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SEGREDOS que as ESPOSAS contam aos PSIQUIATRAS

SEGREDOS QUE as ESPOSAS CONTAM aos PSIQUIATRAS . Tenho atendido tantas clientes insatisfeitas no casamento, que resolvi fazer uma análise, para tentar ensinar aos maridos como tratar suas esposas. Julgo que com isso, poderei levar a felicidade a muitos lares que estão prestes a serem desfeitos. Resolvi gravar todas as consultas, e depois do expediente, eu os ouço, e transcrevo em meu computador do consultório, sem identificar as pacientes, com intuito de editar um manual aos maridos. Por enquanto, ainda estou coletando os dados e agrupando em casos semelhantes, para facilitar a análise. Já são mais de 400 gravações. Como ainda deve demorar algum tempo, para poder lançar o Livro de Ajuda aos Maridos, resolvi escrever aqui, como um teste da recepção que o livro terá e também para ouvir sugestões e críticas de vocês. Vou transcrever alguns casos, e da mesma forma que estou escrevendo no livro, colocarei na forma de pergunta e resposta, quando eu pergunto, escrevo “Psiq:” e quanto a paciente responde escrevo um “Nome:” e quando eu fizer uma Observação para facilitar o entendimento por vocês, escreverei “Obs:” darei nome fictício às pacientes, para preservar a identidade delas. . Caso 1 : Obs: Para vocês poderem imaginar, a paciente deste Caso 1, Lucia, é uma esposa com 33 anos, magra, 1,63 m de altura, 48 Kg, rosto lindo, sorriso que derrete qualquer pessoa, se veste com extrema elegância e bom gosto, tem braços e pernas longas, finas e torneadas, sempre com vestidos justos, e cintos que realçam sua cinturinha, separando seus seios fartos dos quadris arredondados, adora andar em sapatinhos de saltos altos. Enfim, é uma mulher que chama atenção e admiração em qualquer lugar. Está casada há 2 anos e ainda não tem filhos. Ela adora se sentar na poltrona do meu consultório, expondo um pedaço de seu par de coxas alvas e bem torneadas, envoltas em meias cor da pele, com sapatinhos de salto alto, enquanto faz sua terapia. As vezes, ela tira os sapatos, e dobra suas pernas sob as coxas, fazendo suas saias e vestidos subirem, expondo ainda mais os belíssimos par de coxas. Mas eu não me abalo, estou acostumado a consultar pacientes lindíssimas e muito elegantes. . Lucia: Dr., ultimamente, meu marido, durante nossas relações sexuais, tem feito uns pedidos, que acho muito estranhos, e gostaria de saber sua opinião Dr., e saber como devo reagir. Meu marido começou a me perguntar quantos namorados eu já tive, como eu perdi a virgindade, quem me ensinou a chupar e a ser chupada, idem para sexo anal, 69. No início, levei na brincadeira, mas vi que ele fala sério, quer saber em detalhes. E noto a como ele fica excitado nessa hora. Psiq: E você tem contado o que ele quer saber? Lucia: Eu falo só um pouco de cada pergunta, mas ele quer saber em detalhes. Eu fico em dúvida, se eu devo contar tudo, como ele pede, ou se é melhor eu mentir para não criar problema conjugal. Fico com medo que ele, ao saber toda verdade, possa pensar que eu seja uma mulher vulgar e perca o respeito que tem por mim. Psiq: Isso depende muito do tipo de relação que você tem com seu marido. É uma relação sólida? Ele tem a mente aberta para aceitar as coisas? Lucia: Sim, temos um ótimo relacionamento, em todos os sentidos, inclusive na cama. Para nós, entre 4 paredes, não há limites, desde que seja com consentimento mútuo. Psiq: Você teve muitos namorados antes dele? O que você já contou sobre seu passado? Lucia: Quando começamos a namorar, eu não contei, por exemplo, que já não era mais virgem, pois achei desnecessário, ele perceberia na primeira relação que eu já não era virgem, assim, ele sabia que eu já tive outros namorados, mas nunca falei quantos eram, ou como eram meus namoros. Psiq: Na verdade, Lúcia, todo marido gostaria de saber em detalhes tudo o que se passou na vida da esposa, o passado delas, principalmente no tocante a sexo, mas eles não tem a coragem de perguntar, pois temem ouvir coisas terríveis. Seu marido, não é nenhum anormal, somente ele teve a coragem de dizer. Lucia: Mas morro de medo de contar tudo, como ele pede, por isso resolvi vir pedir sua opinião Dr. Psiq: Mas há algo muito forte, no seu passado, algo que você fique com receio do seu marido não entender? Você não deveria ter medo de nada, pois a grande maioria das mulheres, tem tido muita experiência sexual, com outros, antes de se casarem. Elas simplesmente, não contam aos marido, e por isso acontece essa falsidade toda entre casais. O marido morre de vontade de conhecer em detalhes tudo o que a esposa já fez, e a esposa fica mentindo e escondendo. Os maridos também não contam seu passado. Se os dois tiverem maturidade suficiente, o melhor é usar isso a favor de um relacionamento bem mais sólido. Seu caso é muito mais comum do que você imagina. Muitas pacientes, que resolveram contar