posso sentir o perfume mais profundo e calor do vosso corpo... Enfim que situação... E continuamos eles na maior tranquilidades, elogiando etc... E eu? havia momentos que até tremia... Nisso o sr Eduardo recebe uma ligação, no qual pude me aperceber que alguêm do outro lado no diz-lhe cancelar algo etc... o mesmo comunica a espossa que os familiares não iam poder comparecer pois teriam que cancelar tudo, pensei; to ferrado até quando ira durar isso? A sra sorri ao esposso e diz-lhe: bem assim teremos o dia só para nós...e completa a me dizer que adorou as fotos que sou um homem de muita sorte, pois tenho uma familia linda. agradeço-a com um muito obrigado. e nisso o sr Eduardo diz: se me dão licensa, irei buscar algo para tomarmos, no momento ficando então eu e a sra Matilde, no qual ela se levanta e senta à minha frente comportatamente, e eu nem a consigo olhar em direção a ela, no qual me pergunta se eu estou bem, repondo-lhe meio sem voz que sim esta tudo bem. Chega o sr com três frasco de sumo natural, tomamos e a sra pede licensa para se retirar pois iria tomar um banho, nisso acompanho o sr Eduardo à cozinha para guarda as coisas qua havia trazido, ele com naturalidade me diz: Olha Pedro minha espossa simpatizou muito comtigo, ainda mais sabendo que és um jovem muito responsavél. Nisso ouço ela chamar pelo sr Eduardo, no qual se deslocou até a casa de banho aonde se encontrava a mesma, eu ali parado na cozinha com o pessamento a mil, sem saber se o facto de tanta simplicidade será normal ou se tornava alguma indirecta, e ao mesmo tempo, leves pensamentos de que: há, o que é isso eu sou casado, e eles uma familia tenho mais que respeitar e mais nada... Demorando por alguns minutos, retorna o sr Eduardo me dizendo que a banheira havia uma deficiencia de escoamento, me pedindo assim para ver se puderia ajudar...nos deslocamos para a casa de banho ao entra a sra se encontra enrrolada em uma toalha já fora da banheira em pé, me aproximo para ver o que relamente estava se passsando, nisso não me dou conta de que o sr se aussenta em silêncio, ficando apenas eu e a sra matilde, quando coloco a mão para ver o que se passava, notei que a mesmo se encontrava tampada, no qual se aproxima por detras a sra Matilde, me dizendo? Olha Pedro sei que é dificil de entender mas para nós, quero lhe dizer que mim e para o Eduardo é muito simple? andamos a conversar e nos endendemos que amamos muito um ao outro no qual gostariamos realizar algo de diferente em particular: eu sem ender aonde ela realmente queria chegar, e continua ela, pois bem agora teras que tu desidir, escolhemos você pois nos transmetiu muita segurança e alem do mais sabemos que tens familia, no qual isso para nós se torna um grande sigilo. como não so nenhuma criança não foi dificil, de comprender que algo de mais intimo poderia rolar, mas que a situação para mim se tornava um tanto estranha, primeiro que além de eu ser um pai de familia e que nunca teria passado por uma situação assim e muido menos me ter envolvimento com uma outra pessoa a não ser minha espossa, e por cima de tudo com um casal, mas a realidade era, que já me encontra perdido de desejos, sem saber explicar como. Dou uma de inocente: e pergunto-a sra Madilde em que poderei vos ajudar? ela me responde simplesmente, que só aceitando ou poderia me ir embora como se nunca, tivessemos aquele dialo., fiquei parado de frente e sem dizer uma palvra, pois garanto-vos que no momento não tinha força para tal: apenas apreciando aquela bela mulher. e como no ditado quem cala concente, ela se aproxima de mim com tanta gentileza passando uma das mãos em meu rosto me diz como tu és um querido hoje cuidaderei de ti...beija a minha face deixa a toalha cair e pude ver quase a não acreditar, um corpo lindo mulher madura pele branca suave perfumada, de porte medio, seios cheios maravilhossos, realmente se tornava dificil de acreditar, simples e humilde a elogie como a sra é linda? ela sem perder tempo começa por despi a minha camisa, nisso entra o sr Eduardo dizendo: me alegro em que vocês tenham se endentido estou muito grato e ti Pedro pois acredito que nos permitirar bons momentos. Mas como me encontrava meio sem jeito, e eles por serem um pouco mais maduro e bercebendo a minha reação, ela toma iniciativa, me despindo por completo passando a mãos em meu corpo me levando para dentro da banheira no qual troco passos sem que as pernas possam responder, com os pensamentos a mil digo paramim mesmo em um tom de voz baixa, não acredito: No qual ela ouve e me diz: fique tranquilo e curta a cada momento, ligando assim a agua em uma temperatura agravél, para mim já era tarde, pois mesmo que quere-se por mais que tentasse pensar, não consegueria, pois no momento o que mais desejava, era tela da minha forma mas tela. tomo um bom banho, recomponho-me respiro profundamente e decido a encarar o facto, uma vez que tenho a oportunidade. nisso utilizo uma toalha, me seco e enrolo-á minha cintira e saio da casa de banho me deslocando para o centro do quarto, em seguida o sr Eduardo diz que agora sou eu entrando para o banho, sr Matilde vem ao meu encontro me guiando para a vossa cama sempre com muito geito e com um toque especial. já me sinto um pouco mais a vontade, deitado em um dos lado ela do outro mas bem proximos começo por retribuir carinhos e deixo minhas mãos percorre pelo seu corpo, ao mesmo dempo despertando um desejo incontrola-vél em mim...me retribuido da mesma forma, com cada toque especial. procuro os vosso labios no qual tenho resposta, tornando um beijo suave sedutor e muito romantico. ouço a agua a ser desligada, tenho receio pois não saberia na realidade o que estaria por vir, apenas a verdade é que me encontrava com uma mulher casada e a qualquer momento o espossa estaria no mesmo ambiente. e para minha surpressa ele aparece, todo nu, puxa uma poltrona senta já bem a vontade e diz: vocês estão lindos quero apreciar cada momento sintam-se a vondade, nisso a sra Madilte da um lindo sorrisso para mim e diz estou adorando, pois hoje é um dia muito especial. na realidade, já teria me esquecido dos demais compromiços, pois havia mais duas marcações para o mesmo dia. pedi um tempo ela sem endenter, pego no telemovél e faço o cancelamento, dizendo aos meus cliente que não poderei comparecer, pois o trabalho no qual estaria realisando poderia me ocupar o tempo por completo. olha tanto para ele e para ela dou um sorrisso meio sem jeito, no qual eles retribem com uma gargalhada gostossa. sem perder muito tempo, para que não esfriasse o clima, me jogo na cama e começo por beija-la, notava-se que ela já se encontrava em um outro mundo, pois soltava pequenos suspiros a cada toque, começo por percorrer o vosso corpo, massageando com as mão e percorrendo com a lingua hora beijando hora só passsando de suave. e nessa de exploraração, quando me aproximei de suas mamas comecei a sugar como uma crinça vaminta, percorri em direção, ao seu ventre com muita calma, pois na realidade ao certo não saberia até aonde poderia prosseguir, só pude notar que quando mais proximo eu estava, ela respondia com gemidos, entã me abercebi que o caminho se encontrva livre...acho que não precipitei, pois cuidadosamente queria tornar cada momento unico, até então consegui chegar em sua cona, que linda de poucos pelos perfumada, macia desnumbrante...contemplava com olhos os labios carnudos e rosados passava a linga em voltas e sempre atento em sua reação, quando me abercebi que ela se contecia um pouco fora do normal e com mais frequencia, meti a lingua para dentro muito rapido, movimentando de um lado para o outro. sinto ela a agarra-me pela cabeça e precionar de encontra o vosso ventre, soltando um gemidos tremendo.e anunciando o seu gozo... sinto o vosso nectar a prcorrer por minha boca, aquele liquido quente e gostosso, já perdia eu o controle pois no momento chupava mordia de leve e penetrava-a sempre com a lingua e ao mesmo tempo minhas mãos não paravam de percorrer aquele corpo divino. como ela se encontrva deitada e eu no meio de suas pernas , subi lentamente procurando a sua boca e num toque de magia nos correspondemos com um beijo louco, assim eu por cima e ela por bixo como papai e mamãe e me fui preparando para penetra-lá, ela por um breve minuto se desliza me colocando deitado de barriga para cima e retribui todo toque no qual haveria lhe proporcionado, percorrendo a cada centimentro do meu corpo, lambendo brincando me levando as alturas. chegando ao meu penis chupa-o de uma forma inesplicavél que abilidade...nisso percebo que o sr Eduardo se aproxima e senta ao lado, no qual ela se dirige em seu encontro beija-o sendo um beijo longo e demorado, ele se ajeita de pernas abertas ela começa por percorre o seu corpo, me deixando meio de lado, consegui compreender a quela mudança, pois saberia qua teria que partilhar a cada momento. agora ele se encontra sentado encostado na cabeceira da cama, ela de costas para mim, de quadro começa por chupar o marido, eu apreciando e louco de tezão, senti desejo de chupala outra vez, mas sem saber