tudo, começaram a ter uma vida sexual mais intensa, melhorando a vida do casal em todos os sentidos. Mas porque você tem tanto medo? Conte para mim, como se eu fosse seu marido, assim, você já vai se preparando para quando for contar a ele, com todos os detalhes, como ele pediu. Lucia: Tive alguns namoradinhos quando adolescente, como toda menina, mas nada de mais acontecia. Eles me abraçavam, beijavam. No máximo, enfiavam as mãos dentro da blusa e do soutien e seguravam meus seios, apertando os mamilos. Só uns 2 namoradinhos, conseguiram abrir minha blusa, tirar meus seios para fora do soutien e beijá-los. Eles tiravam seus pênis e mandavam eu segurar. Na primeira vez, fiquei toda trêmula ao segurar um pênis na mão, quente, grosso, duro mas macio ao mesmo tempo. Eles mandava eu apertar e ficar fazendo um vai-vem, até que eles ejaculavam na minha mão. A primeira vez que ejacularam na minha mão, levei um susto, achei que estavam fazendo xixi, mas vi que era um líquido branco, gosmento. Foi assim que conheci o pênis e vi como eles gozavam. Na minha vagina, eles só passavam as mãos por cima da roupa, pois eu lutava muito e não deixava passar disso. Tinha um dos namoradinhos, que tirava meus seios para fora, beijava, lambia, tirava seu pênis, levantava minha saia, mesmo sob meus protestos, colocava o pênis entre minhas coxas, e ficava me beijando, até eu sentir um jato de esperma quente, molhando minhas coxas. Acho que minha mãe,chegou a ver restos de esperma na minha saia, mas nunca falou nada. Tem outro rapaz, que conseguiu arrancar minha blusa e meu soutien, no banco de trás do carro do pai dele, depois colocou o pênis dele entre meus seios, apertou um seio contra outro cobrindo o pênis, e ficou indo e vindo, até que ejaculou no meu pescoço, cabelo, colo e seios. Nessas noites, ao chegar em casa, na cama, me lembrava de tudo isso e me masturbava até gozar umas duas vezes seguidas, para me acalmar, fazendo um esforço, para não gemer de tesão, na hora de gozar. Psiq: Quantas vezes voce goza para se sentir satisfeita? Lucia: Quando me masturbo, as vezes uma vez me acalma, se estiver muito excitada preciso gozar umas duas vezes para me acalmar. Já tive namorado que me fazia ter tantos orgasmos, que eu chegava a desmaiar. Drpsiq: Quando deixou de ser vigem? Lucia: Tive meu primeiro namorado sério, aos 19 anos, quando vim estudar na faculdade em SP. Meus pais eram do interior e eles alugaram um apartamento para eu ficar, assim que fui aprovada na faculdade, onde com o tempo, conheci e comecei a namorar um rapaz, cuja família também era do interior e que morava numa república, com mais 4 rapazes. Com o passar do tempo, ele veio morar comigo, mas escondido, pois meus pais não podiam saber, então, ele só trazia pouca roupa. Psiq: Lucia, seu marido disse que queria que você contasse todos os detalhes, mesmo os mais íntimos. Você está só contando para mim, sem entrar em detalhes. Lucia: Desculpe Dr., é que fico envergonhada em falar certas coisas. Psiq: Mas é justamente esses detalhes íntimos que todo marido quer saber e não tem coragem de perguntar. Já que seu marido perguntou, conte em detalhes para mim, como se eu fosse seu marido. Lucia: Conheci o Mauro (nome fictício), e fui atraída, pela beleza, pela masculinidade, ele era tão diferente dos outros alunos da classe. Depois começamos a estudar juntos na biblioteca, a tomar lanches juntos. Até que quando vimos, já andávamos abraçados, beijávamos muito, ele beijava tão gostoso, tinha uma língua quente. Psiq: Você ainda era virgem? Como era sua vida sexual, assim que se mudou para SP? Lucia: Sim, eu ainda era virgem, isto é, eu tinha o hímen intacto, apesar de já ter segurado uns pênis, e meus namoradinhos terem gozado entre minhas coxas e entre meus seios. Bom, acho que minha vida sexual, era como de todas as garotas, me acariciava no chuveiro ao passar sabonete pelo corpo, e às vezes, me deitava nua e me masturbava na cama. Psiq: Com que freqüência você se masturbava? Lucia: No chuveiro, sempre esfregava com sabonete nos seios, coxas, e vagina, isso me dá muito prazer. Na cama, eu me acariciava pelo corpo, toda noite, pois tenho costume de dormir nua. Mas acho que só duas ou três vezes por semana, eu me acariciava até gozar. Um final de semana, meus pais tinham ido viajar para Europa, e tinha certeza que eles não apareceriam, fomos ao cinema eu e meu namorado Mauro. Na volta, ele me levou para casa. Eu o convidei para tomarmos um lanche. Depois que entramos no apartamento, ele me abraçou e começou a me beijar, ficamos travando uma batalha de línguas, por vários minutos, esquecendo o lanche. Só sei que, quando vi, estávamos no quarto, ele somente de cueca e eu só de calcinha, com os seios de fora, os mamilos rígidos esfregando nos pêlos do tórax dele o que me excitava ainda mais. Era visível nossa excitação, minha calcinha toda molhada e a cueca dele quase estourando as costuras devido aquela enorme ereção. Ele não parava de segurar e beijar meus seios, arrancando gemidos de mim. Ele pegou as laterais da calcinha e abaixou, e quando apareceram meus pêlos pubianos, ele foi beijando tudo, os seios, minha barriga, meu ventre, meus pêlos pubianos, minhas coxas. Ele ajoelhado aos meus pés, seus braços enlaçando meu quadril, suas mãos segurando minhas nádegas e sua boca, beijando cada um dos pêlos vaginais. A seguir, ele tirou sua cueca e liberou aquele pênis enorme como eu nunca tinha visto, (apesar de já ter visto e segurado alguns nenhum deles tinham aquele porte), duro, apontado para cima. Falei a ele, para não me possuir, pois eu era virgem. Ele até se assustou pelo fato de eu ser virgem ainda, com 19 anos. Mas ele foi muito cavalheiro, me disse para não preocupar, que eu continuaria virgem. Na cama, eu deitada, ele veio por cima, mas com a cabeça nas minhas pernas e os pés dele junto a minha cabeça. Ele começou a beijar minhas pernas, e eu retribuía, beijando as pernas dele. Até que ele foi se posicionando, beijando meus joelhos, eu retribuía beijando os joelhos dele, depois ele subiu beijando minhas coxas branquinhas e eu as coxas peludas dele. Até que ele abriu minhas coxas arregaçando os lábios vaginais e eu vi o enorme pênis dele, balançando junto ao meu rosto. Ele falou: “amor, me chupa, engole meu pau amor, lambe ele”. Assim que eu segurei o pênis dele e comecei a lamber e a colocar na boca, ele arregaçou os lábios vaginais e colou sua boca na na fenda, fazendo um barulhão a cada chupada que dava, e dizia “puta merda, amor, que bucetão lindo, delícia de buceta, amor”. Acho que ambos estávamos excitados demais, eu comecei a gozar na boca dele quando a língua dele lambia meu clitóris. O pênis dele se contraiu na minha boca e começou a lançar jatos de esperma na boca, no meu rosto, molhando meus cabelos, meu travesseiro, meu pescoço e seios. Foi demais. Ele se virou e nos abraçamos e nos beijamos, ele com a boca e face toda molhada com meus líquidos vaginais e eu toda lambuzada com o esperma dele. Resumindo, ele ficou o final de semana e também a semana seguinte, sempre, nós dois dormindo juntos pelados, mas eu continuei virgem, por quase um mes. Gozávamos um na boca do outro, ou ele gozava entre meus seios quando fazia espanhola, ou entre minhas coxas. Depois de gozar, ele espalhava o esperma no meu corpo, eu tomava um verdadeiro banho de porra como ele dizia, nos seios, coxas, nádegas. Psiq: E quando ele conseguiu romper sua virgindade? Lucia: Foi depois de quase um mês, desde que começamos a gozar um na boca do outro, nos seios e coxas. Eu até já conseguia engolir o esperma que ele lançava na minha boca. Foi numa quinta feira, era aniversário do Mauro. Eu caprichei num jantar com vinhos, a luz de velas, coloquei um vestido lindo. Depois do jantar, falei a ele, que daria um presente que eu nunca tinha dado a ninguém, a minha virgindade. Ele arregalou os olhos e falou: “eu não mereço tanto, imagine um cabacinho”! Fomos para a cama, nos deitamos totalmente nus, depois de muitas carícias, depois de fazermos um 69 sem gozar. Eu forrei a cama com uma toalha branca, me deitei em cima, abri minhas coxas, e falei: “amor, guardei essa virgindade só para você amor, me come amor, me faz mulher.” Ele entrou nas minhas coxas, ajeitou a cabeça do pênis no buraco da minha vagina. Quando sentir a glande encaixar e pressionar, ele se deitou sobre mim, para me beijar. Ele perguntou: “amor, tem certeza disso? Posso arrebentar seu cabaço?”. Eu o beijei e falei: “me come amor, me faz mulher, quero sentir esse seu pau entrar todo em mim, me rasga toda amor, me come, me come amor”. Ele começou a aumentar a pressão no ventre enquanto me beijava. Seu pênis começou a pressionar a membrana do hímen, e comecei a sentir dores e também a sentir muito tesão. Até que num dado momento, ele falou: “agora amor, vou te comer todinha, abre sua bucetinha, relaxa para meu pau entrar mais fácil amor, abre sua bucetinha que vou tirar seu cabaço, amor!”, ele lançou seu ventre para frente com tanta força que acabou rompendo o hímen e o pênis dele pulou todo dentro da minha vagina, até seus pêlos baterem nos meus pêlos. Eu soltei um grito de dor e o agarrei, abraçando com as pernas e braços, foi uma dor terrível, além de romper o hímen, ainda aquele pau enorme arrombando minha vagina tão apertadinha, mas também me veio uma onda de tesão, ao sentir sendo alargada por dentro, um pau quente e grosso dentro de mim, pela primeira vez. Ele não agüentou meu canal vaginal tão estreito ficar apertando seu pênis grosso em toda extensão e gozou, me inundando meu canal vaginal e meu útero de esperma pela primeira vez. Ele falou: “amor, não agüento mais, vou gozar, abre a buceta que to gozando, puta eu o pariu, que bucetinha mais apertada, caralho. Tá sentindo meu gozo amor?, Tá sentindo meu pau dentro da sua bucetinha sem cabaço?” Ficamos