como chegar deixei minhas mãos percorre por cima de suas bunda alizando e passando um dos dedos em seu cu, erá inacreditavél pois a cada toque ela se contorcia e mexia mais, ele por sua vez massageava-lhe as mamas e notava-se qua estava adorando, sendo chupado por ela. aproximo minha boca deixo a linga tomar lugar das mãos, no qual ela diz com voz abavada, me chupa meu gostosso, me deixa pronta, para vocês, vem me de prazer...hoje serei a vossa puta... essas palavras me soaram como mel, foi a gota dagua para saber realmente que poderia fazer tudo o que me desejava com um unico objctivo, retribuir muitos desejos aquela deusa.... já sem pudor chupava a cona o cu passando e penetrando-a com a linga abrindo caminho para me receber... noto que o sr Eduardo se movimenta para o lado abrindo um caveta, e tirando da mesma alguns preservativos e em seguida direcionando em minha direção, eu sem dizer uma palavra recebi e tratei de o utilizar o mais rapido possivél, pois já corriam liquido do meu penis, apôs colocalo, fui me dirindo e guindo o penis para aquela cona maravilhossa, pude sentir cada centimetro a penetra-lá. ela em movimentos continuava a chupar o maido... não aguentei por muito tempo, anuncie o gozo, por sua vez ela aumenta o ritimo arrancando de mim gemidos de prazer e um gozo frenetico, que foram pouca as vezes que tive.. minutos depois caio ao lado quase morto, vejo quando ela se deita ao lado com as pernas abertas, e o sr Eduardo com o penis maior que o meu se dirige para penetra-la. ela cruza as pernas pelo corpo do marido com movimentos chegam ao gozo caindo assim um para cada lado... todos com um ar de felicidades, silencios por uns minuto, estavamos exaustos, um breve descanso somos despertado por ela no qual nos convida ao banho, seguimos os três no banho eu e o sr com sabonetes nas mão deslizamos pelo corpo da sra Matilde, no qual nos pede: cuida bem de mim meus queridos, pois saberei retribuir a cada um de vocês, e começa por dar banho tambêm no esposso, ficamos como um trenzinho eu a ensaboando-a e ela ao esposso, quando terminou ele saiu e ela dize agora vem Pedro, você tambêm precisa ser cuidado por mim. nossa que mãos divinha, por mais cansado que me encontrava, ela conseguiu me despertar, terminando diz-me: vá me esperar, já estarei indo ao vosso encontro nissso saio e me dirijo pra a cama no qual se encontra o sr Eduardo deitado se masturbando, ao me ver diz e tu Pedro estas a gostar? respondo-lhe: que apessar de terem me pego de surpressa, estava sendo otimo, e que se tornava para mim uma experiancia inesquecvél, que ate o momento eu não acreditava que isso pude-se acontecer.e que estaria aprendo coisas maravilhossas. nesse momento ouço a voz da sr Madilte no qual diz: ouvi e adorei mas temos muito para vos encinar fui pedro, não é Eduardo? ele com um ar meio sacana lhe responde: é sim minha querida, agora vem nos fazer sentir realmente quem tu és, pois te conheço e sei que estas louquinha de desejos.iremos relizas nossas fantasias... ela se aproximo deita no meio de nos, e começa já direto a chupar os nosso penis chupa o marido e eu, quasse ao mesmo tempo larga de um pega o outro... despertando-nos para mais uma sesão de prazer, ele por sua vez percorre o corpo de sua espossa em direção ao seu cu, lubrifica-o enfinha um dedo, com movimentos suavéis movimenta-o para dentro e fora eu sendo chupado por ela e vendo aquilo, se tornava uma tortura pois despertava um desejo de fuder aquele cuzinho, no qual ele me pergunta directamente, queres fuder esse cu Pedro?.. eu quase implorando digo que sim, ele deita-se, puxa-á para cima e penetra em sua cona, sem delicadesa e com muita rapides me entrega outro preservativo e me diz : vai Pedro esse cuzinho é todo seu, não bastou dizer outra vez, coloquei e fui sentir aquele tunel do amor ela nessa altura se encontrava eletrica se mexendo subindo e descendo em cima do marido, que teve o cuidado de abrir embas as nadegas e livrando o caminho para eu puder penetra-lá.... ao me senti na portinha do seu cu, ela me pede: Pedro vai com calma, pois só transei anal com meu marido e foram poucas vezes, beijei sua nuca e recebi a sua ordem com muito prazer, como estava já lubrificado, não foi dificil, apesar de ser bem apertadinho e quente, quando dei por mim se encontrava por inteiro dentro dela, que na altura já não era nem eu, nem o sr que controlava a situação, mais sim a sra Matilde, que nos comia e bem, se movimento de tal forma, que todo nos, anunciamos o gozo... e entres gemido de prazer misturados um do