longo tempo abraçados, até que o pênis dele ficou flácido e saiu da vagina. Mas continuamos abraçados, trocando juras e beijos, sem pensar nas conseqüências. Quando levantamos, vi a toalha manchada com resto de sangue misturado com esperma. Eu guardei essa toalha por um bom tempo, como lembrança da minha virgindade. Dr., o Sr. Acha que meu marido vai querer que eu conte isso com esses detalhes todos? Psiq: Lucia, tenho certeza que ele irá adorar ouvir tudo isso. E foi o Mauro que iniciou você no sexo anal? Lucia: Não, o Mauro só fazia o sexo convencional. Sexo anal, iniciei, com outro namorado, depois que terminei com o Mauro, após 2 anos de namoro. Nesses dois anos, transávamos quase todas as noites e dormíamos pelados como dois casados, só não nos encontrávamos, quando meus pais vinham a SP. Psiq: Lucia, isso que aconteceu com você, é o que acontece com quase todas as moças, na primeira relação sexual, tenho certeza que seu marido vai gostar de ouvir. E você tinha medo que seu marido não gostasse de você ter perdido a virgindade assim? Lucia: Dr., é que além disso, tem outros namorados, só com o Mauro, eu dormi com ele, transando por quase 2 anos. Tem outro namorado, que me ensinou sexo anal, com quem também, vivi por 1 ano. E tem também uma moça que morou comigo por um semestre. Psiq: E você transou com essa moça? Lucia: Sim, eu jamais imaginei que pudesse fazer sexo com outra mulher, mas ela era cativante, simpática, linda, corpinho para ninguém botar defeito, elegante, era a mulher que todo homem deseja. Ela me conquistou e mostrou como é gostoso, delicado, o sexo com outra mulher. Psiq: Lucia, novamente, você está deixando de contar os detalhes, tanto do sexo anal como desse amor lésbico. Lucia: Desculpe, Dr., vou começar pelo meu outro namorado que me ensinou os prazeres do sexo anal….. Obs: Caros leitores, essa historia esta ficando longa demais para contar aqui. Digam o que vocês acharam. Você acha que transcrição dos depoimentos das pacientes, como esta amostra, pode ser repetida em todo o livro que estou escrevendo? Pretendo colocar a confissão de umas 30 pacientes, procurando caso diferentes um do outro, para não ficar muito repetitivo. Mandem sugestões, para : Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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FANTASIA REALIZADA SEM PLANEJAR(ELA LEVOU TRÊS PAUS)

Minha namorada é bem safada, e sempre que transamos digo pra ela imaginar sendo fodida por eu mais e outros paus, ela fica tesuda rebola gostoso alem de ficar muito melada goza feito uma cadelinha. Eu adoro putaria, e se tratando de sexo acho que só o prazer é o limite. Vamos ao que interessa; era uma bela sexta feira e eu liguei pra minha safadinha e disse que a noite iríamos sair, e pedi a ela que colocasse um vestidinho curto e sem calcinha, na hora combinada passei e peguei-a estava deliciosa bem provocante. Na hora combinada a peguei e fomos a um barzinho movimentado, no qual havia uma mesa com três rapazes todos bem apresentados, fiz com que minha safada sentasse de frente pra eles conversávamos e nos agarrávamos ela percebeu que os caras olhavam, e eu a fazia abrir as pernas às vezes para que eles vissem minha vadia sem calcinha, ela ficou melada e eu às vezes passava os dedos em sua bucetinha, que a cada passada de dedos ficava mais melada a ponto de escorrer prazer de minha safadinha. Levantei-me e fui ao banheiro La encontrei um dos caras cumprimentei e ele a mim me fazendo um elogio, dizendo que minha namorada era muito linda, voltamos conversando e apresentei os dois e ela o olhou com cara de safada, ele voltou a sua mesa. Passado um tempo ele veio se despedir, disse a ele que ainda era cedo, falou que teria que ir, pois ele e o primo estavam de carona e o amigo teria que ir embora naquele momento; sugeri que ficassem e eu os dava carona, pois os dois ficariam no caminho por onde passaríamos, eles olharam para nós e disseram que não queriam incomodar, olho pra ela e ela concorda então digo que não será incomodo, os dois se sentam e começamos a papear, falamos deles de nós, as vezes deslizava os dedos por baixo da mesa e penetrava na bucetinha da minha safada que escorria, sussurrei em seu ouvido que era uma vadia e o que ela achava de dar pra nossos novos amigos e passei o dedo em sua bucetinha ela quase goza ali mesmo, eles percebiam o que eu fazei e as vezes flagrava alisando o pau por cima de suas calças. Virei a conversa para o lado de sexo e fantasias, dizem que como eu puxei o assunto que fale ai digo que minha putinha tem vontade de dar pra mais de um e que minha fantasia é realizar a dela, eles se entre olham ficam meio sem jeito, eu digo então se eles topam participar. Eles concordam então digo para que acabemos de tomar nossos drinks em outro local, pagamos a conta entramos no carro e vamos para um motel, ao chegarmos um deles vai para o banheiro tomar um banho, eu agarro minha safada deslizando a mão por todo seu corpo arrancando seu vestido, fazendo minha putinha ficar nua na frente daquele outro homem jogo-a na cama e caio de boca em sua buceta ensopada tamanho seu tesão, nosso amigo fica sentado alisando o pau que Poe pra fora e começa uma punheta olhando nós dois, seu amigo sai do banho já de pau duro provavelmente pó ter escutado os gemidos de minha safada. Sento em sua frente faço-a ficar de 4 enquanto me chupa, o nosso convidado se aproxima e começa alisar a bunda dela com meu consentimento, deslizando os dedos até sua bucetinha melada, digo a ele o que ele está esperando pra fuder minha puta gostosa, quando ela escuta isso engole meu pau até as bolas, seguro seus cabelos e forço fazendo-a sufocar coisa que ela adora, ele vem e enfia de uma só vez em sua bucetinha fazendo ela gemer abafado por minha pica em sua boquinha que é uma delicia, sussurro se a putinha safada está gostando ela olha pra mim com cara de vadia e só balança a cabeça afirmando e engole meu pau novamente. Nosso outro amigo sai do banho e se aproxima tiro meu pau de sua boca e pergunto se a putinha quer mamar em outro pau ela responde que sim no meio de um gozo que a minha cadelinha está tendo, faço nosso amigo deitar e mando que ela cavalgue nele ela faz cara de puta, pois adora estar por cima, se encaixa e quando vai começar a descer seguro-a pela cintura e empurro fazendo ser penetrada de uma só vez ela da um grito e goza tremendo todo seu corpo o outro se aproxima e ela abocanha o pau dele inteiro, dou umas palmadas em sua bunda e pergunto se era isso que ela queria se está gostando, ela para de mamar me olha com cara de puta safada e diz que sim, eu a digo que só está começando encosto meu pau na entrada co cusinho dela e a penetro de uma única vez, Fazendo gritar de tesão e dorzinha que também gosta, falo o tanto que ela é vadia e gostosa e começo a fude-la com força abrindo seu rabinho e dando palmadas na bunda enquanto ela é fodida literalmente em sua boca e buceta. Eles revezam hora um fode a boca hora a bucetinha enquanto como seu cusinho gostoso, tiro meu pau de seu rabinho e sem que ela espere penetro sua bucetinha junto com pau de nosso amigo, começo a fuder ela delira e goza tendo 2 paus em sua buceta pergunto se quer que pare, a putinha manda fuder e arrebentar ela que ta uma delicia, digo a ela como é puta e nossos amigos a chamam de vadia gostosa, tesuda, que é uma vagabunda deliciosa, entramos em êxtase sentindo o corpo dela tremer tiro meu pau de sua bucetinha e enfio em seu rabo tirando gemido dela que se treme tamanho orgasmo, Gozo em seu cusinho e nossos amigos um goza na bucetinha e outro em seu rosto escorrendo porra por seus seios. Ficamos revezando e transando por horas minha putinha já esta com a buceta e cusinho vermelhos e toda cheia e melada de porra, vamos para o banheiro tomarmos banho ela ainda se ajoelha e nos chupa até enchermos a boquinha cara e peitos de porra, nos vestimos saímos deixamos nossos amigos e vamos embora. No caminho digo o tanto que a amo que ela é minha vagabunda gostosa a partir daquele dia iríamos fazer varias festinhas deslizo o dedos e enfio em sua buceta melada que na hora fica molhadinha, ela se deita em meu colo e me chupa com fervor até eu encher sua boquinha de porra mais uma vez ela engole tudo não deixando cair nem uma gotinha, vamos para casa dela e começo a fuder seu rabinho , bucetinha e boca, até gozarmos alucinadamente lembrando do ocorrido, deixando minha putinha cheia de porra e exausta de tanto trepar e levar pau uma coisa que ela adora e agora mais ainda.

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Meu pai viajou e minha mãe Fudeu

Meu nome é Emmanuelle (sim sim, como o da personagem de filmes eróticos que passavam na Band a pouco tempo), e só depois de mais velha fui descobri o porque de me chamar assim, sou ninfomaníaca assumida, sempre li muitos contos na internet, mas nunca tinha escrito um, e como pretendo escrever todas as minha aventuras, sobre esse vicio, tenho que começar, do inicio, meu primeiro contato com sexo (minha razão de viver). Minha descrição: Sou Morena Cabelos castanhos e longos tenho, tenho 1,65cm de altura, 58kg seios muitos gostosos, quadril largo e cintura fina, uma típica brasileira com nome de puta francesa. P.S: Este é o primeiro conto e ainda tenho muito o que melhorar na forma como exponho as palavras. Tudo começou quando eu tinha 11 anos e estava na minha cama a noite brincando de boneca e comecei a ouvir alguns barulhos, fiquei com medo e como papai estava viajando a trabalho eu fui correndo pro quarto da minha mãe, quanto mais eu me aproximava mais o barulho aumentava, até que entendi o que estava acontecendo, quando olhei pela fresta da porta vi que minha mãe e um cara que eu nunca tinha visto estavam transando na cama dela, mas como ela podia ser tão ruim assim, meu pai trabalhando