outro, pois já ninguem conseguiam se segurar, gozamos feito doidos, beijamos abraçamos descançamos e fomo para o banho sendo um de cada vez. apôs o banho nos vestimos, e fui convidado a almoçar. depois de tudo o que teria acontecido, seria muito injusto de minha parte recusar, e além do mais o sr Eduardo dize-me que desejaria uma prossa. nos deslocamos para a cozinha, enquando a sr Madilte preparava a comida pre cozida, o sr Eduardo veio com explicação, de que o que teria acontecido, foi uma fantasia que já os teria a muito tempo, mas sem oportunidades de realizar. eu por minha vez vos perguntei: mas porque me escolheram? ela comenta: a ti Pedro!, porque primeiro sabemos que tens responsabilidade, tem familia e és um homem assim como todos os outro, jamais aguentaria uma sedução. teriamos que ter certeza de tudo ficaria entre nós, com sigilo absoluto. fico puto da vida, pois me senti usado...mas que na realidade teria gostado e repediria tudo outra véz. almoçamos e nos despedimo, ao sair ela se aproxima dando-me um gostosso beijo me dizendo foi fantastico esperomos pelo pedro em uma outra oportunidade... agradeço o sr Eduardo, digo-lhe que teria sido os melhores momentos de minha vida obrigado a vocês por me proporcionar esse momentos... o mesmo me garante que terá uma conversa com a espossa e se a mesma decidir ele me ligará... sai daquela casa transformado, não pela maneira de que aconteceu mais sim pelo toque e sedução de uma mulher madura, que realmente sabe como fazer. hoje quando toca o meu telemovél me da um calavrio, um desejo proibido desperta.... E passando-se duas semana, no fim da tarde de uma terça feira, quando já estava a recuperar os pensamentos, recebo aligação do sr Eduardo me perguntando se me encontrava bem, e dizendo-me que teriam uma outra proposta!!! com mais exigencias... bem mais isso é uma outra hestória, no qual com muito prazer descreverei para os amigos... e agradeço esse meu querido amigos, no qual tenham me despertado tornando assim a minha vida sexual muito mais saudavél....bjs

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Josué o Empregado da Fazenda

Oi pessoal Sou a prima da Carla Zéfira e meu nome é Anna Zéfira. Moro numa fazenda no interior de São Paulo. A fazenda da nossa familia mas meu pai ficou cansado de cuidar dela e como irmã mais velha fui incumbida de morar lá e cuidar dos interesses da família. Aprendi a lidar com peões, que dão um trabalho enorme, principalmente para aceitar ordem de mulher e ainda por cima novinha que nem eu (tenho 25 anos), daí que por várias vezes tive que literalmente empentelhar a vida de alguns deles para que trabalhassem do modo que eu queria. Eu vivo andando de botas pela fazenda, e numa tarde morna de verão saí no final da tarde para fazer a minha ronda a pé mesmo e devido ao calor vesti uma saia meio curta em vez da calça jeans. Qual minha surpresa, ao caminhar pelas árvores do pomar, avistei um dos empregados, de nome Josué , dormindo na sombra de uma rvore, sobre um papelão. Fiquei danada pois não eram nem 4 da tarde e o cara tava alí dormindo às minhas custas... Eu já tinha dado varias broncas antes nele por serviço mal feito e tava a ponto de mandá-lo embora mesmo. Cheguei perto dele, que continuava dormindo a sono solto e coloquei a bota no peito dele, dai ele abriu os olhos apavorado e eu disse: É pra isso que eu te pago ? Pra dormir durante o serviço ? E êle respondeu: Disculpe Patroa mas a tarde tava tão quente e esta sombra de árvore tão gostosa que não aresisti...(sic). Por favor não me mande embora. Eu vou trabaiá (sic) direitinho de agora em diante. Pelo volume nas calças dele, o safado devia estar sonhando com alguma empregada da fazenda, e como a fazenda é afastada e eu raramente entro em contato com homens de um certo nivel, estava sem transar já há uns 2 meses e com a 'menina' a perigo..., dai ensaiei uma sacanagem e perguntei o que ele faria de diferente para eu não manda-lo embora. Ele disse: O que a Patroa quiser. A senhora manda.... Me senti a propria versão feminina do 'Senhor de Fazenda no tempo dos escravos' e minha mente ficou perversa mesmo. Não tinha ninguem por perto, da eu virei de costa pra ele e disse: Então você vai lamber meu cú , de castigo.... Ele me olhou incrédulo pois eu nunca tinha dado qualquer confiança pra ele. Então ele se levantou e se ajoelhou atrás de mim e levantou minha saia. Eu me curvei pra frente e ele arriou minha calcinha até o joelho, abriu as maçãs da minha bunda e começou a lamber meu cú lentamente. Daí eu disse 'Assim