pra melhorar a nossa vida e ela lá gritando de prazer, como eles não me viram, eu fiquei sem saber o que fazer entrar e brigar com ela, ou não fazer nada, então continuei espiando, ela estava com as duas pernas abertas sentada no colo dele e o cacete dele dentro dela, ela rebolava como uma louca, gritava como uma puta sem vergonha, e dizia “mete vai .... mete tudo.... ahhhh.... me arregaça seu desgraçado... ” e eu ali de boca aberta admirando a cena, e quanto mais ela gritava mais ele metia o caralho na buceta dela, e ela tava arranhando toda a costa dele, hora chupava os peitos dela, hora enfiava a mão no cú e dizia pra ela “vai cadela... rebola sua puta mal amada... to te comendo na cama do seu marido... vai piranha.... que teta de vaca.... que cú gostoso de puta” e mamãe continuava com seu “vai caralho empurra tudo ..... me fode..... vai mais rápido.... mais rápido... mama meus peitos“ e o cara só aumentava o ritmo e os dois gritavam de prazer “ ahhhh..... mete mais ...... toma vagabunda... ohhhh.... caralho como isso é bom ....... enfia vai... ahhh ..... sua puta de merda... vo te rasgar toda” nessa hora senti nojo da minha mãe, mas estranhamente estava com a calcinha molhada, pensei que tinha feito xixi, e os dói continuavam “ahhh... ohhhh... caralho..... buceta boa.... me arrebenta....me arrebenta.... “ e um frenético vai e vem que pensei que a cama ia quebrar, então os dois falaram juntos “VO GOZAR..” ai eles gozaram juntos fazendo um 69, minha mãe lambendo e punhetando o caralho do cara que agora eu sei que era grande e grosso, pois naquela época era o primeiro que eu via, ela dizia “adoro porra de macho,” e o cara parecia que ia engolir a buceta dela de tanto chupar” ia enfiando os dedos e bebia o mel, e passava a língua e mordia, e pegava no peitos, e voltava a boca pra buceta, ai quando acabaram ele disse “agora vou arrombar o seu cú, sua puta”, ela olhou pra ele e disse “Sou virgem de cú, o corno do meu marido nunca quis me agradar, ele diz que tem nojo”, “Ah, é” – ele disse – “Pois agora vo te fuder no cu, pro seu corno vê o que é bom, fica de 4 piranha, e arregaça essa bunda de puta, arregaça que vo te comer, até você desmaiar” enquanto ele falava, minha mãe, mais que depressa foi fazendo o que ele mandou, ai ela disse que “Vai precisar lubrificar, na gaveta tem lubrificador” ela apontou um criado mudo, atrás dele, o cara virou de costas, abriu a gaveta e pegou foi passando no cacete dele que tava tão duro que parecia um ferro, ai ele começou a passar na bunda e no cu dela, e foi enfiando a a cabeça do caralho e ela já fazia uns “ahh... vai gostoso... enfiaa.... me enraba.... me come... ohhh... ahhhh” nissso ele tava com a metade do caralho enfiado no cu dela ai ele puxou os cabelos dela, e terminou de enfiar tudo até só sobrar as bolas de fora, e ai eles começaram a gritar “Rebola puta.... ta vendo o que é um caralho de verdade......mete mais porra... mais rápido.... efia mais esse cacete... isso rebola mais piranha..... ta gostando ne vagabunda.... come...come mais... mais rápido,.... não pra.... ta vendo o que um cacete de verdade faz vagabunda....sua vaca.... cadela.... eu só sua vaca.... sua cadela.... mete mais... vai come.. ohhhh...... vo morrer.....ohhhh.... ahhh... puta... vagabunda...piranha.... gostosa.... vadia.... ohhhh...... ahhhhhh.... caralho que cú gostoso.... eu quero mais cacete..... vai desgraçado...... ahhh....ohhhhh... ahh... vo gozar vaca.... vo gozar na tua cara”, ele puxou ela pelos cabelos e deitou na cama ela veio por cima e começou a chupar e foi chupando a porra branca que saia e ele continuava pegando nos peitos dela e dizia “Vaca...vai ...ahhhh....cachorra.... engole tudo piranha....” e ai ela terminou deu um beijo de língua nele bem demorado e ai ficaram ali frente a frente a abraçados e nus se beijando e passando a mãe um no corpo do outro, até que minha mãe disse que era hora de ele ir embora, o cara disse que ia, mas primeiro precisava de um banho, ele foi até ao banheiro e minha mãe começou a arrumar o quarto, ai eu e escondi mais pro corredor pra ela não me vê, quando terminou de arrumar, foi pro banheiro também, e só ouvi uns gritos de “ahhh... caralho.... puta do cacete...... mete vai... no cu.... eu quero... no cu...” ficaram lá mais ou menos uns 15 minutos, não sei direito, ai o cara saiu já vestido e ela de toalha, me escondi mais atrás da porta, para não me verem, ele abaixou e beijou com língua e tudo a buceta dela, e depois na boca e pegando nos peitos e outra no cu, e depois na buceta de novo, eles disseram “tchau”, e eu fui correndo pro meu quarto, ouvi mais “Tchau gostosa, cuida bem do seu corno, vaca...” a porta bateu, e fingi que dormia, ela veio em direção ao meu quarto me viu dormindo e disse “ai meu anjo, um dia você vai senti, o senti esta noite” resolvi que não ia contar nada pro meu pai, pois se eles se separassem eu ia sentir muita falta dele.