não Josué.. Quero que meta a lingua lá dentro dele seu imprestável'. Daí eu senti a lingua....... Caramba.. comprida, rapida, me furando o anel e rodando o interior do meu rabo.. e Jesus.. como eu adoro isso. Desde que experimentei lingua no cú uma vez com um tio, que fiquei fã de lingua no rabo.. e o danado estava treinado pra isso. Pude ver que o volume nas calças dele tinha aumentado mais ainda e resolvi ver como era. Mandei ele se levantar e me agachei na frente dele abrindo o cinto e o ziper das calças do peão. Me saltou uma sucurí pra fora. Era grande pra caramba, e tava dura que nem mármore.. e quente.. com uma gotinha de porra já na ponta. Caí de boca naquilo mas só na cabeça e um pouco mais. A situação então de repente virou... O peão esqueceu quem era a patroa e quem era o empregado e me segurou pela parte de trás da cabeça e disse pra eu chupar até o talo abrindo bem a boca e deixando ela molinha em volta do pauzão. Tentei mas comecei a engasgar, mas ele tirou o pau e me deu dois tapinhas na cara dizendo que eu ia chupar sim e tudo. Encolhi de medo pois o cara era grandão e fiz o que ele mandou, sentindo a cabeça do pau já na garganta e comecei a engasgar de novo e a babar, mas ele não se importou e tirou mais 2 ou 3 vezes o pau da minha boca e me deu mais 2 tapas bem dados na cara e me chamou de patroinha safada. Nunca achei que gostaria de apanhar e acho que continuo não gostando, mas alí , na hora, a sensação de dominada foi incrivel e comecei a me masturbar enquanto chupava, com minhas calcinhas ainda arriadas at os joelhos. Ele então me deu mais 2 sonoros tapas na minha bunda, deitou no chão de barriga e pauzão pra cima e ordenou: Senta aqui no meu cacete de jumento patroa, que a senhora vai conhecer o pau do Josué a fundo. Fiquei meio receosa pois o cacete dele era realmente um obelisco, mas fui experimentar e me virei de costas para o empregado e de cócoras sentei devagarzinho com a minha bucetinha naquela enorme cabeça de caralho. Sorte que tava molhadinha já e apesar de justo, o pirú do rapaz foi mergulhando no meu ventre firmemente. Resolvi dar uma sacaneadinha e coloquei meus pés, ainda de botas nos joelhos dele para ver se ele reclamava. Que nada, me deu mais um tapa forte na bunda, me levantou as ancas com as duas mãos fortes e me fez cavalgar o cacete pelos 5 minutos mais loucos da minha vida. Gozei pra caramba mesmo. Depois me tirou de cima, me puxou pela mão até um tronco caido no chão ali perto, me ordenando colocar um pé em cima da árvore e o outro no chão e me curvar para frente e segurar o tornozelo da perna que estava no chão. Resultado meu cúzinho ficou completamente ao vento. Olhei pra trás e vi ele passando saliva no caralho e os olhos vermelhos injetados de tesão. Daí ele disse: Patroa, se a senhora gostou tanto da minha lingua no seu furingo , vai gostar mais ainda quando levar minha pemba nesse olho apertado. Gelei... O Josué ia mesmo me enrabar e mesmo arriscando de perder o emprego, ele não parecia nem se incomodar neste instante, e eu não teria força para sair fora naquele estado de coisas. Rezei para que ele não fosse muito bruto e não me rasgasse o rabo. Ganhei mais duas palmadas na bunda pra ficar comportada e ouvi: Eriça o cú patroinha, que o rodeio vai começar. Meu cú normalmente é quente quando ponho a mão mas a temperatura daquela jeba era muito maior que o do meu traseiro e entrou molhada mas arrombando e queimando cú adentro. Pedi a ele pra parar e tirar, mas ele disse: Dona Anna, a senhora tem me sacaneado demais ficando sempre no meu pé, daí que hoje é o seu dia de pagar os pecados. Aguenta firme que seu cú hoje do peão Josué . E não deu outra.. levei no cú até ele fazer biquinho.. Quando tava perto de gozar no meu rabo ele de repente tirou rápido a pica fora. Tomei um susto e senti um vazio lá dentro.. Ele então me virou e me forçou ajoelhar ali mesmo e disse: Vou gozar na sua cara, patroinha galinha, que é pra senhora saber quem que é o macho aqui, e então jorrou intermináveis jatos de porra grossa e quente na minha cara, no meu cabelo e fiquei toda ensopada. Êle então disse: Agora pode me mandar embora.. E eu: Embora ? Quem falou em te mandar embora ? Agora achei mais uma ocupação pra voce e posso até pagar hora extra... Ainda aproveitei o Josué por uns 6 meses, até que uma das minhas irmãs me pegou dando o cú pra ele na mesa da cozinha da fazenda e foi contar pro meu pai, que despediu o Josué. Depois perdi contato com ele e ele foi trabalhar em Minas para a sorte de alguma outra patroa de lá ... Que pena.... Queria dividir esta experiência com a turma do Fantasy Island. Aliás achei a idéia ótima e fiquei molhadinha com varias das estórias anteriores que a Carla me deu pra ler. Queria conhecer o fotógrafo do conto 'FLAVINHA E O FOTÓGRAFO'. Um beijo Anna (prima da Carla)