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ENRABEI A IRMÃ DA IGREJA

ENRABEI A IRMÃ DA IGREJA Meu nome é Bruno tenho 23 anos moro em Salvador-BA e história que vou lhes contar aconteceu a cerca de três anos na época tinha 20 e freqüentava uma igreja de uma religião a qual não citarei o nome por questão de ética. Já tinha quase seis meses que havia me filiado a uma determina religião e conheci uma mulher de 35 anos mãe solteira gordinha e bonita chamada Eliana, uma mulher muito gentio sempre disposta a ajudar os necessitados, muito dedicada a seu filho e a causa religiosa,irmã Eliana como a chamava era muito atenciosa comigo e as vezes me convidava para almoçar em sua casa ela tinha um filho de 9 anos que gostava muito de mim e dizia que eu era o irmão mais velho, eu o levava pra cortar o cabelo jogar vídeo game mais nunca havia sentido nada pela mãe dele além de um grande respeito. Até que num domingo pela manhã após o término de um culto irmã Eliana me convidou para passar em sua casa no fim de tarde disse que seu filho havia ido passar o fim de semana com o pai e que queria alguém pra conversar eu disse que iria .Chegando lá irmã Eliana me atendeu muito bem como sempre agradeceu por ter ido e me ofereceu um lanche ela havia feito pavê uma sobremesa gelada que eu adoro, após comermos ela começou ame encher de elogios dizendo que me achava um negro muito bonito e que se fosse uns 10 anos mais jovem ...eu disse irmã a idade é apenas um detalhe e pra min não isso importa a senhora ou melhor dizendo você é mulher jovem e muito bonita ela sorriu e agradeceu o comentário. O que mais me surpreendeu foi o convite que ela fez para dormir em sua casa pois estava se sentindo só eu não pensei duas vezes e disse que sim então liguei pra casa para avisar a minha família.Na hora de dormir ela arrumou o quarto do garoto e disse que eu dormiria lá mas 15 minutos depois pediu para que retirasse o colchão da cama do garoto e colocasse ao lado da sua cama para que pudéssemos conversar mais um pouco e depois de alguns minutos ela se jogou da cama e caiu em cima de min que estava no colchão no chão me deu um beijo na boca bem gostoso e molhado claro que correspondi e fiquei de pau duro na hora e comecei apensar no prazer que ela podia me proporcionar mas quando toquei seus seios por cima da roupa ela recuou e pediu desculpas dizendo que não podia ter feito aquilo daí eu disse que não havia porque se desculpar e que tinha gostado do beijo, ela meio sem graça me confessou que não transava a mais de dois anos devido um voto de castidade que fez na igreja e só poderia fazer sexo depois do casamento se casasse novamente. Ela então voltou pra sua cama e ao perceber aquela mulher cheia tesão me olhando subi na cama fui pra cima dela e comecei a beijar boca, pescoço, ouvido ela usava um short por baixo da camisola coloquei minha mão por dentro e senti sua buceta encharcada comecei a esfregar sei grelo e enfiar o dedo enquanto também deixava seus seios amostra para mamar feito um bebê faminto então daí ela começou a apertar meu pau pela bermuda mas não resistiu o tirou pra fora começou a retribuir a masturbação que fazia nela e m seguida foi beijando meu peito e descendo até colocar meu caralho na boca ela chupava com muita vontade parecia que estava com saudades de uma boa pica então ela tirou seu short e me puxou pra cima dela a essa altura esta va somente de cueca com o pau de fora mas eu precisa provocar mais e então chupei aquela chota cabeluda ela disse que não tinha depilado porque não esperava foder tão cedo mais eu não me importei nem um pouco partir os pelos ao meio colequei minha boca enfiando a língua bem fundo enquanto ela dizia pra eu parar que aquilo não era certo. Grande foi aminha surpresa quando fui encaixar meu pau e percebi que não entrava de jeito nenhum ela estava bem lubrificada mas acho que pelo tempo que ficou sem transar parecia uma virgem então comecei a pincelar na entrada dos lábios de sua vagina e consegui enfiar a cabeça então introduzi centímetro por centímetro até conseguir efiar tudo e comecei a bombear devagar até ir aumentando a velocidade ela gemia dizia q estava doendo mas não era pra eu parar pedi para que ela ficasse de quatro e aí foi mais gostoso ainda Eliana tinha uma bunda grande e gostosa que eu dei vário tapas enquanto puxava seus cabelos pouco depois ela gozou intensamente senti sua chota morder meu pau como se fosse uma boca sem dentes, quando eu estava chegando lá... ela pediu para que eu gozasse nos seus seios e atendi seu pedido mas os jatos atingirão também seu rosto as pernas dela tremiam de tesão ela disse que tinha gostado muito depois tomamos banho juntos e deitamos abraçados e dormimos essa foi a primeira de muitas vezes que eu irmã Eliana transamos, hoje somos bons amigos e ela é casada. se você mulher de 18 a 30 gostou da história mora em Salvador ou região e quer viver uma aventura sexual com um homem discreto, educado e carinhoso ou não é de Salvador mais gosta de se exibir na web-cam adiciona o e-amail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar sou negro 1,73m 70 kg pênis 18cm mas bem gostoso

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PSICOLOGA – Quis Ver Um 69 e me Ferrei

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato. Os meus leitores assíduos, certamente se recordarão dos meus amigos Duda e Tó, que fizeram parte de uma história anterior comigo “PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme” Um outro episódio aconteceu, que passo a relatar: “O Duda e o Tó eram amigos meus que estudavam numa faculdade diferente da minha, mas volta e meia nos encontravamos para sair em grupo. Inclusive entre nós rolou uma cena que já descrevi noutra história, e depois disso tempos se passaram sem fazermos alusão ao caso. Não tinhamos ficado muito à vontade, aconteceu por acaso e não era para ser comentado gratuitamente. Uma noite em que meus pais tinham saído para uma festa, estavamos sozinhos na minha casa vendo uns videos e bebendo uns drinques. Como estavamos sós, os drinques tinham mais alcool do que seria aconselhado e as nossas mentes ficaram meio turbadas. Conversa vira conversa, conversa fora e começamos a falar sobre nossas fantasias secretas, o que em nossos pensamentos mais profundos desejavamos fazer mas não tinhamos coragem. Como eu já estava bastante turvada, a bebida me deu coragem e aí falei: - A minha fantasia é ver dois homens se chupando e se comendo! Os meninos olharam para mim espantados, mas logo um deles sugeriu que poderiamos ir juntos num show gay e aí eu poderia satisfazer a minha curiosidade. Aí eu falei que minha fantasia não era essa, que não queria ver dois profissionais. O que gostava mesmo era ver dois homens hetero se enrolando. Eles olharam um para o outro, a minha alusão era por demais evidente, mas eles não estavam nem aí. Mais uns drinques rolaram, mais alcool entrou nas nossas cabeças e foi a vez do Duda falar sobre a sua fantasia secreta: - Bom, o que eu gostava mesmo era sentir o prazer de ser penetrado por uma mulher, com um consolo! Nós rimos alto, o alcool nos descontraía e parecia natural falarmos de coisas que em condições normais nunca falariamos. Era a vez do Tó. Olhamos para ele esperando, mas mesmo muito bebido ele corava e não tinha coragem. E nós puxando por ele, vá, é sua vez, nós já falamos sobre as nossas fantasias. Então ele olhando o chão, meio murmurado contou: - A minha fantasia secreta é estar com outro homem, só para saber como é! Silêncio na sala. Mesmo tão bebidos a revelação nos surpreendeu. Mas no fundo estavamos excitados com as fantasias dos outros e com as nossas próprias e aí eu propus: - Então porque não aproveitamos estar aqui juntos e sozinhos e realizar todas as fantasias? O Duda pode realizar a fantasia do Tó e eu posso realizar a do Duda...e vocês dois realizar a minha! Eles ficaram hesitantes, o caso não era para menos. Nenhum deles tinha tendências gay e para se enrolarem na minha frente, ficavam sem jeito. Mas eu já estava bastante bebida e eles também. Já que tinhamos chegado até ali, se tinhamos tido coragem de abrir o nosso intimo, nada mais fácil que ir em frente. Rapidamente soltamos as roupas, ficando todos nus. Eles meio envergonhado, os paus ainda moles. Mas eu fui comandando, tinha a minha fantasia fervendo na cabeça. Então mandei que cada um pegasse no pau do outro e o punhetasse. Logo eles ficaram tesos, duros. Aí mandei o Tó se ajoelhar na frente do Duda e chupar seu pau, para ele saber como era. Meio sem jeito, ele começou a chupar, a lingua lambendo ele todo, a mão punhetando. Eu deitada no sofá, me acariciava, o clitoris crescendo, um dedo enterrado na racha, gozava vendo os dois juntos, como eu fantasiava. Então mandei o Tó se deitar no chão de costas e o Duda sobre ele, invertido, seu pau ao alcance da boca do Tó que de novo iniciou a mamada nele. Estava na hora de eu satisfazer a fantasia do Duda. Fui no meu quarto e peguei um dos meus consolos, o mais comprido e grosso que tinha e um tubo de lubrificante. Voltando à sala, lambuzei um dedo com o lufricante e aproveitando que o Duda estava com a bunda para o alto, enquanto o Tó o chupava, meti o meu dedo médio em seu cu, todo de uma vez até o fundo. Ele gemeu alto e se empinou mais, tinha gostado da caricia. Num vai-vem, alarguei o orificio até o dedo se deslocar fácil demais e aí meti dois, passando a três dedos. Seu cuzinho ficou bem aberto e estava na hora de usar o consolo. Apontando a cabeça na entrada, empurrei ele devagar mas firme e ele foi entrando. Pudera, o cu tinha sido bem aberto pelos meus 3 dedos. Bateu no fundo, todo entalado. Colando a base do consolo no meu pubis com uma mão, iniciei um vai-vem, fodendo aquele cu virgem e apertado, a minha barriga roçando nas nadegas dele. O Duda delirava de prazer. Sua fantasia estava a ser realizada. Sentia tanto prazer que sem pensar duas vezes, também se atirou ao pau do Tó chupando ele sem parar. Ele estava tendo a melhor parte, invertido sobre o Tó que o chupava, enrabado por mim e chupando o caralho do outro. Continuamos assim durante um tempo, mas a minha fantasia e a do Tó estavam incompletas. Então deixando o consolo enterrado no cu do Duda, mandei que o Tó se pusesse de quatro, a bunda empinada e o Duda se posicionou por trás, logo enfiando a vara bem lufrificada no cu do outro. O Tó gemeu alto, tinha perdido a virgindade anal, mas estava a gozar sua fantasia. E eu também. Afastada via os dois se fodendo e isso me dava um tesão enorme. De lado via o Tó de quatro, a bunda bem no alto e o pau do Duda entrando e saindo no cu dele e não aguentei mais. Gemendo alto gozei forte, o leitinho correndo pelas minhas coxas e pelos gemidos, notei que o Duda também tinha gozado, enchendo as entranhas do Tó. Só faltava o Tó gozar e endoidecido de tesão, logo saltou em cima do Duda, sacando fora o consolo que ele ainda tinha entalado no cu e enterrando a vara nele, que note-se bem, era grande e grossa pra cacete e o fez gritar de dor, mas era a vez do Tó gozar, então ele só tinha que aguentar e sentiu seu cu bem cheio até que o pau explodiu e o encheu de porra morna. Em seguida fomos tomar banho, a agua arrefeceu nossas cabeças e só aí tomamos consciência do que tinhamos feito. Envergonhados olhamos uns para os outros e rapidamente nos despedimos, os meninos indo cada um para sua casa. Durante um tempo não nos falamos, não os vi. Até que ouvi uns rumores sobre eles. Eles andavam envolvidos. A experiência tinha sido boa para eles, e acharam o caminho certo. No fundo eles tinham tendência homossexual sem saber e aquela noite foi o despoletar dela. É, me ferrei mesmo. Não perdi os amigos mas perdi um possivel namorado entre eles. Nunca mais rolou nada entre nós” Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar

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