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PASSAGEIRO DE ÔNIBUS EM ÓRBITA

Passageiro de Ônibus em Órbita ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... ---Você acabou de ouvir Gian e Giovani “Não vivo sem você”! Fincabaute em “Coisa de Maluco”! Mais coisa de maluco mesmo é os governantes não respeitarem e valorizarem o profissional da educação. Isto é uma vergonha! E pra você ouvinte apaixonado de C.R., uma seleção continua de oito músicas. Homenagem a essa dupla tão querida! Começando com “No Mesmo Olhar”! Continue ligado que a nossa querida Sônia está aí par atendê-lo. Quatro e quarenta. ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... “Eu não sei se foi sonho meu Tudo aquilo que aconteceu Numa noite... ...O seu corpo tocou no meu E o meu coração percebeu... ...Quando dois olhos se olham no mesmo olhar O coração não consegue mais segurar E quer amar...” ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... “E na dança peguei sua mão Nós rodamos pelo salão... ...Foi numa festa, num baile em algum lugar Nossas vidas se uniram por um olhar Te vi dançar...” ---Aqui você ouve só sucesso! Agora quatro horas e cinqüenta e oito minutos em Goiânia. Um beijo para Lilian que ligou lá do Jardim Pompéia e para Cristiane do setor Pedro Ludovico. Nós estamos ainda esperando o seu telefone. Liga, liga, liga pra gente liga. Liga e mande aquele recadinho especial para alguém muito especial do seu coração. Uma pergunta pra você ouvinte: Está chovendo ou fazendo Sol? Está fazendo Sol! Mais aqui nas ondas da rádio “Ainda está Chovendo”! “Ainda está chovendo no meu coração Ainda estou molhado... Você me amou de um jeito... Por isso a tempestade ainda não passou... ...Tanto amor pra dar E eu aqui chorando... ...Louco pra te ver... ...Querendo o seu beijo pra sobreviver Amor, o seu amor é chuva em mim... ...Amor faz de novo o amor brilhar perto de mim...” ---Ah! Uh! Ah não! Já! O sonho estava tão bom. Uhhhhh! (disse ela pegando o óculos posto debaixo da cama). ---Bom dia pra você que acaba de acordar! De Ronaldo Henrique para Cia. E o Lindomar diz o seguinte para o seu Amor: “tivemos alegrias que querem soterrar, mais com o seu sorriso irei até encontrar os braços teus”. É coração apaixonado! “...Na minha pele o seu suor ainda corre sem parar...” Quem nos diz isso é a música “Solidão no seu Lugar”. Bonita até! Mais falando a verdade, não tem nenhum poema cantado por C.R. que não seja digno de respeito. E para animar ainda mais o seu dia, adivinha o que vamos tocar? Ah, não sabe! Tocando só sucessos, com você “Alquimia”! Cinco e onze nessa manhã anoitecida. Bom dia! ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... “Segue o teu caminho sem ter medo Pois todo mundo pode ser um rei... ...Pois tudo que reluz pode ser ouro... ...E na busca do tesouro Meu destino se encontra o teu Sinta está luz do Sol...” O organismo sonolento se desdobra para acender a lâmpada ao lado. “Ela é o bem e o mau feita de alquimia Uma louca fantasia Pra quem quer acreditar...” ---Ahhh! (resmungou levando a mão aos olhos feridos pela luz). Levantou deixando ao chão o lençol que lhe abrigava a nudez. O espelho refletia agora o que antes não via. Ao retornar do banheiro, apossou de um pote de creme ligando o rádio. “Segue a tua lenda vá em frente... …Junto abriremos o presente Nossa alquimia está no coração... ” ---Uhh, C.R.!! (exclamou aumentando o volume). “...Pois tudo que reluz pode ser ouro... ...E na busca do tesouro Meu destino encontra o teu...” Embriagou-se de sedução. Colocou um longo vestido com decote admirador em contorno aos seios. ---Você que ainda não ligou, ligue. Pois daqui a pouco estaremos sorteando uma televisão colorida de vinte e nove polegadas. César do conjunto Fabiana, diz para a moça do setor Sul que não a esqueceu. Gleibson do Parque Amazonas pede perdão ao sentimento perdido. Nós todos aqui da rádio desejamos um feliz aniversário para os aniversariantes do dia de hoje o catorze de agosto. Hoje o dia está desejoso. Desejoso ou desejo? Ah é desejo! “Desejo de Amar”! Cinco e meia minha gente! Está na hora de acordar quem tem que chegar cedo. ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... “Pele macia… …Nesse vai e vem Jeito dengoso, olhar diferente Esse sorriso... ...Doente de amor...” Lábios tentadores em batom marrom. Despertavam indagações dos que o viam. O brinco, o colar insinuante, o anel, o relógio, os livros na bolsa. Tudo em seu devido lugar. “...Quando eu beijei sua boca Vou viajar no céu E num abraço tão louco Quero te prender, quero amar você Mais é assim que eu te desejo Sozinho num quarto num sonho te vejo Matando em mim a vontade de amar Esse seu jeito gostoso é que mexe comigo Ma dá seu carinho, me dá seu abrigo E tira de mim o desejo de amar...” ---Sandro do setor Universitário acaba de ganhar uma caixa de cerveja, oferecimento do supermercado Via Láctea. Ronaldo João diz a Flor que ela é especial e que não para de pensar nos seus beijos. Agora a nossa primeira declaração do dia. De alguém definido para Casta: “Eu queria dizer o quanto te amo e que sou incapaz de viver sem você. Sinto falta dos teus beijos, do teu sorriso, do teu abraço, do teu cheiro e do teu jeitinho que ninguém consegue se conter. Sinto a ausência constante de tua alegria em meio os versos e melodias sempre me cortejando e dizendo que me ama. Queria que você voltasse pra mim! Sei que você foi a chance em mil, a minha chance em mil. E perdi, perdi por comodismo achando que eu não precisava cuidar de você e era apenas eu o cuidado. Só agora reconheço que não existe ninguém igual a você. Ninguém que passou ou passasse em minha vida se compararia aos teus sorrisos. Ah, como sinto falta deles!! Queria apenas que você soubesse que estou em torturas e lágrimas. Pois tudo, tudo, tudo ao redor me trás você. Você que um dia em momentos de carinho que foram todos de sua parte dizia-me eu te amo ”. Você acabou de ouvir primeira declaração desse dia que promete ser vitorioso. Você nosso ouvinte de todas as manhãs tenha cuidado com o amor, com o seu amor. E agora com vocês “Esse Amor que me Mata”! Acaba não mundão!! São quinze para as seis da manhã. “Estou sozinho e você tão longe... ...Por que você se esconde Onde é que você está?... ...Mais você vive na minha cabeça Com é que você está?... ...Me mande um aviso, me dê um sinal... ...Dê um grito quem sabe o vento me traga você Em meu pensamento eu possa te ver... …Quando o amor vai embora a saudade devora... …Estou sentindo demais sua falta...” Ao se deleitar em perfume (o perfume) a alma ficou mais leve, o corpo entorpecido, o vigor transparente e o gosto veio à língua como desejo do toque invadido e domado. Cabelos a solta, o rádio emudeceu e o vento invadiu o interior do quarto puxando-a para fora. ---Olá você passageiro de ônibus, são cinco horas e cinqüenta minutos. Especialmente pra você que acaba de ligar o seu rádio, vamos tocar a sexta música de C.R.. Não esqueça que dia vinte vai ficar na memória. Pois essa gloriosa dupla estará em noite de autógrafo no lançamento de seu mais recente C.D.. Rimmmmmmmmmmmm. Xiiiiiiiiiiiiiiiiiii, pla, plum. ---E pra você ouvinte que está aí sozinho pensando na vida, uma companhia agradável seria ótimo. Não seria?! Imagine então que essa companhia acaba de chegar e ela ou ele vem “Pra Ficar com Você”! E quem é que não quer ficar! Até eu quero. “Vim pra ficar com você... ...Eu vim pra te mostrar meu coração Só de você me tocar Começo a sonhar Desejo você comigo...” Subiu suavemente os três sublimes degraus, as portas se fecharam e o perfume exalou docilmente pelas narinas masculinas invadindo-lhes a mente. “...Eu não vou mais evitar Desviar meu olhar Já tentei mais eu não consigo Eu vim pra te entregar meu coração...” Atenções fixaram, respirações ofegantes, corações acelerando e as veias pulsando com o sangue quente. Devido o pasmar dos homens, chamou até a atenção das poucas mulheres presentes. Deslizou sobre olhares brilhantes em direção ao fundo. “...Ah como eu quero te amar Eu não vou negar de ter medo de te perder De te perder... ...Vai ser pra valer...” --- Joselma ligou da vila Redenção, Márcia do Jardim América para Naiara. Antônio Luiz parabeniza a namorada pelo o seu primeiro mês de convivência. E cadê o seu recadinho? Eu ainda não li o seu recadinho! Você ainda não ligou?! Então ligue; pois estamos todos aqui a sua espera, para atendê-lo com todo o amor que pode abrigar um humilde coração. Mais recadinhos estão chegando! A Ledice diz o seguinte par o Dário Gandy: “Para de me enrolar; pois ainda quero sentir o êxtase de um verso!” Seis horas em ponto. E pra você poeta que está em qualquer ponto da cidade nos ouvindo, tocaremos “O que Tiver que Vir Virá”! Bom dia! “Você não sabe que eu sei Que você senti amor... ...Que o seu pensamento comigo voa Feche os olhos...” Freadas bruscas, calmas; arrancadas violentas, lentas; curvas de trinta, quarenta, noventa e trezentos e sessenta graus centígrafos. Nestes movimentos corpos se tocam e retocam continuamente. “...Mais seu coração está em outra direção Na hora de amar... ...Um grande amor a gente ganha no fim E do jeito que tiver que ser será... ...Nem tudo que é bonito é amor...” ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... Com leve inclinação o que estava atrás permaneceu apesar da normalização do eixo. “...E o que tiver que vir, virá, virá Com toda força que tem a paixão E vai tomar seu coração...” Com o molejo a seguia. Em momentos sem, persistia. Ela parou o tempo para analisar tal situação. Parecia haver um certo ardor! Com atenção redobrada tentou identificar a sua origem. Subitamente percebeu que vinha de outra galáxia. Por instantes parou e se perdeu em pensamentos. Voltou e se deleitou com a descoberta. “...Um grande amor a gente ganha no fim E do jeito que tiver que ser será... ...Nem tudo que é bonito é amor...” --- Agora, seis e seis. Você acaba de ouvir “O que Tiver que Vir Virá”. Bom dia para Izabel Cristina e para o Cláudio Luz que ligou de São Paulo capital cumprimentando a sua poetiza preferida de Goiânia. De estranho que não é estranho para a pessoa que escreve versos, que tem os cabelos avermelhados, gosta de suco de laranja e de Tulipas vermelhas do 324 final 5: “Apesar de ser um homem vivido e experiente, ninguém nunca fez o que você fez comigo. Ao seu lado tive emoções e sensações completas e lascivas. Gostaria de ter sua companhia novamente. Pois é a melhor amante que um homem poderia ter e desejar. Você sabe realmente o significado da palavra êxtase!” Olha aí minha gente, tem alguém que não se sabe quem, no qual está levando os homens a loucura. Ah, eu também quero! Finalizando a seleção da dupla mais afinada do Brasil com “Loucura Demais”! “Pra ganhar o seu amor Eu de tudo sou capaz Qualquer coisa por você Nunca é demais Em cada esquina eu vou Achar um canto pra poder te amar...” O cometa da galáxia descoberta queimava por sob o tecido grosso. Aquilo a enlouquecia! Discretamente suas luas minguantes foram em sua direção. Ela ficou estonteada com o atrito dele nos satélites naturais. Sua saliva esfriou e do céu fluiu a seiva da vida. ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... Ela olhava avante a espera de uma curva mais acentuada. Pouco se passou e a desejosa curva se apresentou. Sofregante colocou uma das mãos no quadril dele trazendo para o seu. De qualquer forma, de qualquer maneira o queria. Ele encostou-se na parede lateral e com as mãos a solta pegou nos dois planetas. Apertava-os com tamanho fulgor que os eclodiu. Os quadris sempre em movimentos giratórios, verticais e horizontais o excitava que a excitava. “...É loucura demais Loucura demais Tanto amor assim não dá pra segurar É loucura demais Loucura demais Esse amor que me faz viver...” A mão direita dele desceu para o quadril dela, seguiu-se para as coxas e voltou frebilmente com a barra do vestido. Ela inclinou sutilmente para frente e o cometa em sua jornada saiu de seu universo penetrando no buraco negro. Ela sentiu aí um dos intensos prazeres sexuais. Apoiando-se em barra vertical o astro fumegante ia e vinha ferozmente. Aquele ato contínuo, arfante, fazia com que o vidro da janela transpirasse o sumo de cada estocada. ...tic, tac, tic, tac, tic, tac... “…Pra ganhar o seu amor Sou capaz de muito mais E as loucuras que eu fizer Não volto atrás... ” Os dedos da mão direita dele penetraram no universo dela e a outra permanecia nos planetas com gozo. Por vezes ele dava fortes tapas nas luas o qual a deixava alucinada. As pernas dele bambeavam e o seu corpo começou a tremer. Um gemido sussurrado, um grito de prazer e em espasmos o cometa explodiu jorrando no buraco negro que escorria em meio às pernas dela. “...Que tudo é possível Quando a gente quer amar...” Ela ergueu o corpo estremecido. O vestido desceu e somente deixou em demasia as doces sensações sorvidas. Peeeeeeeeeeeeeeeee. Rimmmmmmmmmmmm. Xiiiiiiiiiiiiiiiiiii, pla, plum. Xiiiiiiiiiiiiiiiiiii, pla, plum. “...É loucura demais Loucura demais Tanto amor assim não dá pra segurar...” Ela desceu sem ao menos saber o seu nome ou como era seu rosto. Só sabia que quem cantava era Chystian e Ralf. Triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Letícia Luccheze. www.leticialuccheze.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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